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23 de fevereiro de 2016

Que a crise tá aí e tá puxado pra todo mundo, a gente já sabe, porém também não vamos deixar isso esfriar (muito) os planos de curtir a maravilhosa experiência que é viajar, visse?

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Sim, porque as pessoas tem uma visão de que precisa de milhares de dinheiros pra viajar e isso não é lá uma verdade absoluta, convenhamos!  É tudo uma questão de adaptações, já dizia meu velho amigo Darwin :)

Depois do post da Nana “Manual para viagens curtas“, sai agora o segundo da série: Manual para viagens (curtas ou não) com grana curta. #realidades #crise #nãotáfácil

Vou usar minha experiência pessoal (grana curta é meu sobrenome!) para dar idéias de substituições, alterações, adaptações e outros ões que nos façam ter uma boa viagem, mesmo em tempos difíceis. Porque a grana pode ser pouca, mas a diversão não, hein!

 

Esqueça os hotéis!
É isso. Adicione uma letra no hotel e eis sua solução: hostel! Também chamado de albergue. A maioria já conhece ou ouviu falar, mas é o tipo de acomodação de dormitórios compartilhados; tipicamente de preços mais acessíveis, alta rotatividade de hóspedes e grande interação entre eles (essa é a melhor parte). Normalmente os quartos são de 4/6 pessoas, e eles tem áreas de interação (tipo varanda ou sala, etc) e também disponibilizam cozinha e geladeira pra os usuários (e às vezes lavanderia também).
Você acaba sempre conhecendo um monte de gente legal, faz amizade, interage bastante (ótimo pra quem viaja sozinho também) e de quebra economiza uma grana!

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Vá menos em restaurantes e mais em mercados!
Ainda mais pra quem tá hospedado em hostel, vale muito a pena passar em um supermercado e fazer compras rápidas de coisas básicas para refeições intermediárias (ou até mesmo as principais, dependendo dos dotes culinários) pois é possível fazer uma etiqueta de identificação e guardar na geladeira tranquilamente. Dá pra comprar coisas pra sanduba, iogurtes, frutas, etc!
Na hora de sair, programe seus lanchinhos, leve tudo já pronto na bolsa. Sua saúde e seu bolso agradecem.

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Faça menos passeios com agências de turismo e mais passeios independentes!
Eu sei, agências de turismo são ótimas e são uma mão na roda para todos, mas toda essa conveniência tem um preço e nem sempre vale a pena.
Quer vê? Ouve essa! Eu fiz uma viagem recentemente pra Porto de Galinhas (#sdd Nordeste!) e um dos passeios mais vendidos é pra praia de Maracaípe, daí eu fui ver os preços dos pacotes e estavam meio salgados pro meu bolso. Resolvi não ir (e também avoada que sou esqueci de pesquisar sobre) e no último dia descobri que tinha um busão que fazia o mesmo trecho por…12 reais! E pior, descobri que uma galera do hostel tinha ido no dia anterior, fuen.
Eu perdi essa oportunidade, mas fica aqui a lição desta triste fábula para que esse tipo de coisa não ocorra com vocês. Pesquisem, perguntem! Como dizia papai “quem não se comunica se estrumbica”. De preferência perguntem pra própria galera turista mesmo, os hóspedes do hostel, por exemplo.

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Faça parcerias inteligentes!
Vale para a vida, para os negócios e para as viagens também. Dito que parceria é formação de grupos de indivíduos com interesses comuns, porque não fazê-las nas viagens? hehe
Viajar é bom, mas dividir custos é melhor ainda. A não ser que você esteja numa viagem já com um grupo de pessoas, ou com o boy ou girl magia [e quer ficar ~alone~ com o(a) respectivo(a)] arranjar uma parceria é deveras uma alternativa inteligente para baixar custos.
Quer fazer um passeio? Chame um colega do hostel e já racha metade do valor. Quer almoçar mas as opções não estão agradando e quer curtir um restaurante pra variar? Chama aquela amiga que tá no mesmo dormitório! Pergunte se alguém do hostel não está indo pro aeroporto no mesmo horário que você e já racha o táxi, e por aí vai…

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Bom, nessa vida de economias há todo um universo, mas espero que essas dicas possam ajudam a começar um planejamento de futuras viagens que caibam no bolso, afinal, viajar é preciso! E, reitero meu pensamento inicial: não deixe sua grana pouca esfriar (muito) os planos de curtir a maravilhosa experiência que é viajar, visse?

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3 de fevereiro de 2016

Sei que uma cidade vale a pena ser visitada quando vou embora querendo ficar. É o caso da capital do Rio Grande do Norte e, por isso, me senti no dever de compartilhar o que vi e ouvi de lá com vocês!

A CIDADE
É pequena, não tem nem metade dos habitantes de Manaus mas as possibilidades são enormes e ela respira turismo! Parece que todo mundo ali está pronto pra te receber! A maioria dos taxistas foram gente boa, as pessoas davam dicas certas e legais e foi fácil andar de ônibus quando necessário.

AEROPORTO
Construíram um aeroporto em outra cidade. SIM, eles tinham um dentro e essa nova obra foi controversa (politicagem) mas no próprio aeroporto existem serviços de van para te levar onde quer que você esteja hospedado por um valor fixo por pessoa. Uns R$40. De taxi daria o triplo.

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Dá uma olhadinha na quantidade de hotel e pousada aí na Ponta Negra!

PONTA NEGRA
O bairro em que eu me hospedei foi esse. EXCELENTE IDEIA. É um mar de hoteis, pousadas, hostels e perto de vários restaurantes, casas de artesanato, barzinhos e afins. Bairro pra turista, mesmo! Além de ter praia pertinho, claro.

Mas chega de enrolar e vamos à lista dos locais que visitei e dos que queria ter visitado mas não deu tempo, então terei que voltar lá (oh, que sacrifício!) Primeiro os restaurantes que valem ser ressaltados.

O que o lugar tem de bonito a comida tem de gostosa!

O que o lugar tem de bonito a comida tem de gostosa!

CAMARÕES
Que lugar! É um restaurante famoso, especializado em… adivinha? E tem mais de uma unidade. Pratos fartíssimos, garcons incríveis, ambiente elegante e tratamento sensacional… não é barato mas vale mais do que cobra!

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CASA DE TAIPA
Decoração rústica, comida regional, ambiente aberto e menu especializado em cuzcuz e tapioca. Pense num povo que leva a sério esse lance de especialidade da casa! Um cardápio todinho “só disso“. Achei um amorzinho o lugar.

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CURVA DO VENTO
A cada 2 pessoas que eu conversei, 3 recomendaram a pizza de lá. Estavam todos certos. Pizza sensacional! O ambiente tem um quê de intimista com pouca luz e vive lotado. O atendimento demora um pouco mas vale a espera.

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O nome certo deveria ser: MINA DE OURO!

MINA D’AGUA
Amo comida mineira e apesar disso não ter nada a ver com Natal, achamos esse restaurante perdido no meio da cidade e MEU DEUS, melhor almoço! Garçons gente finíssimas, comida sensacional no formato self-service, mesa de doces típicos pra sobremesa com direito a chef fazendo misturas e dando explicações sobre cada tipo de doce de leite e nos fazendo degustar de graça. Antes de sair rolando de tanto comer, um garçon ainda nos ofereceu cafezinho acompanhado de rapadura. Quase não vou embora mais!

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TU É DOIDO, É? Olha o tamanho disso!

FOGO E CHAMA (faltou ir!)
Todo mundo indicou mas não deu tempo. Um lugar cujo buffet reune carnes nobres, saladas, frutos do mar e comida japonesa, merece ser destacado, né?  Obs: eles pegam e deixam hóspedes no Hotel, é só ligar agendando! Tem lá no site deles.

Agora vamos falar de praia! O clima do planeta tá tão louco que choveu a maioria das vezes que fui à praia. Olha que Natal é ensolarada o ano todo e em janeiro é verão. Mesmo assim deu pra dar uns mergulhos!

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PRAIA DE PONTA NEGRA/DOS ARTISTAS
Existe uma regra geral de que: quanto mais longe, melhores e mais lindas as praias. Essas duas praias ficam na capital, então não são as melhores, mas quando o dinheiro pro taxi acabar ou a gasolina pesar, quebram um galho

Pipa é linda até sem sol!

Pipa é linda até sem sol!

PRAIA DE PIPA
A mais linda, diferentona, distantezona (leva umas horinhas de Natal até lá) e badalada. Passei pouco tempo e estava nublado mas a paisagem vale a pena, as ruas são todas em pedras e nos advertiram que a noite é boa! É um lugar ótimo para se hospedar por um fim de semana, por exemplo.

Olha que lindeza Maracajau! Pena que não deu pra ir :(

Olha que lindeza Maracajaú! Pena que não deu pra ir :(

MARACAJAÚ (faltou ir)
Meu amigo, que frustração não ter achado espaço no cronograma pra essa lugar! As fotos de lá são paradisíacas e dá para fazer mergulho! É um passeio obrigatório e tá incluso em todo roteiro das agências de turismo por lá.

Nem só de sol se vive! Apesar de cidades com praia seguirem um padrão de “dormirem cedo“ e as festas e bares fecharem lá pelas 2 da manhã, dá pra se divertir antes disso. Mas SAIA CEDO! Vou te passar as dicas!

Forró com turista: tem hora da quadrilha!

Forró com turista: tem hora da quadrilha!

FORRÓ COM TURISTA
Tem banda, um cantor que faz vezes de animador, muitas mesas pra quem quer sentar e dançarinos que tiram as pessoas para dançar! É um lugar família, as músicas são bem típicas e o local é um antigo presidio onde também funcionam galerias de artesanato! Tem uma van que te pega no hotel e leva de volta, se você combinar antecipadamente e pagar uma taxa!

(Foto: Larinha R. Dantas)

(Foto: Larinha R. Dantas)

ATELIÊ BAR E PETISCARIA
Ao contrário do anterior esse lugar só é conhecido pelos “nativos“. Sempre bom pegar dicas com quem mora na cidade, né?! Fui bater lá após o Forró com Turista me expulsar gentilmente cerca de 2h da manhã. É pequeno, sem luxos, meio underground mas toca MPB, samba e clássicos animados e dançantes. A entrada era barata, as bebidas também e o público jovem. Eu curti!

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TAVERNA PUB
Um lugar com tema medieval em formato de castelo e com decoração interna condizente merece atenção. Entrada cara, cerveja cara mas abre segunda-feira, sabe?! Quando você tá de férias quer programação pra semana toda, então valeu a pena ir. Tem atrações musicais bacanas a noite toda, também. Aprovei!

FORRÓ PÉ DE SERRA (faltou ir)
Sou odiada por mim mesma e minhas amigas por ter lido errado o flyer com os dias de funcionamento. Só abre quarta, sexta e sábado mas eu jurava que abria aos domingos então deixamos pra ir esse dia e… pois é! Todo mundo conhece, forma fila pra entrar e a fama é ótima. Nos arredores há vários restaurantes e bares, inclusive o “Curva do Vento” e “Tavera Pub” são quase na mesma rua.

Para encerrar, vou falar dos dois passeios que acho obrigatórios ao visitar Natal!

Procurando o sol!

Procurando o sol!

PASSEIO DE BUG
Não dá pra ir a Natal sem fazer esse passeio pelo litoral norte e derrapagens nas dunas. Tem vários bugueiros na cidade e você com certeza cruzará com muitos desses carrinhos pelas ruas. AMEI! COM EMOÇÃO, SEMPRE! (até quando pedimos sem hahahaha).

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isso tudo é apenas UMA PARTE da copa do cajueiro monstro!

MAIOR CAJUEIRO DO MUNDO
No caminho para Pipa, parada obrigatória. Tem explicação dos guias, degustação de suco de caju, feirinha de artesanato ao lado e vários hectares para se apreciar uma árvore que está no livro dos recordes. Cobram entrada, mas é barato!

Esse post ficou longo que só a peste mas eu tentei resumir de uma forma prática de ler e espero ter despertado a curiosidade de quem ainda não foi a essa cidade. Viajar é uma coisa maravilhosa mesmo e a gente aprende muito com isso, né?

O "Espanta-urso" disse que eu sou bonita e tirou uma selfie com meu celular!

O “Espanta-urso” disse que eu sou bonita e tirou uma selfie com meu celular!

Aprendi que em Natal todo mundo é “boy“ mesmo não sendo magia! Aliás, não precisa nem ser homem para ser chamado de boy. Até mulher é boy. Peguete é “boyzinha“, no diminutivo, carinhoso! E que sotaque gostoso! Se você acha que sotaque nordestino é tudo igual, tá precisando apurar esses ouvidos!

Natal… que saudade! Você me conquistou! Se as passagens praí não fossem tão caras, entraria no meu roteiro “preciso visitar todo ano“ assim como o Rio de Janeiro entrou. Mas um dia eu volto, hein? Olha, que eu volto!

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8 de dezembro de 2014

A expressão “pegar a estrada” é quase sempre associada ao sentimento de liberdade, aventura e a desbravar novos horizontes. Na prática, existem questões menos atrativas como longas horas dirigindo (no caso dos motoristas), necessidade de atenção redobrada se está em estradas que não conhece ou não tem costume de usar, além das questões mecânicas e custos, tipo o preço da ga$olina.

Eu já viajei de Maceió para Recife de estrada e recentemente viajei com amigas por Floripa e arredores, então vou dar minhas impressões de iniciante/carona em estradas e convidei um amigo experiente no assunto para colaborar nesse post. O Evandro adora dirigir, cresceu rodeado de parentes em oficinas mecânicas e a família inteira respira carros. Saiu de SP para morar numa cidade que faz divisa com PR, MS e SP e, como tem família e negócios em SP, está sempre na estrada. Vamos às dicas!

dica

1 – Monte uma playlist
Parece besteira mas vale lembrar que algumas horas num lugar fechado (carro) podem se tornar uma eternidade entediante. Trate de selecionar músicas animadas, que você – e outros passageiros, de preferência – goste ou que tenham a cara da estrada! O Spotify tem umas seleções pré-prontas que podem resolver, dependendo do seu gosto. Pra quem viajará com criança, o Evandro, que é pai, deu a dica de um aparelho de DVD portátil. Ele já está especialista em Galinha Pintadinha, Mickey Mouse, Peppa Pig, Dora Aventureira…

2 – Trace o percurso antes de sair
Nem toda estrada é super bem sinalizada, nem todo carro tem GPS e nem todo mundo é bom de seguir mapas físicos. Então nessas horas agradecemos a tecnologia que nos proporciona Google Maps e outros apps como o Waze, onde basta você colocar o endereço de destino que ele te mostra o trajeto, tempo estimado de duração e te orienta ao longo do caminho todo. MAS é bom lembrar que sinal de internet pode não existir em alguns pontos do trajeto então, por mais que esses apps funcionem sem internet você precisará dela inicialmente para enviar sua localização e a do destino. Então é simples: coloca lá o endereço e inicia o trajeto no app antes de sair, que não tem erro!

3 – Faça registros.
Ter uma máquina fotográfica sempre em mãos é uma dica que os dois dariam! Você nunca sabe o que vai encontrar e mesmo que saiba, sempre tem chance de ser surpreendido. Além disso a estrada te dá uma liberdade única, porque “você pode parar o carro onde quiser, em paisagens que talvez você nunca mais passe, presenciar um pôr do sol ou um luar inexplicável e único” by: Evandro.

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 4 – Siga as regras e seja prevenido!
O Evandro fez questão de ressaltar essa parte, que muita gente acha besteira, mas não dá pra ignorar: “Verificar pneus, palhetas do pára-brisa, óleo, água, extintor, estepe, chaves, faróis, lanternas, freio, e sempre levar um pouco de dinheiro em espécie, pra um pedágio, um pneu que fura, pois ainda existem lugares que não aceitam cartões e imprevistos acontecem.”. Além disso recomendou obedecer religiosamente as placas de cuidado com animais  e outras sinalizações, porque os valores das multas por infrações não estão baixos! Para concluir, a regra de ouro: NUNCA TENHA PRESSA.

 5 – Prepare o corpo!
Além da medida óbvia e esperável de não ingerir bebidas alcoólicas antes de pegar a estrada – alô, bom senso! – é importante lembrar de não comer nada muito pesado nem diferente do que você está acostumado. O Evandro recomendou cancelar aquela feijoada! Serão horas de viagem e você não quer passá-las com desconforto, né? Outra dica do Evandro é fazer paradas para descanso, se hidratar e ter sempre um condutor extra em caso de viagens muito longas. Dirigir com sono é perigosíssimo!

6 – Os vidros do carro

Viajar com um ventinho batendo no rosto é bom demais, né? Mas lembre de abrir todos os vidros do carro ou pelo menos um de cada lado para que o vento circule (entra e saia). Se ficar só um vidro aberto, é como se o carro estivesse sendo empurrado! Então ou é tudo aberto ou o ar condicionado ligado! Segundo o Evandro “não adiantar viajar com os vidros abertos pra não usar o ar condicionado por questão de economia, pois estudos apontaram que o consumo é o mesmo devido a pressão que o ar exerce sobre o carro.”

7 – Faça paradas e amigos

Se a viagem for muito longa, não tem jeito: você terá que fazer pequenas paradas, nem que seja para abastecer e usar o banheiro. Para tornar a experiência de suas viagens mais agradáveis, o Evandro costuma fazer amizades em postos de gasolina, segundo ele “As paradas em postos de combustíveis são na maioria das vezes muito interessantes: sempre saio com novas amizades, trocas de experiências, ou por menor que seja o contato com o outro, você ouve um “boa viagem, vá com Deus” sincero de um estranho.”

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