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Fiquei bastante chocada com a repercussão em uma rede social da foto de uma atriz e seu esposo. Na foto ambos estavam num evento mais formal e a atriz usava um vestido (lindo) e mais justo, mas nada muito colado. Nos comentários algumas pessoas elogiavam o casal e as roupas, porém dentre os elogios surgiram vááááárias críticas ao corpo da atriz. Por quê? A atriz em questão tem uma filha de, no máximo, 3 meses e nós mães (pais e qualquer um com bom senso) sabemos que quando uma mulher tem um bebê seu corpo se transforma desde a gravidez até depois de nascer. Diante de tantas transformações, os corpos das mulheres respondem cada um de uma forma.

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Após o parto a mulher passa por uma fase de 3 a 6 semanas chamada “puerpério”. Essa fase é o momento que o corpo tem para aos poucos voltar ao funcionamento normal como antes da gravidez. O útero se contrai até voltar ao mesmo lugarzinho de onde estava, o inchaço da retenção de líquido da gravidez aos poucos vai embora, os pontos da laceração (em caso de parto normal) ou episotomia caem, etc. Não acham que são muitas mudanças em um tempo tão curto?

Depois dessa fase a mulher é liberada para voltar às atividades rotineiras: caminhar, correr, dirigir, etc. Porém, a mulher ainda pode se sentir insatisfeita com seu corpo nessa fase por dois motivos:

1) Cada corpo tem seu tempo, ou seja, às vezes alguns corpos reagem de forma mais lenta às mudanças;
2) A pressão social (que, para mim, é recente) de que os corpos voltem a ser como antes, as famosas “mamãe saradas/esbeltas”.

Concordo que, todos nós devemos cuidar dos nossos corpos, nos preocupar com nossa alimentação e praticar exercícios físicos. Todavia, discordo dessa pressão que nós (mães) sofremos depois de termos filhos para estarmos em forma logo, como se o corpo torneado fosse uma prioridade no momento. E muitas vezes: não é!

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Não é pois: a vida muda completamente quando se tem filhos. As prioridades mudam, pois existe um ser agora que depende muito dos cuidados que só nós, os pais, podemos dar a eles <3 Se acaso os pais não tem ajuda dos familiares ou de babás as coisas ficam mais difíceis ainda. O cansaço da nova rotina é sem igual. E no fundo tudo que queremos é uma boa noite de sono sem sermos interrompidos #Ihaveadream

Então não é injusto e sem sentido cobrarmos das mulheres esse tipo de coisa? Ao invés disso sou a favor das pessoas falarem “Ei, você não quer sair com seu marido? Eu fico com o bebê!”. Sdds vale-night! hahaha #Ihaveadream2

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Não estou criticando quem está em forma depois do parto, pois cada corpo é um corpo, e até porque “estar em forma” é um conceito muito amplo e diverso para cada pessoa. Estou questionando tão somente quem cobra isso das mães (mesmo que veladamente) e as fazem passar, às vezes, por constrangimentos desnecessários (que aliás é uma super falta de gentileza e educação, convenhamos).

Eu mesma passei mais de um ano sem usar um biquíni com medo dos julgamentos e agora vejo que fiz bobagem. Pra quê isso, gente? Sejam(os) livres! Cuidem de suas crias sem neuroses!

Meu filho já tem um ano, meu peso voltou ao normal mas meu corpo não é o mesmo e nunca mais será, e tá tudo bem, sabe? Eu hoje amo meu corpo com toda a história que ele carrega e me sinto orgulhosa por ter meu filhote nas páginas do meu corpo.

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Ame seu corpo e toda a história que ele já passou. Respeite isso. Não se cobre tanto. Beleza é muito mais do que o que mostra a capa de uma revista, miga!

Um abração a todas as mamães lindas e seus filhos lindos e seus corpos tão lindos e imensos de luz que não cabem (nem precisam, nem nunca caberão) nos padrões da sociedade. Criamos o nosso próprio, então. Os padrões de nos amarmos como somos e com tudo o que temos (e não temos)! <3

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Fotos: The Bodies Of Mothers’ Book (por Jade Beall) ; The Honest Body Project, e 4th Trimester Bodies Project.



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Eu pensei em mil maneiras de começar o post sem parecer sensacionalista, polêmico ou algo do tipo porque isso é tudo o que eu NÃO quero; mas acabei não pensando em nada e então só recomendo que: calma lá, galera, não é nada demais. Venham ler com amor no coração <3

 

Desde que eu fiquei doente do estômago (tô muito bem já, obrigadinha!) e ouvi do médico (maior especialista da área!) que eu teria que tomar remédio pro resto da vida eu decidi (por mim mesma, ninguém me pressionou, e nem fizeram lavagem cerebral) que iria mudar meu estilo de vida e minha alimentação. Foi aí, meus amigos, que começou uma guerra hahaha.
Não, não foi difícil nem sofrido (pra desespero dazinimigas), nem nada disso do que as pessoas imaginam. Foda mesmo foi aturar a galerinha chata de galocha enchendo o saco e se metendo em tudo a respeito da minha vida, agora mais do que nunca.

Ao mudar a minha alimentação eu aprendi muito mais jeitos de despistar e responder chatos do que receitas com folhas verdes. Aprendi muito mais a sair pela culatra a convites desnecessários que dicas de lanchinhos da tarde. Aprendi como respirar fundo, contar até mil e responder com paciência as perguntas (embutidas de preconceito) do que qualquer outra coisa. Sérinho, juro juradinho.
E comecei a ver como que é complicado se destacar da grande massa, pensar diferente do que todos pensam. Vocês podem pensar: “Dõoooo, todo mundo sabe disso, Nat!“, pois é, sabe que eu achava isso também? Mas aparentemente não, viu! Azmigue tudo? Só comentário pérola!

Pro meu absoluto espanto as pessoas que eu mais julgava legais, cools, diferentes, inteligentes, bem-informadas, foram as que mais fizeram comentários absolutamente desnecessários!  Eu sempre achei que o maior problema  seria com minha família. Mas pro meu espanto minha avó nem ligou (até faz pratos especiais pra mim <3), papai adora me usar como desculpa pra comer cada vez mais tambaqui (tô ligada, viu, pai!), e as pessoas que eu julgava que não entenderiam  foram as mais doces, legais, compreensivas e receptivas!

Comecei a pensar: Por que ter uma atitude diferente da grande massa popular incomoda tanto? A resposta é porque o mundo não sabe lidar com quem pensa diferente da grande massa! Simples e fatídico.
O mundo vive fingindo que aceita, que adora o diferente, que cultiva a diversidade, até de fato aparecer alguém falando algo diferente de verdade de todo mundo e essa pessoa começa a ser ridicularizada e rechaçada. Nem sempre na sua frente, mas com os comentários por trás e principalmente pela internet.

E isso não tem nada a ver com comida e sim com pessoas. Gays, lésbicas, gordinhos, magrinhas, baixinhos, nerds e todo e qualquer pessoa fora do padrão geral sabe como é e já foi ridicularizada com comentários algum dia.

A nossa sociedade tá cheia desses preconceitos embutidos. Padrões embutidos e não obstante todo mundo saber disso, ter todo um discurso contra, a maioria faz bem ao contrário do que fala.

Bom, e como parece que a galera não se toca nunca (nunquinha mesmo!), não vai ser eu que vou escrever um livro falando pro mundo mudar, então resolvi fazer um “Manual prático  do que não falar pra uma pessoa que tem uma alimentação diferente da sua“. Deixa a mina, deixa o cara, pô!

Porque assim, já que é esforço demais abrir a mente, então pelo menos que feche a boca, néan, babys!

1)” Vamo ali comer uma picanha delícia sangrando que já já sara essa tua frescura.”


Vamo sim, só marcar!

2) “Como você vive sem hambúrguer do McDonnalds?”

Olha, vou fazer uma pesquisa pra tentar descobrir! Chama a galera da Harvard, porque não sei como os animais vivem, como os hominídeos conseguiram, sinceramente, me pergunto isso todos os dias!
3) “Nossa deve ser triste não poder comer essas coisas, né?”

Triste é ter uma doença terminal, uma deficiência, perder os pais, essas coisas, miga!
4) “Eu não teria coragem de fazer isso.”


Então não faz, mana!

5) “Ain como tu é fit! Quero ser fit também, me ensina, entrei na academia, comprei uns shakes e preciso emagrecer, me ajuda?”


Só um minutinho, ok?

6) “Você já é magra, se ficar sem comer proteína vai sumir! Pode até ficar doente! Vai ficar anêmica de certeza.”

Só um minutinho, ok?
7) “Mas, se alimentar bem é caro!”


Sou milionária, mesmo!
 8)”Não suporto essa galera saudável!”


Que bom, hein!
Espero de coração que vocês nunca tenham feito esses comentários acima. E, se por acaso já ouviram (e certamente ouvirão de novo) tenham paciência e bom-humor sempre pra lidar com a situação, porque afinal, ninguém muda ninguém e tudo o que podemos fazer com os chatos é deixar eles pra lá, no lugarzinho deles e não se estressar, combinado? E sigamos comendo bem pra pele e pro cabelo ficarem mara! Beijinhos!

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Eu já não deveria me impressionar em ver ter tanta gente incomodada com o fato de muitos estarem comemorando e demonstrando seu posicionamento em relação à legalização do casamento homoafetivo nos Estados Unidos mas, desculpem, eu ainda me impressiono e me incomodo SIM com tanto desdém e desrespeito. Não vou nem entrar no mérito de querer fazer textão pra tentar mudar a opinião de quem é contra esse tipo de manifestação de apoio, é um direito de todos ser contra ou a favor algo. Mas também não poderia ficar quieta vendo tanto deboche e torcida para que as coisas voltem ao “”normal””.
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Em 2013 o Supremo Tribunal Federal brasileiro assegurou pela Resolução nº 175, de 13 de maio de 2013, do Conselho Nacional de Justiça o casamento civil entre pessoas do mesmo sexo, porém, a Constituição Federal e o Código Civil continuam prevendo apenas o casamento heterossexual, as leis não foram alteradas. Explico isso para deixar mais claro um dos motivos pelos quais a luta continua por aqui (sempre pode ter alguém mal intencionado botando dificuldade por não estar “na lei”). Naquele momento de reconhecimento, pelo Judiciário, houve uma campanha no Facebook onde todos que se mostravam a favor, comemoraram mudando sua imagem para um símbolo de ” = “, vermelho com fundo rosa. E agora, com a conquista da legalidade em todos os estados dos EUA, muitos estão demonstrando apoio e satisfação aplicando um filtro colorido nos avatares.

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Estamos nos achando lindas coloridas, licença!

Não é por modinha, amiguinhos. É porque a cada vez que um país der esse passo, será motivo para comemorar também, simples (inclusive esse mês o México também legalizou o casamento gay <3)!

Deu pra entender ou precisa desenhar, minha gente?!

Deu pra entender ou precisa desenhar, minha gente?!

Vejo muito o discurso de que o Brasil é um país super livre, mente aberta, onde não há preconceito (do tipo que for), nem discriminação e onde homossexuais têm liberdade de viver como queiram. Têm mesmo?! Basta passear um pouquinho pelas notícias, infelizmente recorrentes, sobre homicídios e espancamentos de pessoas motivados apenas pela orientação sexual não hétero. Basta ler os comentários carregados de ódio gratuito em redes sociais recriminando homossexuais. Não precisa ir longe, mesmo. Em qualquer lugar desse Brasilzão a gente vê muitas opiniões assim, sutis ou explícitas (ou todo mundo já esqueceu o rebuliço que foi a propaganda da Boticário?!).

Se dói em mim ler isso, é claro que fere na alma de quem pertence à comunidade LGBT! E é por isso que a gente mostra o apoio, pra que, apesar dessa ferida grande, desse apedrejamento diário por ser quem é, mostrar que também tem muita gente que luta junto, que apóia e vibra com cada conquista e precisa expressar isso publicamente, já que tantos intolerantes são barulhentos, os tolerantes não devem ser tímidos e a empatia não deve ser comedida. Por isso amigxs, não desanimem, não se deixem intimidar pelos discursos de ódio! Acredito que as coisas estão melhorando sim, porque se não houver esperança, se não acreditarmos em mudanças, aí sim estaria tudo perdido. Tem muito amor sim, tem muita foto colorida sim, e vai ter muito perfume do Boticário no ar! E pra quem tá reclamando ou achando ~desnecessário~, o choro é livre! #lovewins

Outra dica amiga pra quem tá incomodado, #chatiado que deveríamos estar dando apoio à causas “”mais importantes””, dá uma olhada:

criança

Tá afim MESMO de ajudar crianças que vivem em situação de miséria, amigo? Visita o site da Act!on Aid e apadrinhe uma criança daqui ou de outros países, que vivem em situação de extrema pobreza e violência. Outro exemplo que lembrei é a da ONG 50 sorrisos, que faz um trabalho lindo de educação por crianças pobres no Quênia.

Tem MUITA ONG séria fazendo trabalhos maravilhosos aqui no Brasil e no mundo, veja aqui nesse Guia online de ONGs e escolha sua causa: tem pra auxiliar idosos, crianças, mulheres vítimas de violência, meio ambiente, animais, deficientes físicos, vítimas de câncer, o que não falta é instituição pra ajudar, minha gente!

Bora parar de se incomodar e escolher uma ou uma(s) causas para focar e apoiar?

Beijos coloridos e com muito amor pra todos!

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Tudo que é bom merece bis! Por isso estou aqui para oferecer a vocês a sequência do post “Por que o twitter é a melhor rede social” (quem não viu o primeiro, já clica aí). Na verdade só tô fazendo esse post porque esqueci de incluir imagens que já estavam prontas pro primeiro e aí resolvi mostrar mais algumas razões que justificassem meu apreço por esta rede social (#sincera).

dramas

Pra quem não gosta de drama, gente postando frases reflexivas como indireta pelo fim do namoro ou reclamando de sua vida entediante no Facebook, o twitter é a solução! Lá você ri até dos dramas das pessoas. Porque são bons!

trabalho

Como eu disse: ninguém tá no twitter pra fazer média. E muito menos para virar o funcionário do mês. Certamente você se identificará com os relatos sobre trabalho, salário, fim de mês…

atualidades

Melhor lugar pra se atualizar sobre todas as novidades, notícias e mortes do mundo. Tudo chega primeiro no twitter! E tudo vira rapidamente piada por lá, tente acompanhar! #desafio

reflexões

Você pode estar pensando: ai, só tem leseira nessa rede social de desocupados! MAS EPAAAAAA! EPAAAA! Desocupados não!! Também temos nossos ~momentos~ reflexivos e filosóficos por lá.

imagens

E as vantagens não param por aí! Lá não tem risco de você se deparar com imagem de bandido ensaguentando, cachorros maltratados, acidentes horríveis, gente com piolho, etc. Se aparecer uma imagem ou link na sua timeline, com certeza vale a pena o clique. Renderá risos e não sustos!

trocadilhos

Para finalizar, esta é uma bela rede social para te abrir os olhos sobre a criatividade das pessoas. Você logo descobre que, assim como a zoeira, a criatividade não tem limites. Então aprecie sem moderação e desenvolva a sua, também!

Por essas e outras eu “vivo no twitter”. Mas se começarem a me seguir, eu chamo a polícia!! (brincadeira)
@mayananobre

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