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23 de fevereiro de 2017

Olá a todxs, a ~pedidos escreverei alguns (sim, me aguentem!) posts sobre coletor menstrual, vulgo copinho; porém, antes de mais nada gostaria de avisar que teremos: sangue

Leona: que mulher!!!

Leona: que mulher!!!

Apenas um aviso no caso de alguém ter algum problema com informações e conversas (calma, miga, não criemos pânico pois não terão ibagens escatológicas or something…) a respeito desses imensos (aproximadamente) 70ml de sangue perdidos pelas mulheres mensalmente. Dito isso, vamos primeiramente explicar o que é, segundamente vamos responder algumas indagações mais comuns.

Favor assistam esse maravilhoso vídeo (só clicar na imagem)

O QUE É ISSO, MANA?

O coletor menstrual é um “copinho” de silicone que substitui o uso de absorventes menstruais usuais (externos e internos) e, embora seja uma criação antiga, só nos últimos anos que tem tido um crescimento no número de adeptas, mas ainda sim é motivo de estranheza pra maioria das mulheres.
Ele foi criado em 1908, mas era bem diferente do que conhecemos hoje. Daí em 1937 uma mulher (iluminada!) chamada Leona Chalmers adaptou a criação primitiva para uma versão mais próxima do que usamos hoje em dia. Serei eternamente grata, miga!

a evolução do coletor

Obviamente o copinho deu uma modificada e modernizada de 37 pra cá, mas a ideia central ainda é a mesma desde o início: coletar o sangue menstrual. Ele é feito de silicone cirúrgico (ou elastômeto termoplástico para os íntimos) hipoalergênico e antibacteriano, e por isso não irrita a mucosa, ou seja, quem tem alergia aos absorventes convencionais, camisinha, etc pode ficar tranquila!

anatomia do copinho
Entre as minas que usam o que mais se ouve é o adjetivo: “libertador“. E porque é mesmo, pensa que liberdade poder usar a roupa que vc quiser e não se privar de atividade nenhuma (a não ser que vc queira) com medo de vazamento no seu período menstrual. É tribom!
Embora não exita um tipo de absorvente (aliás não existe nada no mundo) que seja O melhor para todas as mulheres do mundo, penso que o coletor é uma ótima alternativa aos métodos habituais para a maioria das mulheres,  e contribui muito pro bem-estar individual das meninas, e de quebra o planeta agradece!

DÚVIDAS FREQUENTES

# Não é caro?
É muito mais vantagem, creia, mulher! Vamos pensar aqui com a gente acompanhando seguinte raciocínio: suponhamos que cada mulher menstrue, em média, 4 dias. A recomendação para absorventes externos é que se troque a cada 4 horas, logo são 6 absorventes por dia, totalizando uns 24 absorventes externos, em média, por ciclo (recomendação dos ginecologistas para uma higiene saudável e sem risco de infecções). Isso por mês. Tendo cada ano 12 meses, logo dá aprox 288 absorventes por ano (36 caixinhas com 8). Se adotarmos que a primeira menstruação normalmente ocorre entre os 11-13 anos e a menopausa aos 50, vamos ter uma média 12 mil absorventes usados por cada mina ao longo da sua vida.

E levando em conta que temos 1.75 bilhões de mulheres em idade reprodutiva no mundo, pensemos a quantidade de absorventes (façam a conta e me falem pois minha cabeça deu bug nos 12mil, sou de biológicas rs).Vamos supor que uma caixinha de 8 absorventes custe uns 3 reais X 36 dá uns 108 reais em um único ano, pelo menos. E depois de tanta conta (eu juro que acabou pois estou: cansada!) venho vos informar que a média de valor de um coletor é 80 reais e ele tem uma alta durabilidade (depende mais dos seus cuidados com ele, na verdade, mas de 5 a 10 anos). Logo…

Pensando nas brusinhas que vô comprar com o dinheiro que sobrará

# Ele ajuda a diminuir/aumentar o fluxo?
Não, manas. O fluxo da nossa menstruação é regulado por fatores internos e hormonais. O que acontece é que a gente normalmente não tem muita noção dos nossos ciclos biológicos (menstruais, então…) um exemplo disso é que a gente acha que sangra litros e quando começa a usar o copinho vê que não é bem assim…é bem pouquinho, na verdade, mas no absorvente externo se espalha na superfície do mesmo e parece que estamos em hemorragia. Então, não é que o fluxo diminui, geralmente somos nós que entendemos melhor nosso ciclo.


Adiciona-se a isso que o coletor coleta (por isso o nome, dã) o sangue direto da saída do colo do útero, ou seja, antes dele chegar no canal vaginal, logo o caminho do sangue menstrual é ‘encurtado‘. Então, normalmente o tempo que esse sangue que é liberado levaria para terminar de percorrer o canal vaginal e vir, literalmente, ao mundo externo é diminuído (pois ele não precisa fazer esse trajeto pois foi ~capturado antes), o que dá a impressão que diminui o ciclo ou fluxo. Não diminui o fluxo, você que passa a se entender melhor, quer coisa mais maravilhosa que isso?

# Não fede?
Essa foi uma das coisas com a qual eu mais me admirei, pois descobri que nosso sangue menstrual não fede nada, nadica mesmo. Nós somos convencida pelos outros, outras e por nós mesmas que a menstruação é uma coisa nojenta, horrível, que fede etc, mas na verdade não é nada disso. O odor ocorre quando o sangue entra em contato com o ar e coagula (apodrece), o que acontece dentro do absorvente interno (e não dentro da gente), e isso não acontece no coletor pois ele segura o sangue antes que entre em contato com o ar (por conta do vácuo criado por ele).

# Ah, mas vou ter que tocar em sangue, que nojo! Urgh!
Miga, uma coisa é certa: você vai precisar se tocar. E nessa última dúvida entra também o ponto do porquê que os coletores não são tão populares e divulgados na mídia, e motivo pelo qual enfrentam tanto preconceito e ‘torcidas de nariz’ pelas mulheres: a gente tem que entrar em contato com o próprio corpo, e nós não fomos educadas pra isso.

Como o coletor fica no canal vaginal, logo abaixo do colo do útero, é preciso dobrá-lo e introduzi-lo com os seus próprios dedos. Isso é um tabu. O que mais se ouve é:

“Mas vai ficar dentro de mim?”
“Mas tem que colocar o dedo lá dentro?”
“Ai, prefiro não, não gosto de nada lá dentro” (tá bom… duvido!)
“Isso deve fazer mal”

A mulher tocar em seu próprio corpo, conhecê-lo, aceitá-lo ainda é uma dificuldade na nossa sociedade. Falar das necessidades e dos ciclos do corpo feminino (que por séculos fomos ensinadas a esconder, a odiar, a disfarçar) ainda é uma dificuldade, mesmo com tanta informação na mídia. Esse empoderamento e percepção do nosso próprio corpo feminino e da nossa natureza mais profunda é difícil e se dá individualmente de modo bem lento.

O bom é que, em se tratando do coletor, normalmente, a impressão ruim dessas afirmativas acima geralmente se modifica depois do primeiro uso ou da simples conversa, até pela internet, com outras mulheres que já usam coletor.
Pensamos que devemos todas apoiar todo e qualquer iniciativa que vise a dar mais liberdade e opção de escolha para a mulher, lembrando e respeitando sempre a individualidade de cada corpo, cada história. Lembremos que quanto mais alternativas tivermos, melhor. Portanto, é hora de olharmos com mais carinho para nossos corpos, nossos ciclos, nossa menstruação, ou seja: para nós mesmas.

vaidecopinho cópia

OBS: Imagens retiradas do infográfico sobre Coletor Menstrual desenvolvido por Scarlet Nivea Santos Figueiredo (UFES), clique aqui pra baixar. Obrigada a todas que criam e ajudam a divulgar esse tipo de material enriquecedor.

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30 de setembro de 2016

Oi, gente!
Vou começar a fazer uma série pequena de posts sobre algumas técnicas de limpeza capilar aká low-poo/ no-poo /co-wash e contando um pouco das minhas experiências com elas e espero que vocês possam aproveitar e se animar pra testar alguma.

Todos tem um fator em comum: a meta é que consigamos lavar o cabelo com a menor (ou, nenhuma) quantidade possível de química proporcionando assim cabelos mais saudáveis e bonitos. Vou começar com o low-poo!

Primeiramente: que diacho é isso, mana?

Pra começo de conversa esse é um método de lavagem capilar criado pela Lorraine Massei publicado no livro “Curly Girl” (O manual da garota cacheada).  Uai, mas e quem não é garota cacheada? Calma!
A técnica foi originalmente descrita para cabelos cacheados, porém pode (e é) utilizada em todos os tipos de cabelos. O fato é que quanto menos química mais natural seu cabelo vai ficar (dãaa), no sentido que os produtos que utilizamos nas madeixas possuem tantas substâncias que acabam mascarando a identidade do fio, e os cachos são os que mais sofrem com isso. Com a utilização de menos química o cabelo fica mais leve e saudável podendo ~se expressar~ (ou seja, cachear) da maneira mais natural (e linda).

meus-caracois-blog
A principal ideia desta técnica já tá embutida no nome (low poo, em inglês pode ser traduzido como ‘pouco shampoo’) que tem o objetivo de diminuir a quantidade de shampoo utilizado nos nossos cabelos. De fato este é o ponto principal, pois normalmente lavamos o cabelo com uma quantidade maior de shampoo que o necessário. Seguido pelo fato de que, muitas vezes, lavamos de forma errada nosso cabelo. Muitos especialistas já vem há tempos dizendo para utilizarmos shampoo somente na raiz do cabelo (couro cabeludo) e condicionadores somente no comprimentos dos fios, maaaaas ainda sim, às vezes, fazemos confusão e utilizamos mais produto que o ideal. Então comecemos por lavar de maneira correta e com a quantidade ideal de shampoo (ou seja, bem menos do que o que você provavelmente usa).

Segundamente: nem tudo o que reluz é ouro

* Sulfatos: não podchi!
Outro tópico abordado pela técnica é a troca da utilização destes shampoos ‘normais’ que comumente utilizamos por shampoos sem sulfato.

Você pode se perguntar: mas o que que tem de mal no sulfato, coitado? Bom, são substâncias adicionadas nos shampoos para provocar uma limpeza profunda nos fios e acabam retirando mais que o necessário da oleosidade natural do fio (ele tira tudo e mais um pouco). Isso é muito agressivo pras madeixas, e em consequência disso o cabelo fica muito ressecado e perde toda essa oleosidade natural que protege o fio.

Então dica número 1 pra você que deseja seguir essa técnica: comece excluindo produtos com sulfatos da sua vida.
Mas e se não tiver o sulfato então meu cabelo vai ficar sujo? Não, miga! Para boys e shampoos tenhamos sempre em mente: há um mundo além do que esse que você usa diariamente.

Sim, há vida além dos sulfatos e derivados de petróleo! Eu sobrevivi e vim pessoalmente contar haha! Há outros produtos que ajudam na limpeza do fio, mas eles não produzem tanta espuma como os com sulfatos. O motivo disso é que além dos sulfatos serem substâncias que retiram a gordura (tu tá usando detergente no cabelo!)  também são responsáveis por produzirem espuma.

O que me leva a dica número 2: Liberte-se da ideia de que espuma significa limpeza (pq nem sempre)! Há diversos produtos que limpam seu cabelo muito bem e sem retirar o que não precisam, não são derivados de petróleo e são solúveis em água (Cocamidopropyl Betaine, por exemplo).

sulfatos

*Os silicones (petrolatos)
Além dos sulfatos ainda há os silicones (também derivados de petróleo) que estão presente nas composições da maioria dos shampoos que formam uma espécie de capa que envolve os fios e com o tempo vai acumulando e o cabelo fica sem poder ‘respirar’ e absorver substâncias necessárias para se tornar saudável.
Esses silicones são colocados nos produtos  (shampoos, máscaras, cremes para pentear, etc) para esta finalidade (de “filme protetor”, segundo as propagandas) e são uma verdadeira maquiagem para cabelo, pois dão a impressão de que seu cabelo está hidratado e brilhante, mas na verdade o fio pode estar ressecado e opaco.
Os shampoos comuns não possuem substâncias capazes de limpá-los (e por isso vai acumulando). Já os produtos sem sulfatos tem substâncias capazes de limpa-los (justamente porque há a preocupação com esse acúmulo).
Na técnica low poo o uso de alguns silicones (solúveis e insolúveis) é liberado, mas recomendamos que, caso sinta que seus cabelos estão ficando muito pesados, reduza o uso de produtos com silicones.

petrolatos

*Parabenos
Sim, minhas amigas! Como se não bastasse sulfatos e petrolados ainda temos os parabenos! Esses zinhos últimos são utilizados pela nossa (odiada) indústria cosmética para fazer com que os produtos durem mais tempo e evitem neles a proliferação de microorganismos. Os mais comumente achados são metylparaben, propylparaben,  etylparaben e butylparaben.

 O fato é que estas substâncias não são propriamente proibidas na técnica de low-poo, todavia há muitas pessoas (maioria da galera que utiliza a técnica) que está diminuindo o uso destas substâncias por conta de toda uma discussão a respeito de riscos à saúde ligados ao uso de parabenos. Não vamos entrar nesses detalhes, mas catamos por aí que o site Ecycle fez uma matéria explicando um pouco melhor sobre isso, então quem tiver interesse é só dar uma lida nesta e em diversas outras matérias que tem pela internet afora.
A maioria das marcas que desenvolvem produtos especialmente para low-poo já utilizam conservantes naturais e deixam isso claro na embalagem pro consumidor ficar sabendo.

Até agora agora foi só blablablá químico, então vamos à lista de passos simples para você que não desistiu e nem parou de ler no primeiro nome de componente químico! (Pela atenção, obrigada❤️)

Passo 1: Dá uma olhada nos produtos que você tem em casa e vê quais os liberados para essa técnica. É só conferir nas listas e vê se tem algum dos itens e (provavelmente tem, rs) decidir quando iniciar a utilização da técnica (agora, agorinha ou só depois que o shampoo proibidão acabar).

Passo 2: Já tá com os produtos liberados para a técnica prontinhos para serem utilizados? Ótimo, mas antes, pela última vez, lave o seu cabelo com um shampoo com sulfato (mas sem petrolatos) pela última vez (checa a listinha!) para deixar suas madeixas livre de qualquer resíduos da vida bandida de outrora e pronto para uma nova era.

Passo 3: Agora vc pode começar a usar seus produtos (shampoo + condicionador) liberados para a técnica e ter cabelos cada vez mais lindos e saudáveis.

Produtos liberados: como saber?

Para não dizer que não falei das flores, caçamos na internet( esse oásis de links maravilhosos!) e deixaremos com vocês uma dessas preciosidades que é essa listagem compartilhada de produtos liberados para a técnica <3

Atenção: Como tudo na vida, há um período de adaptação quando é feita uma mudança drástica. Normalmente utilizamos produtos com uma quantidade alta de parafina e silicone o que mascara a real condição do fio (que pode estar meio sofriiida depois de tanto baque da vida). Logo, nos primeiros dias o seu cabelo pode parecer ressecado e sem brilho, mas não se desespere! É tipo um detox do cabelo. Com os novos cuidados e com o tempo seu cabelo vai recuperando a oleosidade natural e essencial do fio e ficará cada vez mais bonito e saudável.

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23 de fevereiro de 2016

Que a crise tá aí e tá puxado pra todo mundo, a gente já sabe, porém também não vamos deixar isso esfriar (muito) os planos de curtir a maravilhosa experiência que é viajar, visse?

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Sim, porque as pessoas tem uma visão de que precisa de milhares de dinheiros pra viajar e isso não é lá uma verdade absoluta, convenhamos!  É tudo uma questão de adaptações, já dizia meu velho amigo Darwin :)

Depois do post da Nana “Manual para viagens curtas“, sai agora o segundo da série: Manual para viagens (curtas ou não) com grana curta. #realidades #crise #nãotáfácil

Vou usar minha experiência pessoal (grana curta é meu sobrenome!) para dar idéias de substituições, alterações, adaptações e outros ões que nos façam ter uma boa viagem, mesmo em tempos difíceis. Porque a grana pode ser pouca, mas a diversão não, hein!

 

Esqueça os hotéis!
É isso. Adicione uma letra no hotel e eis sua solução: hostel! Também chamado de albergue. A maioria já conhece ou ouviu falar, mas é o tipo de acomodação de dormitórios compartilhados; tipicamente de preços mais acessíveis, alta rotatividade de hóspedes e grande interação entre eles (essa é a melhor parte). Normalmente os quartos são de 4/6 pessoas, e eles tem áreas de interação (tipo varanda ou sala, etc) e também disponibilizam cozinha e geladeira pra os usuários (e às vezes lavanderia também).
Você acaba sempre conhecendo um monte de gente legal, faz amizade, interage bastante (ótimo pra quem viaja sozinho também) e de quebra economiza uma grana!

hostel

Vá menos em restaurantes e mais em mercados!
Ainda mais pra quem tá hospedado em hostel, vale muito a pena passar em um supermercado e fazer compras rápidas de coisas básicas para refeições intermediárias (ou até mesmo as principais, dependendo dos dotes culinários) pois é possível fazer uma etiqueta de identificação e guardar na geladeira tranquilamente. Dá pra comprar coisas pra sanduba, iogurtes, frutas, etc!
Na hora de sair, programe seus lanchinhos, leve tudo já pronto na bolsa. Sua saúde e seu bolso agradecem.

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Faça menos passeios com agências de turismo e mais passeios independentes!
Eu sei, agências de turismo são ótimas e são uma mão na roda para todos, mas toda essa conveniência tem um preço e nem sempre vale a pena.
Quer vê? Ouve essa! Eu fiz uma viagem recentemente pra Porto de Galinhas (#sdd Nordeste!) e um dos passeios mais vendidos é pra praia de Maracaípe, daí eu fui ver os preços dos pacotes e estavam meio salgados pro meu bolso. Resolvi não ir (e também avoada que sou esqueci de pesquisar sobre) e no último dia descobri que tinha um busão que fazia o mesmo trecho por…12 reais! E pior, descobri que uma galera do hostel tinha ido no dia anterior, fuen.
Eu perdi essa oportunidade, mas fica aqui a lição desta triste fábula para que esse tipo de coisa não ocorra com vocês. Pesquisem, perguntem! Como dizia papai “quem não se comunica se estrumbica”. De preferência perguntem pra própria galera turista mesmo, os hóspedes do hostel, por exemplo.

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Faça parcerias inteligentes!
Vale para a vida, para os negócios e para as viagens também. Dito que parceria é formação de grupos de indivíduos com interesses comuns, porque não fazê-las nas viagens? hehe
Viajar é bom, mas dividir custos é melhor ainda. A não ser que você esteja numa viagem já com um grupo de pessoas, ou com o boy ou girl magia [e quer ficar ~alone~ com o(a) respectivo(a)] arranjar uma parceria é deveras uma alternativa inteligente para baixar custos.
Quer fazer um passeio? Chame um colega do hostel e já racha metade do valor. Quer almoçar mas as opções não estão agradando e quer curtir um restaurante pra variar? Chama aquela amiga que tá no mesmo dormitório! Pergunte se alguém do hostel não está indo pro aeroporto no mesmo horário que você e já racha o táxi, e por aí vai…

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Bom, nessa vida de economias há todo um universo, mas espero que essas dicas possam ajudam a começar um planejamento de futuras viagens que caibam no bolso, afinal, viajar é preciso! E, reitero meu pensamento inicial: não deixe sua grana pouca esfriar (muito) os planos de curtir a maravilhosa experiência que é viajar, visse?

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Período de férias é praia, sal, areia, piscina, rio, igarapé, cachoeira, sol! Só coisa boa, mas depois de um tempinho nossos cabelos vão se cansando dessa vida de curtição e começam a ficar aquele aspecto, digamos, não muito glamouroso: ressecado pedindo pelo amor de todos os santos uma hidratação.

cabelo-ressecado

Bom, eu não sou muito rata de salão de beleza. Normalmente ando com meus cabelos ao natural, e prefiro fazer hidratação em casa com produtos naturais que normalmente eu tenho, e eis que hoje vou compartilhar a minha dica mágica pra vocês ficarem com cabelos lindos e de sereia: óleo de côco!<3

Sim, quem me conhece sabe que sou quase como uma embaixadora do óleo de côco, haha! Ou seja, uso para diversas coisas e vou falar da minha experiência com esse divo da natureza e melhor amigo do meu cabelo. É fácil de fazer, acessível e dá um ótimo resultado; eu uso a cada quinze dias, mais ou menos.

O óleo de côco tem um ótimo poder de hidratação pois é rico em ácidos graxos e vitaminas que agem na parte interna do fio do cabelo, mas como tudo na vida, deve ser usado da maneira e com a quantidade correta senão o efeito desejado não surge. Ultimamente tem ficado famoso este óleozinho, mas também tem surgido algumas dúvidas em relação a como utilizá-lo, e por isso vou tentar ajudar com minha experiência.

oleo-de-coco

Antes da descrição da hidratação vamos fazer algumas observações:

* Faça essa hidratação com o cabelo seco e sem tê-lo lavado neste dia;
* Se, após a hidratação, o seu cabelo ficar com aspecto úmido e oleoso é porque você deixou resíduos do óleo no fio, deixando-o pesado;
* Após a aplicação, lava-se o cabelo uma ou duas vezes dependendo do seu tipo de cabelo. Como o meu cabelo é grande e com muito volume eu preciso lavar 2x para conseguir tirar o óleo de toda a extenção do cabelo. Para pessoas com cabelo oleoso também é altamente recomendável lavar 2x com shampoo (por precaução melhor todo mundo lavar 2x haha);
* O tempo que você passa com o óleo no cabelo também influencia na hidratação, pois o fio absorve o óleo (e por isso hidrata), porém também não adianta querer deixar 24h. Se controla, miga!
* Algumas pessoas aquecem o óleo de côco para que ele fique líquido, pois em temperaturas mais baixas ele se torna pastoso; bom, preciso nem explicar que em Manaus HellCity não precisa pois ele fica em seu estado naturalmente líquido (a não ser que vc guarde na geladeira);

Mas vamos ao que interessa!
O que precisa? Basicamente óleo de côco e cabelo (importante esse item!). Mas uma touca (ou toalha) também é útil pra abafar e acelerar o processo.
Observação: Preferencialmente use o óleo de côco extra virgem (se for prensado a frio, melhor ainda)
Quanto de óleo usar? Depende do tamanho do cabelo. Cabelos grandes podem precisar de umas 5 colheres de sopa; para os pequenos, umas 3 serão suficiente. Também não é crime passar um pouco mais, só é preciso ficar atento pra tirar todo o óleo do fio ao final da hidratação.
Onde achar o óleo? Facilmente achado em farmácias, mercados ou ainda em empórios de produtos naturais.
Qual o valor? A faixa de preço é de 20-30 reais o vidro com 200ml/300ml.

Como fazer a hidratação?
-Aplique a quantidade de óleo por toda a extensão do fio, exceto na raiz (principalmente quem tem cabelo oleoso), massageando bem. Depois prenda-o.
-Você pode colocar uma touca plástica para abafar, ou uma toalha úmida. Permaneça algum tempo (pelo menos 15-20min), e após isso lave o cabelo normalmente.

OBS: Será muito bom se vc puder passar uma hora com o óleo no fio. Eu normalmente passo no cabelo nos finais de semana e vou fazer algum trabalho manual, ler um livro, lavar uma louça, ver um episódio de uma série, enfim…fique um tempinho com ele na cabeça para que o fio do cabelo tenha tempo de absorver o óleo. Muitas pessoas costumam fazer essa hidratação de noite, dormir com o óleo no cabelo e lavar na manhã seguinte.
OBS2: Certifique-se de que o cabelo não está oleoso, ou seja, que não tem nenhum vestígio do óleo nele. Se ainda tiver, lave novamente de modo a tirar todo o excesso do produto.

coconut oil

-Após isso, seque normalmente com o secador ou ao natural. E pode sair por aí ostentando cabelos lindos, sedosos e hidratados como se você tivesse num comercial da L’Oreal, porque afinal: você vale muito, hehe!

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Eu pensei em mil maneiras de começar o post sem parecer sensacionalista, polêmico ou algo do tipo porque isso é tudo o que eu NÃO quero; mas acabei não pensando em nada e então só recomendo que: calma lá, galera, não é nada demais. Venham ler com amor no coração <3

 

Desde que eu fiquei doente do estômago (tô muito bem já, obrigadinha!) e ouvi do médico (maior especialista da área!) que eu teria que tomar remédio pro resto da vida eu decidi (por mim mesma, ninguém me pressionou, e nem fizeram lavagem cerebral) que iria mudar meu estilo de vida e minha alimentação. Foi aí, meus amigos, que começou uma guerra hahaha.
Não, não foi difícil nem sofrido (pra desespero dazinimigas), nem nada disso do que as pessoas imaginam. Foda mesmo foi aturar a galerinha chata de galocha enchendo o saco e se metendo em tudo a respeito da minha vida, agora mais do que nunca.

Ao mudar a minha alimentação eu aprendi muito mais jeitos de despistar e responder chatos do que receitas com folhas verdes. Aprendi muito mais a sair pela culatra a convites desnecessários que dicas de lanchinhos da tarde. Aprendi como respirar fundo, contar até mil e responder com paciência as perguntas (embutidas de preconceito) do que qualquer outra coisa. Sérinho, juro juradinho.
E comecei a ver como que é complicado se destacar da grande massa, pensar diferente do que todos pensam. Vocês podem pensar: “Dõoooo, todo mundo sabe disso, Nat!“, pois é, sabe que eu achava isso também? Mas aparentemente não, viu! Azmigue tudo? Só comentário pérola!

Pro meu absoluto espanto as pessoas que eu mais julgava legais, cools, diferentes, inteligentes, bem-informadas, foram as que mais fizeram comentários absolutamente desnecessários!  Eu sempre achei que o maior problema  seria com minha família. Mas pro meu espanto minha avó nem ligou (até faz pratos especiais pra mim <3), papai adora me usar como desculpa pra comer cada vez mais tambaqui (tô ligada, viu, pai!), e as pessoas que eu julgava que não entenderiam  foram as mais doces, legais, compreensivas e receptivas!

Comecei a pensar: Por que ter uma atitude diferente da grande massa popular incomoda tanto? A resposta é porque o mundo não sabe lidar com quem pensa diferente da grande massa! Simples e fatídico.
O mundo vive fingindo que aceita, que adora o diferente, que cultiva a diversidade, até de fato aparecer alguém falando algo diferente de verdade de todo mundo e essa pessoa começa a ser ridicularizada e rechaçada. Nem sempre na sua frente, mas com os comentários por trás e principalmente pela internet.

E isso não tem nada a ver com comida e sim com pessoas. Gays, lésbicas, gordinhos, magrinhas, baixinhos, nerds e todo e qualquer pessoa fora do padrão geral sabe como é e já foi ridicularizada com comentários algum dia.

A nossa sociedade tá cheia desses preconceitos embutidos. Padrões embutidos e não obstante todo mundo saber disso, ter todo um discurso contra, a maioria faz bem ao contrário do que fala.

Bom, e como parece que a galera não se toca nunca (nunquinha mesmo!), não vai ser eu que vou escrever um livro falando pro mundo mudar, então resolvi fazer um “Manual prático  do que não falar pra uma pessoa que tem uma alimentação diferente da sua“. Deixa a mina, deixa o cara, pô!

Porque assim, já que é esforço demais abrir a mente, então pelo menos que feche a boca, néan, babys!

1)” Vamo ali comer uma picanha delícia sangrando que já já sara essa tua frescura.”


Vamo sim, só marcar!

2) “Como você vive sem hambúrguer do McDonnalds?”

Olha, vou fazer uma pesquisa pra tentar descobrir! Chama a galera da Harvard, porque não sei como os animais vivem, como os hominídeos conseguiram, sinceramente, me pergunto isso todos os dias!
3) “Nossa deve ser triste não poder comer essas coisas, né?”

Triste é ter uma doença terminal, uma deficiência, perder os pais, essas coisas, miga!
4) “Eu não teria coragem de fazer isso.”


Então não faz, mana!

5) “Ain como tu é fit! Quero ser fit também, me ensina, entrei na academia, comprei uns shakes e preciso emagrecer, me ajuda?”


Só um minutinho, ok?

6) “Você já é magra, se ficar sem comer proteína vai sumir! Pode até ficar doente! Vai ficar anêmica de certeza.”

Só um minutinho, ok?
7) “Mas, se alimentar bem é caro!”


Sou milionária, mesmo!
 8)”Não suporto essa galera saudável!”


Que bom, hein!
Espero de coração que vocês nunca tenham feito esses comentários acima. E, se por acaso já ouviram (e certamente ouvirão de novo) tenham paciência e bom-humor sempre pra lidar com a situação, porque afinal, ninguém muda ninguém e tudo o que podemos fazer com os chatos é deixar eles pra lá, no lugarzinho deles e não se estressar, combinado? E sigamos comendo bem pra pele e pro cabelo ficarem mara! Beijinhos!

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14 de agosto de 2015

Estamos de volta com a sessão: Marcadores de página, o retorno! Pra quem não lembra, faz um tempão que fizemos dois posts de marcadores aqui e aqui, e eis que temos outro tão simples e útil quanto.

Adoro  marcadores, e gosto muito do estilo desses do post, com a fitinha que ajuda a achar fácil. A ideia desse post é simples: transformar aquelas etiquetas grandes e de um papel mais durinho, sabe?! (que vem principalmente em roupas) em um marcador se página.

Vamos aos materiais:
-tesoura;
-cola (branca mesmo, a comum);
-lápis/caneta/pincel;
-um pedaço de tecido (use sua imaginação para escolher as estampas!);
-etiqueta (dessas citada acima);
-fita (cetim).

materiais
Primeiro passo é marcar com uma caneta (ou lápis ou pincel) no tecido o tamanho da etiqueta pra poder cortar o tamanho certo. Após isso, marque o ~buraquinho do orifício da etiqueta (normalmente onde passa o plástico que prende esta ao produto) e corte o tecido de modo a ficar um orifício por onde passará a fita.

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Passe cola nos dois lados da etiqueta e cole o tecido, prestando atenção para que o buraquinho cortado no tecido se encaixe no orifício da etiqueta (pra não tampar a passagem da fita). Eu sempre esqueço desse detalhe primordial hehe. Deixe secar por uns 40min. Após isso corte as sobras de tecido, fazendo o arremate – se precisar – com cola.

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Corte um pedaço da fita de cetim. O tamanho vai depender de cada um, principalmente do tipo/tamanho de livro que mais costuma ler. Eu fiz com uns 10cm. Passe a fita pelo orifício do marcador, aí você poderá tanto amarrar ou colar as duas pontas  (como na foto acima). Queime a outra ponta da fita de cetim e pronto, está pronto seu marcador de texto!

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15 de julho de 2015

Já ouviu falar de Acro Yoga? É uma prática que integra a sabedoria do Yoga tradicional com elementos de acrobacia e massagem Thai. É dinâmica e divertida de se praticar, agrega interação com o outro, confiança, companheirismo e superação de medos e desafios.

acroyoga Essa prática divide-se (e complementa-se) em duas fases: solar e lunar. A fase Solar é a fase com base e voador sempre ativos testando o poder das acrobacias. A fase Lunar é onde entra a massagem thai e posturas com viés mais relaxante. A massagem Thai atua com as linhas de força do corpo (linha dos ossos) de quem faz a massagem e o relaxamento.

Diferente do Yoga tradicional, a Acro é feita em trios, onde um participante serve de ‘base’, outro de ‘voador’ e há ainda um terceiro membro, que é o ‘cuidador’ que fica auxiliando os participantes a fazerem as acrobacias com segurança e auxilia para que a prática seja segura, proporcionando assim um espaço maior pra entrega dos participantes. O cuidador é o vai te dar segurança pra você fechar o olho e se entregar, e: voar sem medo de cair <3

Aqui em Manaus Hell City, tem um grupo de Acro Yoga que se reúne para praticar e eu e a Nana fomos lá vermos ~qualé, e adivinhem? Adoramos!
Eu, como yoguini, sou suspeita pra falar mas acho que é a perfeita união de duas coisas super legais e divertidas, gostei muito da prática e nem vi o tempo passar! Vou com certeza incluir essa atividades na vida e pretendo ir pra mais encontros.

cha na yoga
As práticas do grupo acontecem às sextas, a partir das 16:00 até às 18:00, no gramado da FEFF (Mini-campus, UFAM). Além dessa prática regular, o grupo com frequência organiza saídas “extras” fora da Ufam, como foi a que eu participei no CSU; semana passada foi na Ponta Negra, etc. Pra ficar por dentro dessas saídas extras, ou mesmo pra entrar em contato com o grupo, só curtir e ficar de olho na Fanpage deles  ou no grupo no Facebook, só clicar em cima dos respectivos!

Pra explicar melhor pra vocês como começou essa iniciativa aqui na nossa cidade, chamamos dois integrante do grupo, o Saulo Monte e a Lorena Lima pra falar sobre a experiência deles com a acroyoga e a criação do grupo aqui na cidade, o Acro Yoga Manaus.

As meninas do AcroYoga Manaus sempre lindas: Lorena como voadora e Sarah na base.

As meninas lindas do AcroYoga Manaus! Lorena Lima como voadora e Sarah Dorneles na base.

“Tudo começou quando uma querida amiga de Brasília (Sarah Dorneles) veio nos visitar em Manaus convidando-nos pra AcroYoga. Ela marcou duas aulas, passou alguns exercícios de confiança e nos introduziu à prática. Além da atividade física que eu tava necessitada, o que nos seduziu mesmo foi o propósito da atividade, a filosofia. A entrega, a responsabilidade, o cuidar do outro. Ver o outro como espelho de si, de nós mesmos. Então logo depois, ela foi embora e nós continuamos a prática e criamos o grupo aqui na cidade.

No começo, um amigo com prática de yoga conduzia o grupo, mas este precisou se mudar e o Saulo assumiu o grupo.”, explica Lorena que pratica acro desde dezembro passado.

Saulo Monte como voador e Sarah Dorneles na base

Saulo Monte como voador e Sarah Dorneles na base

“Procuramos sempre pesquisar novas coisas e tive a oportunidade de participar da Imersão Lunar em AcroYoga que ocorreu em Brasília durante três dias e foi muito boa e intensa;  lá descobrimos a massagem Thai, que é uma parte fundamental da prática e um momento muito bonito. Na Imersão Lunar o foco é na parte terapêutica, mas se trabalha os outros aspectos também. ‘ explica Saulo, que atualmente conduz as práticas do grupo e também pratica acro há 7 meses.

E aí, se empolgou pra conhecer a prática e sair voando pelos ares? Só chegar e quem sabe não nos encontraremos lá?

Beijos e muita energia boa! Hari Om!

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Pula a fogueira iaiá Pula a fogueira ioiô Cuidado para não se queimar Pois essa fogueira já queimou o meu amor festa-junina

Eita nós, que o mês de junho acabou, porém a época de festas juninas, julhinas e agostinas ainda está no começo! Adoro esse prazo estendido, realmente um mês seria pouco pro meu coração apaixonado por festas juninas e, principalmente, pelas comidas da época hehehe!

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(Foto retirada do perfil do bar)

Nessa onda junina me chamaram pra ir no Ôxe Bar & Petiscos Nordestinos pois este estava com novo cardápio durante o mês de junho & julho, justamente adaptado especialmente pra temática corrente. Adorei a ideia e fui lá fazer esse esforço em nome do blog (o que eu não faço por vocês!). Eu já conhecia o lugar, mas quando fui estava com o cardápio normal (sem ser o junino) e eu já havia gostado muito. Principalmente pela temática nordestina da decoração do local que é bem legal e original, o som ambiente muito agradável. Os funcionários também foram muito atenciosos e educados (ponto que conta muito pra mim em um local), o que é algo já conhecidamente difícil e valorizado em estabelecimentos manauaras.
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Quanto aos comes & bebes, vamos primeiros aos bebes hehe. Amei eles venderem Antarctica Original, sério! É minha cerveja preferida e ultimamente quase todo bar ~temático~ que eu vou só vende long neck (Heineken Budweiser, Itaipava, etc) e raramente tem Original, só mesmo bares de bairro (amo/sou!), então: ponto positivo! Os drinks também são muito bons. Os caipirões de fruta são deliciosos e grandes como o nome promete, são 500ml! Ainda tem a (maravilhosa) caipirinha de vinho que eu recomendo a todos, e muitos outros drinks excelentes.

(Fotos tirados do perfil do bar)

(Fotos retiradas do perfil do bar)

Quanto aos pratos, são todos em forma de petiscos, que é mesmo a proposta do local, então é recomendável pedir mais de um pra ficarem satisfeitos. Tem muita coisa boa e tipicamente nordestina como pamonha, milho cozido, pratos com carne seca, caldinho de feijão, etc. A cozinha é um pouco pequena, então dependendo do horário e da lotação os pedidos podem demorar um pouco a chegar, o que pode se tornar um ponto negativo. A dica é ou chegar cedo ou pedir todos os pratos e bebidas que preferirem logo de uma vez, pro caso da demanda aumentar e demorar mais que o normal. Ainda quanto aos pratos, eu senti falta de outros pratos temáticos tipo macaxeira cozida, bolo de macaxeira, quentão, mingau, essas coisas. Mas acho que a ideia foi adaptar o cardápio que eles já tinham com uma pegada caipira e não colocar pratos caipiras em si, pelo menos foi o que eu entendi.

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Quantos aos pontos negativos: quase todos os pratos continham carne, o que é certamente um problema pra quem não quer comer carne vermelha. Até a pamonha que eu quis pedir, só tinha com carne seca na massa, o que fez com que eu desistisse do pedido. E a grande maioria das coisas são fritas, acho que uma sugestão é que possam também aumentar a quantidade de pratos cozidos. A localidade do bar eu achei ótima (na Jacira Reis, subindo a Bola das Letras), e super fácil de achar, é bem na avenida mesmo e um local bem conhecido do público da cidade, se tiver dúvida é só olhar no mapa que eles tem na fan page deles, só clicar aqui.

Espero que vocês tenham gostado das ponderações, e assim que forem lá nos conte o que achou aah, e pode convidar também hehehe

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Sabe aquela expressão “Fui fazer um giro e fiz um giral”? Pois é, esse post surgiu de um “giral” haha. Fui à farmácia pois queria comprar um esfoliante pro meu rosto, pra fazer par com o hidratante facial que havia comprado (posso até fazer resenha dele depois), mas eu estava com pressa e, bom, quem me conhece sabe o quanto sou desligada/avoada/pateta, rs. Fato foi que na correria li rápido na embalagem de um produto “microesferas esfoliantes” vi que era de uma linha que gosto e de uma marca que confio (J&J) e catei e levei sem titubear. Chegando em casa, com mais calma, fui rever as compras e vi que na real não era um esfoliante e sim um sabonete! Oooops!

Inicialmente fiquei mega frustrada, mas já tinha comprado mesmo e resolvi utilizar, e não é que foi uma surpresa mais que agradável? Agora ele é meu mais novo queridinho, fica dentro do meu box e utilizo-o todos os dias. Só lavo meu rosto com ele. Minha pele é muito oleosa (que pele não é oleosa com o calor de Manaus Hell City, né mesmo, manas?) e com tendência a formação de acnes (pro meu desespero) e usar um sabonete pro rosto que controle a oleosidade é vital!

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Pois bem, o sabonete do qual aqui vos falo é o sabonete líquido microesfoliante (com microesferas esfoliantes <3) não oleoso da linha Clean & Clear da Johnson e Johnson. Ele promete uma pele limpa e lisinha por conta das microesferas que removem o excesso de oleosidade, sujeira e células mortas que podem obstruir os poros, levando à formação de cravos e espinhas. Oferece uma limpeza, sem a agressão da abrasão dos esfoliantes e por isso dá pra ser usado todos os dias.

Devo dizer que a ideia das microesferas (são micro mesmo!) é ótima e de fato dá um up na limpeza e tira toda a oleosidade, sujeira, inclusive restos de maquiagem. Sabemos que cada pele é uma pele e, ainda mais pra quem tem tendência a alergia, é complicado achar sabonetes de rosto, mas tô gostando bastante desse e sinto minha pele bem limpa após usá-lo. Outra coisa fantástica é o preço acessível dele (na casa dos $20 vintchy reais), que pra mim, que uso todo dia, mas em pouca quantidade dura mais de um mês e compensa bastante.

E vocês, qual sabonetes faciais costumam usar? Já usaram esse? Conta pra gente, aceito sujestões de teste pra quando acabar esse hehe Beijos e inté! Luz!

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Hambúrguer, o ícone do fast food. Do McDonnalds. Do Burguer King. Do Bobs.

Hambúrguer, o vilão da alimentação saudável e o horror dos vegetarianos, correto? Nooooooooooooooooope!

Amamos hambúrguer<3

Como eu sempre falo pros meus amigos: alimentação saudável não é viver a base de alface, não, galera! (também tem couve, manjericão, rúcula :P). Tudo se adapta, pra tudo se dá um jeito, né mesmo?

A receita de hoje é leve, saudável e uma opção pra quem adora um hambúrguer (eu eu eu!), mas não quer ou não pode comer carne ou só quer experimentar sabores novos, ué!
Vamos aos ingredientes:

Proteína de soja
Ovo
Azeite
Farinha de arroz
Temperos de sua preferência
Plástico Filme (Insulfilme)

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Deixe a proteína de soja hidratar. Coloque numa vasilha com água e deixe descansar (utilizei umas 200g nessa receita). Muita gente deixa na geladeira (imersa em água) hidratando de um dia pro outro. Eu, como sempre esqueço, normalmente deixo mais ou menos uma hora, ou um pouco mais. É o tempo que eu faço outras coisas na cozinha.HS_post1

Após deixar hidratando, tire todo o excesso de água com o escorredor. Após isso vá pegando com a mão um pouco, esprema pra retirar ainda mais o excesso de água e transfira para um outro recipiente seco, aos poucos.
Dica: se você tiver em casa um pano de prato fininho, pode colocar a proteína de soja nele e espremer pra sair o líquido em excesso também! Como meus panos de prato são grossos, faço manualmente mesmo, rs.

Obs: Pra quem não curte proteína de soja e come carne bovina, dá pra adaptar essa receita com carne moída. Bem mais gostoso e mais saudável que o hambúrguer de caixinha de mercado.

Outra dica que eu dou é: coloque numa vasilha mesmo, tipo uma pequena bacia. Eu (como vcs podem ver nas fotos) tive a brilhante ideia de fazer em um prato e fiz maior estrago na pia da cozinha! Tinha soja pra tudo que é lado, rs. Por favor, não cometam esse erro haha.

Após isso, quebre um ovo inteiro em cima da soja e misture. Usei só um ovo por causa da pouca quantidade de soja, mas se você usar mais carne/soja pode colocar mais um ovo.
Após isso coloque as 2 col de sopa de farinha de arroz (ou outra farinha de sua preferência! Usei essa pq é a que tinha em casa e é sem glúten), misture e coloque um fio de azeite e os temperos que desejar. Eu nunca coloco sal nessa receita, mas podem colocar sal a gosto também. Temperei com ervas phynas e alecrim.
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Misture e observe a consistência pra ver se terá que colocar um pouco mais de farinha ou não. A consistência ideal é quando você pegar e apertar só um pouco e formar um bolinho inteiro (como na foto).

Forre uma superfície limpa (eu usei a tábua da cozinha) com plástico insulfilme. Aí é só pegar uma forma hambúrguer (aceito de presente, fikdik), ou uma de cookies que seja aproximadamente do tamanho de um hambúrguer  pra modelar a massa. Euzinha, não tenho essa forma e: improvisei, hehe. Usei a tampa de uma vasilhinha que uso pra colocar comida. Achei ela com tamanho ideal!
Seja qual for sua forma, vá preenchendo-a com a massa feita, e desenforme no plástico insulfilme uma por uma, até o término da massa.
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Ou você pode desenformar direto na frigideira ou na grelha também, caso queira comer na hora. Eu normalmente faço no plástico filme e já embrulho e coloco direto no freezer. De lá é só tirar e jogar na frigideira com um fio de azeite (ou outro óleo vegetal) congelado mesmo!
Essa receita que eu fiz rendeu 4 hambúrgueres. Eu não tinha em casa pão bola tipo hambúrguer, me perdoem hehe mas tinha pão de forma integral (de granola e açaí, meu favorito!).
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Cada vez faço uma combinação diferente porque adoro experimentar novas coisas, nesse sanduba/hamburguer da foto fiz com tomates chapeados com azeite e ervas phynas (<3) e queijo parmesão. Fiquei devendo o alface porque não tinha, hahaha. Ficou uma delíiicia, agarantchô! 😛

Tenta fazer aí  a sua versão e conta pra gente nas redes sociais como foi!  Se postar no Instagram é só usar a #chadasphynas

Beijos e inté mais!

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