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14 de janeiro de 2016

Para a primeira #quintacult do ano eu escolhi um filme que me deixou extremamente LOUCA para compartilhar e indicar, principalmente porque ele me fez refletir MUITO. E nada melhor do que uma história fictícia com um enredo bem surreal, mas que traz uma lição incrivelmente significante para nossa vida: como lidarmos com o tempo e com o amor/carinho/respeito pelas pessoas ao nosso redor. Chega de filosofia da Klyo e vamos ao que interessa.

Quero que após você ler minha “dica”, saia correndo para assistir “About Time”, que é o título original do filme, mas que foi traduzido no Brasil como “Questão de Tempo”.

Sem Título-1
O filme aparenta ser uma comédia romântica, mas que para mim foge do romantismo e embarca num drama que te leva a pensar em muitas relações suas com as pessoas (e pensar em relações amorosas fica a cargo do expectador). O filme é do diretor Richard Curtis (o mesmo de “Um lugar chamado Notting Hill” e “Simplesmente amor”, dois filmes que eu adoro).

A história gira em torno do personagem britânico Tim Lake (Domhnall Gleeson), que recebe a revelação de um segredo do seu pai (Bill Nighy) ao completar 21 anos: todos os homens de sua família têm o poder de voltar no tempo e viver novamente algum momento específico do passado. E viver esse momento de uma forma completamente diferente de como ele foi vivido antes.

Por mais que no início o personagem encare a notícia com um pouco de deboche, isso faz com que o assunto “viagem no tempo” seja visto de forma mais simplista e não como algo extraordinário (como geralmente é mostrado nos filmes). E então quando Tim tenta voltar no tempo pela primeira vez e consegue, ele começa a acreditar na história do pai. Ainda assim o filme continua passando a ideia de que o poder de viajar no tempo só é uma característica normal da família Lake, e não uma anormalidade, assim não se torna o FOCO principal do filme, você se fixa de verdade na história.

Tim começa suas viagens no tempo, sempre com a esperança de encontrar o amor da sua vida. Até que ele finalmente conhece Mary (Rachel McAdams), e como é de se esperar, algumas viagens ao tempo acabam mudando o curso dos acontecimentos. E o personagem acaba tendo que mudar várias vezes alguns acontecimentos do passado, e faz de tudo para que dê certo com Mary.

E, mesmo que se a história se foque (a priori) no romance do casal, como eu disse acima, não senti tanto o tom de romantismo. Por mais que o casal receba a maior atenção do enredo, outros aspectos da vida do protagonista também são levados em consideração, sua relação com o homem que o hospeda em sua casa, seu amor e admiração pela irmã mais nova e sua relação com o pai (que para mim é a melhor parte do filme).


About Time

Entre várias voltas no tempo, a história se desenrola nos levando a cada momento a uma reflexão diferente sobre o que fazemos com cada pequeno instante de nossas vidas, afinal, NÓS não podemos voltar no tempo para consertar nada e nem para reviver um bom momento. Mas não vou contar mais, pois não quero dar spoilers.

Só sei que é um filme que vale a pena ser assistido, principalmente por abordar diversos assuntos, como o tempo, família, felicidade, o valor dos detalhes, dos momentos. Uma verdadeira lição de vida.

“Questão de Tempo” é um filme encantador e nos passa uma lição ainda mais encantadora! Assisti o filme com a minha mãe no primeiro dia do ano e ficamos por uns 5 minutos caladas (com lágrimas – para não dizer litros – nos olhos) e fiquei com uma vontade absurda de aproveitar a vida, reviver bons momentos com a minha avó que já faleceu, provar novamente comidas, estar de volta numa festa que não aproveitei direito, dar um sorriso num momento de mau humor, prestar mais atenção nos pequenos detalhes, amar as pessoas que temos por perto e viver intensamente cada dia. Mas, principalmente, que nós possamos viver bem sem que precisemos voltar no passado para consertar ou viver direito.

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A conclusão final do personagem é surpreendente. E nos permite perceber algo que parece tão clichê mas que quase ninguém reflete sobre: a graça e a emoção da vida está justamente no fato de só termos uma chance e de vivermos cada momento de maneira única.

Então eu espero que você (assim como eu) assista o filme e reflita sobre mil momentos e maneiras de vivê-los.

Ah, e como eu também sou uma APAIXONADA por trilhas sonoras, até nisso o filme me ganhou, com a música de principal referência ao casal, numa versão super linda.

 

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Reza a lenda que após o carnaval no Brasil é que o ano novo realmente começa… e aí tem a volta às aulas, ao trabalho, academia, a rotina toda rsrs

Pra não começar já de cara amarrada, resolvi indicar um filme que virou um mito, um meme eterno (tudo nesse filme virou meme! Tudo!) das relações de competição acirrada entre mulheres e o tanto de veneno destilado de forma cruel entre os diversos grupos (nerds, asiáticos, gordos, patricinhas, etc.) mostrado de forma bem ácida e hilária.

Meninas malvadas

Mesmo que você já tenha visto esse filme há uma década atrás, tenho certeza que já viu de novo centenas de outras vezes, já decorou as falas e acabou de sentir um comichão pra assistir pela milésima vez, né? E se nunca viu, veja! Uma comédia feita pela Tina Fey (Saturday Night Live) certamente vale a pena, confia ;D

Indicado para: garotas, principalmente! Para quem não superou “As Patricinhas de Beverly Hills” e nem a série “Gossip Girl”; e para quem nem liga sobre o filme ser mais um de estereótipos escolares e cheio de sarcasmos.

Se pra qualquer um é complicado conseguir se enturmar logo que chega em algum lugar, pra estudante “sem graça” e certinha Cady (Lindsay Lohan), que estudou sempre longe de salas de aula porque vivia com os pais na África, é pior ainda. Não à toa ela vê o ambiente escolar como uma verdadeira “selva” (não parece ser assim em muitos outros lugares também?) e inicialmente se aproxima dos “losers” (o amigo gay e a amiga meio gótica ~esquisita~)

De repente, não mais que de repente, Cady é “adotada” pelas “Poderosas”, as meninas que ditam as regras na escola, as “Patricinhas de Beverly Hills” versão maldosas, lideradas por Regina George QueenB (Rachel McAdams).

God save the ~queen~ Regina George

Regina George para o bem ou para o mal virou um ícone de uma geração!

“Como eu começo a explicar Regina George?”

A loira é cínica, grossa, mimada, manipuladora, falsa, centro de atenções, fala mal e trata mal todo mundo, tem um livro onde estão os piores segredos de meio mundo de gente, dita as regras de moda na escola e ainda por cima tá sempre com o cabelo e maquiagem impecáveis – dá uma raiva, né?!

“Ela é incrível, mas é demoníaca”

“Livro do arraso” =  bullying pesado em tempos sem Facebook! Sabem aquele aplicativo “Secret”? Então, c-e-r-t-e-z-a que se inspiraram nesse livro pra criar.

E…?

Regina George é como aquela pessoa insuportável que parece ser perfeita mas tem algo de podre dentro – ainda assim, exerce um fascínio inexplicável nos outros (aaahh e eu tenho certeza que se você não conhece, vai acabar cruzando com alguém assim!). E é justamente esse fascínio que leva a novata a se aproximar da vilã e querer ser como ela.

Aos poucos a fofinha Cady vai se transformando em uma “poderosa”, mudando o estilo, as gírias, os amigos… deixando de lado quem ela realmente é pra se tornar uma cópia da própria Regina.

Tipo gêmea ou apenas uma copycat

E pra completar, a paixonite meio platônica da moça pelo ex namorado de Regina George se torna um dos motivos principais pra a até então ingênua novata por as garrinhas de fora e tentar ser a nova “abelha rainha”, engordando a amigue celebridade local e fazendo de tudo pra conseguir ficar com o ex dela (e se achando certinha, fazendo “justiça” só porque a outra também não era santa – bacana, fera).

~Pode comer amiga, isso não engorda não~

No fim das contas, o filme acaba dando umas boas lições de vida pra aprender a ser gente e conviver com todo mundo independente de qual “tribo” seja, de um jeito beeeemm sarcástico! Tem uma lista divertida aqui nessa página da Saraiva com as lições do filme pra levar pra vida, haha!

“Chamar alguém de gordo não te faz mais magra. Chamar alguém de idiota não te faz mais inteligente” – BAM! Na fuça!

“Não deixe os ~haters~ te impedirem de fazer suas coisas”

Espero que vocês se divirtam com as críticas ácidas desse filme, que continuam beeeemm atuais em tempos de grosserias/hostilidades gratuitas e competição acirrada de popularidade nas redes sociais (né não?!) e depois voltem aqui pra comentar a ou as cenas preferidas!

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Se dezembro é o mês de por na balança tudo o que foi feito durante o ano, janeiro é o mês de recomeço, de fazer novos planos, sonhar mais… então, continuando com os filmes inspiradores de janeiro, vamos à indicação dessa semana: O fabuloso destino de Amélie Poulain.

Indicado para quem: tem ou gostaria de ter um pouco mais de sensibilidade, fãs de filmes com alguma fantasia, românticos incuráveis e sonhadores.

Este filme não é novo, é de 2001, do diretor Jean Pierre Jeunet e foi tão comentado durante tanto tempo que hoje em dia ou você encontra pessoas que amam o filme ou que detestem (ou ainda, que não viram para opinar hahaha). Obviamente faço parte da parcela que ama o filme e vocês vão já ler o porquê :)

Gosto muito da apresentação dos fatos em narrativa, e em específico como vão apresentando os personagens mostrando o que gostam e o que não gostam e a partir disso você tira suas próprias conclusões sobre a personalidade de cada um. A personagem principal, vivida pela cativante Audrey Tatou, gosta de jogar pedras na água, ir ao cinema para ver as expressões dos demais, quebrar a camada fina do crème brulée, enfiar a mão no trigo, procurar detalhes que ninguém mais vê. Todos esses gostos nos fazem perceber como é doce e simples a personagem Amélie.

Alguém já testou fazer isso na feira? Foi expulso?

A infância de Amélie era solitária pois seu pai achava que ela tinha problemas cardíacos, não podendo sair. Com isso, a pequena Amélie inventava suas próprias brincadeiras e distrações – as cenas iniciais nos lembram mesmo a infância sem eletrônicos, como por exemplo brincar de imitar bichos com as mãos, inventar “brincos” novos com cerejas…

Ó as ideia!

Compreender que Amélie foi uma criança solitária é a chave para entender a dificuldade dela em se relacionar com os outros apesar de ser uma pessoa muito doce. Quando adulta, resolve sair de casa e morar sozinha em Paris, trabalhando como garçonete. Um dia encontra uma caixinha no seu apartamento cheia de brinquedos muito antigos, um pequeno tesouro perdido de uma criança. Determinada a encontrar o dono, Amélie decide fazer diversas benfeitorias (o tal do “fazer o bem sem olhar a quem”, já ouviram?) caso esse seu primeiro plano dê certo. E é a partir desta decisão que ela começa a conhecer de fato as pessoas ao seu redor e vai iluminando de alguma forma a vida delas.

Que tesouro de infância você adoraria rever décadas depois?

Amélie passa a querer organizar a vida de todo mundo, porque por um tempo é o que dá sentido pra vida dela, no entanto tem dificuldades de por tudo nos eixos quando se apaixona (igual que nem todo mundo, né não?)… como toda boa criatura introvertida, não tem coragem (a princípio) de correr atrás, de ir viver de verdade. Até levar uma boa bronca de um dos novos amigos, que sabiamente a lembra que ela não tem ossos de vidro (mais um filme cheio de frases pra guardar na memória com carinho haha!).

“Então, minha pequena Amélie, seus ossos não são feitos de vidro. Você aguenta os chutes da vida.” – TRÁ!

Como quero que vocês assistam o filme, não vou me estender muito mais sobre o que acontece, mas só queria dizer que o romance presente no filme é um dos mais bonitinhos e inocentes do cinema. Com o primeiro beijo mais doce e encantador que eu já vi <3 ps: você vai ficar com a trilha sonora do Yann Tiersen grudada na mente!

(som de suspiros)

(som de suspiros)

A Amélie nos inspira a dar o melhor de si, apreciar as coisas que parecem pequenas e insignificantes e por fim, permitir ser amado(a)!

amelie e nino

Muito amor pra vocês essa semana!

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