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20 de junho de 2016

Já tem um tempo que venho sentindo um desgaste e até porque não dizer, “nojinho” de boa parte das redes sociais.

“Mas como assim Maiara, tu tens um blog e enjoou da internet?! Comassiimmm?!”

Não é que eu tenha enjoado da Internet (nunca! eu amo esse mundão virtual de meudeus hahahaha), mas me sinto saturada de super exposição de tudo, todos a qualquer instante. E percebi que não estou só nesse sentimento! Conversando com amigos e conhecidos, descobri que tem mais pessoas cometendo “pequenos suicídios virtuais”. Trocando em miúdos: deletando conta de instagram, snapchat, facebook, whatsapp eternamente no silencioso e/ou saindo dos 1029391628376 grupos (tenho certeza que você também já quis fazer #aloka e sair de vários deles sem nem dizer tchau!).

Fui perguntar os motivos e eles foram diversos. Muita gente se desgastou demais com amigos, conhecidos e familiares nos últimos meses por conta das opiniões e divergências políticas, outros cansaram das enxurradas de fotos documentando cada instante da vida alheia, uma selfie atrás de outra, avalanche de propagandas, links e mais links de notícias (e quando você pára pra ver, sua barra de rolagem já nem existe mais!), a cada momento algo novo pra ver, ler e comentar.

GoOn

 

Até uns 15 anos atrás o mundo da internet era uma mina de ouro. As informações estavam lá mas você precisava “cavar”, passar horas “catando” os melhores links pra baixar músicas, descobrir na base da tentativa e erro quais os melhores fóruns sobre determinado assunto, o Google ainda não te entregava à distância de um clique milhares de links disponíveis sobre a mesma coisa. Era ralado conseguir informações (e verídicas) sobre qualquer coisa. O máximo de interação com outros ~internautas~ (noooossa, revelando os termos virtuais pré históricos! E de quebra, minha idade) era por meio do ICQ (sdds barulhinhos irritantes), mIRC (sdds “oi, quer tc?” “espera só mais 20 minutos, tá carregando a foto”, chat do UOL (meu deus…o horror hahahahaha), fóruns e blogs (olhem que incrível, se fazia amizades comentando loucamente nos blogs Brasil/mundo afora!).

Não havia celular com câmera, mas quando as câmeras digitais começaram a se popularizar, logo uma rede social virou mania, já dando a dica de que gostamos mesmo de exibir nosso cotidiano pra geral: Fotolog! Quem nunca postou aquela foto estourada de flash com texto de música mais uma frase de indiretinha pra quem quer que seja? Depois veio o Youtube, Orkut, Facebook e o resto é história, ficamos cada vez mais viciados em acompanhar a vida dos outros e receber informações (relevantes ou não) a cada minuto do dia. Há estudos apontando que 93% do tempo conectado é gasto no Facebook. E no Brasil a média de tempo conectado passa de 27 horas por mês, a maior média da América latina (nada pra se orgulhar, galere).

A questão é que chega uma hora que você tá exausto, mau humorado, “de bode” de interagir online e nem sabe direito porque. Amigo(a), você só está cansado também, saturado de tanta notificação. Geralmente o primeiro ímpeto é o do “já chega, vou deletar todas as contas e sumir!”

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Mas isto não funciona tão bem em um mundo onde a internet é essencial, principalmente para assuntos acadêmicos e/ou profissionais, além das relações pessoais. Se você resolver cometer “suicídio virtual”, é capaz que retorne dentro de alguns meses, mesmo que a contragosto, por necessidade. Então como que faz esse tal detox?! Tenho algumas dicas, de coisas que passei a fazer e outras que li/ouvi sobre os processos de detox alheios.

  1. Silencie todos os grupos por um ano – Essa não é irreversível caso você se arrependa ou precise estar atento a algo de trabalho, por exemplo. Então vai lá e silencia sem dó! Tenha disciplina e só leia quando estiver em tempo livre e o que você considerar relevante.
  2. Substitua o feed do Facebook por mensagens motivacionais e lembretes com o Feed eradicator  – ok, essa pode ser bem radical, mas funciona pra quem abre a rede social “só pra ver as notícias” e 3 horas depois ainda tá olhando o feed (você ainda pode ver as notificações, páginas, tudo normal, mas terá que buscar sobre o assunto ou pessoa que lhe interesse). Faça isso e veja como seu tempo vai render e você terá mais assuntos quando vir seus amigos pessoalmente!
  3. Desative o chat do Facebook – Isso não impede que falem com você ou que você converse com os outros, você apenas não aparecerá mais disponível sempre que fizer login, de forma que só as pessoas que realmente queiram/precisem falar com você irão mandar mensagem. Fim da conversa fiada!
  4. Veja seu Instagram/Snapchat só e somente em horário ~realmente~ livre – sim, eu sei que são redes sociais feitas para acompanhar em ”tempo real”, mas justamente por isso elas roubam um tempo precioso do seu dia. Você vai lá ver “só uma fotinha” e acaba passando horas e horas curtindo fotos, adicionando mais perfis interessantes e lá se foi o dia (por isso mesmo eu deixei de usar o Tumblr, apesar de amar muito! Eu não fazia mais nada além de curtir e dar reblog).

No fim das contas é tudo questão de disciplina, organização e bom senso sobre o quê você vai consumir de informação, quem você vai adicionar (se no seu feed não há nada que preste, não é culpa do Mark) e que momento do seu dia é interessante/útil se manter conectado. Conseguindo por isso em prática minimante, se dê um belo parabéns por ter seu tempo de volta! 😀

PS: não fiquem chateados por eu interagir pouco em redes sociais, não dei block e nem unfollow em ninguém, só estou aproveitando melhor a vida offline <3

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25 de fevereiro de 2016

Na última semana as redes sociais ficaram cheias de declarações de amor aos filhos e a maternidade. O motivo? Um desafio (proposto não sei por quem mas que virou hit ou uma espécie de corrente facebookiana e instragamniana) onde as mamães deveriam postar quatro fotos que representassem as maravilhas da maternidade. Vi cada foto linda, bebês fofos e gordinhos, muito amor, carinho, sorriso e então…uma polêmica. UÉ mas por qual motivo haveria polêmica num momento tão fofo nas redes? Vou explicar meus amigos: A hipocrisia que nos é peculiar.

Não vou ser tão profunda na minha análise porque isso requer estudos de psicologia, sociologia entre outras ciências para explicar esse fenômeno que ronda o “desafio da maternidade”. Nos anos 90 uma frase tornou-se famosa: “ser mãe é padecer no paraíso”. Ual, então vamos todas ser mããães uhulll!! É isso? Não, não é isso. Essa frase dentre outros pensamentos causaram consequências não tão agradáveis na vida das mulheres (que está longe de ser justa no nosso país machista hehe). As mulheres tinham e tem obrigação de serem felizes, pacientes, 100% abnegadas e renunciar até mesmo a elas mesmas na maternidade afinal SER MÃE É PADECER NO PARAÍSO, EBA. E para não contrariar o padrão falso, as mulheres se sentiam e se sentem culpadas por serem humanas e não ficarem sempre felizes nesse estado-mãe (isso mesmo meus amores, mulheres são seres humanos, acreditam?).

Pois bem, sem mais delongas uma mãe comum então postou numa rede o seu desafio e disse o que muitas querem falar mas não tem coragem ou se culpam por sentir. Ela disse que a maternidade não é um mundo cor de rosa, não é um conto de fadas e muitas das vezes é um momento de muita angústia e frustração. Como iniciei o post falando de hipocrisia, vocês imaginam a repercussão que isso causou… muitas pessoas julgando a moça de não amar seus filhos ou de não entender o que é ser mãe (gente até que nunca teve filhos!). Eu olhei aquilo e fiquei me perguntando onde as pessoas estão com a cabecinha, pois no lugar certo não está. Eu compreendi totalmente aquela moça pois tudo que ela relatou no post eu senti ou sinto ainda.

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Menos desafio, mais desabafo [Lia Bock para a Revista Trip]

Trata-se de expor os dois lados da moeda, de sermos justos, de sermos honestos. A maternidade é sim um desafio diário. Não significa que nós mães não amemos nossos filhos se admitirmos que estamos cansadas, ou estressadas, ou que não aguentam mais ouvir choro. Isso faz parte da jornada. Faz parte do aprendizado. O que nós precisamos não é de uma ditadura do sorriso e sim de apoio e de informar a quem quiser que ser mãe é padecer NO DESAFIO. Talvez o maior desafio das nossas vidas.

(Obs: Esse post não tem intenção de criticar quem publicou suas fotos lindas com seus filhos. Achei particularmente muito fofo, mas senti necessitado de explanar sobre o caso polêmico. Um beijo)

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19 de fevereiro de 2016

Quem estava desatento deixou passar o novo meme criado no facebook (finalmente algo engraçado vindo exclusivamente dessa rede, já tava cansada de puxar a sardinha pro Twitter!) que consistia em zoar o nome de alguém por inbox. Sabe na época da escola, que você fazia piada do coleguinha batizado com nome de gosto duvidoso ou criava trocadilhos, tipo “Oscar Alho”, “Jacinto Pinto” e “Sofia D’umaégua”? A zoeira levou isso a outro nível!

Tudo começou por causa de uma questão de saúde pública. Descobrimos que nosso velho mosquito Aedes Aegypti além de dengue, agora também é responsável pela transmissão de Chikungunya (vírus da Zica). Mas Zica mesmo teve o cara chamado Chico Cunha porque, por ironia do destino o nome dele soa praticamente igual ao nome da nova doença mais pop do Brasil!

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O cara já foi tão perturbado, que não aguenta mais! A zoeira se prolifera mais rápido que o zica (ainda bem, né? #stopzicavirus).

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Mas isso foi apenas o começo! A onda de fazer trocadilhos com nomes por inbox pegou e até músicas entraram na jogada! Como sou manauara, vou começar mostrando essa toada de boi bumbá:

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Mas também tem esse breguinha de Wanderlei Andrade.

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Tem até funk! A Kedi Safiar é baile de favela!

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E, o meu preferido, essa alusão à música da Copa retrasada, da Shakira! HAHAHA

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Mas, ok! Não precisa musicar tudo! As vezes o nome é um trocadilho por si, só.

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Viu outros prints desses? Manda o link pra gente aqui nos comentários que a gente inclui! Boa sexta, gente!

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