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29 de fevereiro de 2016

Nada como ficar sem dinheiro para lembrar o que realmente é valioso nessa vida e o quanto a sua presença significa para as pessoas! Parece um post motivacional mas eu vou contar uma experiência real que explica o título aí em cima!

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Ano passado decidi trocar um emprego full time por um de meio período (e meio salário) que me motivava mais. Só que tomei essa decisão às vésperas de fazer uma viagem bem cara (Natal em alta temporada) e após decidir que faria outras 2 viagens em 2016 para acompanhar shows de bandas que eu adoro. O óbvio aconteceu: comecei o ano cheia de parcelas para pagar e economias para fazer e zero reais livres para comemorar meu aniversário (01/02).

Acontece que eu AMO comemorar meu aniversário e estava muito triste com a possibilidade dele passar em branco esse ano. Então, como forma de rir da situação, lancei no meu facebook uma lista de coisas que gostaria de ganhar de presente. Era algo despretensioso e a maioria dos itens eram experiências mas, para minha surpresa, os meus amigos compraram a ideia!

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Findou que na semana do meu aniversário eu comemorei ele TODOS OS DIAS com pessoas diferentes que fazem parte da minha vida e, a melhor parte: as comemorações não ficaram só nessa primeira semana! Pra falar a verdade até uns dias atrás recebi convite de amigos dispostos a me levar pra comemorar esses 28 aninhos muito bem vividos!

Eu realmente acredito na frase “Mais vale amigo na praça que dinheiro na caixa“ e penso que deixar de investir tempo cultivando novas amizades e regando as antigas é uma lástima! Amigos são coisas valiosas com um poder incrível de interferir em nossas vidas em todos os momentos dela.

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Acontece que todo mundo atrai para sua vida pessoas que se afinizam ou identificam com você. E, se em algum momento você se perceber sozinho(a), é hora de refletir sobre sua responsabilidade nisso. Será que você cultivou algo ou só deixou as pessoas passarem pela sua vida? Será que você deu importância às pessoas certas ou esteve muito ocupada(o) centrada em apenas uma, tipo um(a) namorado(a)?!

 

 

Eu espero que esse post seja um lembrete sobre o papel dos amigos em nossas vidas e, por isso quero deixar aqui uns pedidos:
– Pare de furar aquele programa que sempre tentam marcar!
– Se faça mais presente na vida de quem faz questão da sua companhia!
– Não seja aquele amigo difícil de encontrar!
– Dê sinal de vida! Mande uma mensagem! Avise seus amigos quando vir algo que te lembrar eles! Faz sinal de fumaça, qualquer coisa!
– Dá pra ter um relacionamento romântico sem abrir mão de todos os outros tipos de relacionamentos, viu? Não façam como eu que já me distanciei aos poucos da minha rede de amigos e passei a frequentar só a rede de amigos de um namorado! Depois vocês ficam na bad e não tem pra quem recorrer e nem quem chamar pra sair, viu?! Então saia também com os SEUS amigos, sempre que der!

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25 de fevereiro de 2016

Na última semana as redes sociais ficaram cheias de declarações de amor aos filhos e a maternidade. O motivo? Um desafio (proposto não sei por quem mas que virou hit ou uma espécie de corrente facebookiana e instragamniana) onde as mamães deveriam postar quatro fotos que representassem as maravilhas da maternidade. Vi cada foto linda, bebês fofos e gordinhos, muito amor, carinho, sorriso e então…uma polêmica. UÉ mas por qual motivo haveria polêmica num momento tão fofo nas redes? Vou explicar meus amigos: A hipocrisia que nos é peculiar.

Não vou ser tão profunda na minha análise porque isso requer estudos de psicologia, sociologia entre outras ciências para explicar esse fenômeno que ronda o “desafio da maternidade”. Nos anos 90 uma frase tornou-se famosa: “ser mãe é padecer no paraíso”. Ual, então vamos todas ser mããães uhulll!! É isso? Não, não é isso. Essa frase dentre outros pensamentos causaram consequências não tão agradáveis na vida das mulheres (que está longe de ser justa no nosso país machista hehe). As mulheres tinham e tem obrigação de serem felizes, pacientes, 100% abnegadas e renunciar até mesmo a elas mesmas na maternidade afinal SER MÃE É PADECER NO PARAÍSO, EBA. E para não contrariar o padrão falso, as mulheres se sentiam e se sentem culpadas por serem humanas e não ficarem sempre felizes nesse estado-mãe (isso mesmo meus amores, mulheres são seres humanos, acreditam?).

Pois bem, sem mais delongas uma mãe comum então postou numa rede o seu desafio e disse o que muitas querem falar mas não tem coragem ou se culpam por sentir. Ela disse que a maternidade não é um mundo cor de rosa, não é um conto de fadas e muitas das vezes é um momento de muita angústia e frustração. Como iniciei o post falando de hipocrisia, vocês imaginam a repercussão que isso causou… muitas pessoas julgando a moça de não amar seus filhos ou de não entender o que é ser mãe (gente até que nunca teve filhos!). Eu olhei aquilo e fiquei me perguntando onde as pessoas estão com a cabecinha, pois no lugar certo não está. Eu compreendi totalmente aquela moça pois tudo que ela relatou no post eu senti ou sinto ainda.

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Menos desafio, mais desabafo [Lia Bock para a Revista Trip]

Trata-se de expor os dois lados da moeda, de sermos justos, de sermos honestos. A maternidade é sim um desafio diário. Não significa que nós mães não amemos nossos filhos se admitirmos que estamos cansadas, ou estressadas, ou que não aguentam mais ouvir choro. Isso faz parte da jornada. Faz parte do aprendizado. O que nós precisamos não é de uma ditadura do sorriso e sim de apoio e de informar a quem quiser que ser mãe é padecer NO DESAFIO. Talvez o maior desafio das nossas vidas.

(Obs: Esse post não tem intenção de criticar quem publicou suas fotos lindas com seus filhos. Achei particularmente muito fofo, mas senti necessitado de explanar sobre o caso polêmico. Um beijo)

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23 de fevereiro de 2016

Que a crise tá aí e tá puxado pra todo mundo, a gente já sabe, porém também não vamos deixar isso esfriar (muito) os planos de curtir a maravilhosa experiência que é viajar, visse?

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Sim, porque as pessoas tem uma visão de que precisa de milhares de dinheiros pra viajar e isso não é lá uma verdade absoluta, convenhamos!  É tudo uma questão de adaptações, já dizia meu velho amigo Darwin :)

Depois do post da Nana “Manual para viagens curtas“, sai agora o segundo da série: Manual para viagens (curtas ou não) com grana curta. #realidades #crise #nãotáfácil

Vou usar minha experiência pessoal (grana curta é meu sobrenome!) para dar idéias de substituições, alterações, adaptações e outros ões que nos façam ter uma boa viagem, mesmo em tempos difíceis. Porque a grana pode ser pouca, mas a diversão não, hein!

 

Esqueça os hotéis!
É isso. Adicione uma letra no hotel e eis sua solução: hostel! Também chamado de albergue. A maioria já conhece ou ouviu falar, mas é o tipo de acomodação de dormitórios compartilhados; tipicamente de preços mais acessíveis, alta rotatividade de hóspedes e grande interação entre eles (essa é a melhor parte). Normalmente os quartos são de 4/6 pessoas, e eles tem áreas de interação (tipo varanda ou sala, etc) e também disponibilizam cozinha e geladeira pra os usuários (e às vezes lavanderia também).
Você acaba sempre conhecendo um monte de gente legal, faz amizade, interage bastante (ótimo pra quem viaja sozinho também) e de quebra economiza uma grana!

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Vá menos em restaurantes e mais em mercados!
Ainda mais pra quem tá hospedado em hostel, vale muito a pena passar em um supermercado e fazer compras rápidas de coisas básicas para refeições intermediárias (ou até mesmo as principais, dependendo dos dotes culinários) pois é possível fazer uma etiqueta de identificação e guardar na geladeira tranquilamente. Dá pra comprar coisas pra sanduba, iogurtes, frutas, etc!
Na hora de sair, programe seus lanchinhos, leve tudo já pronto na bolsa. Sua saúde e seu bolso agradecem.

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Faça menos passeios com agências de turismo e mais passeios independentes!
Eu sei, agências de turismo são ótimas e são uma mão na roda para todos, mas toda essa conveniência tem um preço e nem sempre vale a pena.
Quer vê? Ouve essa! Eu fiz uma viagem recentemente pra Porto de Galinhas (#sdd Nordeste!) e um dos passeios mais vendidos é pra praia de Maracaípe, daí eu fui ver os preços dos pacotes e estavam meio salgados pro meu bolso. Resolvi não ir (e também avoada que sou esqueci de pesquisar sobre) e no último dia descobri que tinha um busão que fazia o mesmo trecho por…12 reais! E pior, descobri que uma galera do hostel tinha ido no dia anterior, fuen.
Eu perdi essa oportunidade, mas fica aqui a lição desta triste fábula para que esse tipo de coisa não ocorra com vocês. Pesquisem, perguntem! Como dizia papai “quem não se comunica se estrumbica”. De preferência perguntem pra própria galera turista mesmo, os hóspedes do hostel, por exemplo.

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Faça parcerias inteligentes!
Vale para a vida, para os negócios e para as viagens também. Dito que parceria é formação de grupos de indivíduos com interesses comuns, porque não fazê-las nas viagens? hehe
Viajar é bom, mas dividir custos é melhor ainda. A não ser que você esteja numa viagem já com um grupo de pessoas, ou com o boy ou girl magia [e quer ficar ~alone~ com o(a) respectivo(a)] arranjar uma parceria é deveras uma alternativa inteligente para baixar custos.
Quer fazer um passeio? Chame um colega do hostel e já racha metade do valor. Quer almoçar mas as opções não estão agradando e quer curtir um restaurante pra variar? Chama aquela amiga que tá no mesmo dormitório! Pergunte se alguém do hostel não está indo pro aeroporto no mesmo horário que você e já racha o táxi, e por aí vai…

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Bom, nessa vida de economias há todo um universo, mas espero que essas dicas possam ajudam a começar um planejamento de futuras viagens que caibam no bolso, afinal, viajar é preciso! E, reitero meu pensamento inicial: não deixe sua grana pouca esfriar (muito) os planos de curtir a maravilhosa experiência que é viajar, visse?

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19 de fevereiro de 2016

Quem estava desatento deixou passar o novo meme criado no facebook (finalmente algo engraçado vindo exclusivamente dessa rede, já tava cansada de puxar a sardinha pro Twitter!) que consistia em zoar o nome de alguém por inbox. Sabe na época da escola, que você fazia piada do coleguinha batizado com nome de gosto duvidoso ou criava trocadilhos, tipo “Oscar Alho”, “Jacinto Pinto” e “Sofia D’umaégua”? A zoeira levou isso a outro nível!

Tudo começou por causa de uma questão de saúde pública. Descobrimos que nosso velho mosquito Aedes Aegypti além de dengue, agora também é responsável pela transmissão de Chikungunya (vírus da Zica). Mas Zica mesmo teve o cara chamado Chico Cunha porque, por ironia do destino o nome dele soa praticamente igual ao nome da nova doença mais pop do Brasil!

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O cara já foi tão perturbado, que não aguenta mais! A zoeira se prolifera mais rápido que o zica (ainda bem, né? #stopzicavirus).

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Mas isso foi apenas o começo! A onda de fazer trocadilhos com nomes por inbox pegou e até músicas entraram na jogada! Como sou manauara, vou começar mostrando essa toada de boi bumbá:

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Mas também tem esse breguinha de Wanderlei Andrade.

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Tem até funk! A Kedi Safiar é baile de favela!

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E, o meu preferido, essa alusão à música da Copa retrasada, da Shakira! HAHAHA

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Mas, ok! Não precisa musicar tudo! As vezes o nome é um trocadilho por si, só.

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Viu outros prints desses? Manda o link pra gente aqui nos comentários que a gente inclui! Boa sexta, gente!

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Tudo começou quando me vi enjoada do meu guarda-roupa, olhando para aquele monte de itens, não me identificando em quase nada e, então, me questionei o porquê disso. E está aí a resposta: o consumo desenfreado e sem consciência nenhuma!

Mas é possível ter um consumo de moda consciente?

Em meio ao capitalismo é quase impossível se ter um consumo consciente na moda, mas dá sim! O primeiro passo para isso é entender que o consumo consciente não significa não consumir! E sim, saber o que compramos, de onde compramos, por que compramos e qual o fim que isso terá.  Além de lembrar que não existe “jogar fora” já que todo lixo continua aqui do ladinho da gente.

Ter uma consciência fashion é um desafio enorme e é preciso se conhecer muito bem, olhar para você e ter bem claro o que você gosta, como se sente vestindo alguma peça. Até porque não dá para se viver  a vida de artista, blogueiras que ditam moda ou do amado pinterest. Tudo isso inspira mas não se esqueça da sua personalidade, acima de tudo!

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Mas como resistir a tanta coisa barata e liquidação?

O fast fashion fez com que mudássemos a maneira como vemos a moda. Para que pudéssemos consumir as tendências de forma mais rápida e acessível as roupas passaram a ser descartáveis e a ter dias contados em nossos guarda-roupas. Fora tudo aquilo que já sabemos sobre as produções escravizadas. Então antes de comprar, vamos parar, pensar nisso e fugir da tentação barateza sem propósito. Mas oh! Dá para ter peças fast fashion sim, só não o closet todo e continuar comprando mais e mais a cada coleção lançada. Vale a pena pesquisar, olhar a qualidade do tecido, da costura e comprar quando tiver certeza que aquela peça conquistou seu coração e vai passear com você por diversas vezes.

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Conheça o que você está comprando!

Li muito sobre isso quando pesquisei sobre o armário-cápsula (falarei sobre isso em outro post ♥), é muito importante saber a origem do que você está comprando. Se você gosta de moda, não custa nada pesquisar um pouco mais sobre o que você vai vestir, né? No Brasil, e aqui mesmo em Manaus, tem marcas incríveis que adorariam sair com você. Mas Mari, custa mais caro! Sim, infelizmente custa mais caro. Mas vale pensar no custo benefício disso, peças diferentes, que te representam, de boa qualidade e que duram muito mais. Que tal trocar quatro ou cinco peças fast fashion por uma de produção própria no seu país? Isso é ter consumo consciente!

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DICA! Consuma de uma nova forma!

Miga! Não tenha medo de usar peça que passaram por outras mãos. Lavou, tá novo! O máximo que elas tem é mais histórias para contar. Chama as amigas e troquem as peças que vocês já enjoaram, empresta o vestido mara da miga para a festa do final de semana, venda o que não vai mais usar por preços acessíveis, Enjoei está aí para isso, e claro: compre usado, também!

Outra dica é olhar para tudo que já tem no seu guarda-roupa e comprar peças que combinem com o que você já tem, assim você consegue maiores combinações de look com uma quantidade menor de peças.

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Mas Mari, você faz tudo isso?

Ainda não, mas já estou tentando, por isso criei esse post. Parar para pensar na forma como consumimos, onde podemos diminuir o consumo ou gerar menos lixo já é o primeiro passo. Já tem um tempo que quero criar um armário-capsula e assim que montá-lo conto para vocês. Quem sabe até aparece uns looks do dia com peças de marcas independentes!

E vocês como veem tudo isso? Se tiverem dicas de como ter um consumo mais consciente de moda deixa aqui nos comentários. Vou adorar saber! E se tiverem dicas de produções locais independentes, pode sugerir!

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9 de fevereiro de 2016

Último dia de carnaval, caíram muito na farra, foliões? 😀

Como vocês souberam nós fizemos pro carnaval uma matéria pro G1 de como customizar abadá no maior estilo Phynas de ser: fácil, baratex e tudo DIY, claro!
Quem viu, pode rever e quem não viu, pode ver aqui  😉

Resolvemos fazer o tradicional post com fotos para que vocês possam consultar para os últimos blocos (pros foliões de todas as horas e blocos e trios) e/ou consultar pra o ano que vem. Aliás, cá entre a gente: são idéias de customizações que podem ser usadas além do carnaval, ces vão ver!

Dica 1: Brilhe muito, aposte nas lantejoulas!

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Como a Nana mostrou no vídeo, precisa de tesoura, cola para tecido, feltro e lantejoulas (claro! #DragQueenForever)
A ideia é fazer um molde de feltro para a manga e depois colar as lantejoulas. Na matéria fizemos um molde de “nuvemzinha” super fácil de fazer.
É só cortar o molde, aplicar na blusa e após isso colar as lantejoulas nas bordas (ou na manga toda, dependendo do nível de DragQueenzisse que você queira).
Simples, rápido e dá um up legal no abadá/blusa. Dá pra usar essa mesmo ideia pra uma festa temática ou pra dar um up numa blusa simples e usá-la na vida mesmo, why not?!

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Dica 2: Use uma tesoura e só!

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Esse é mais fácil ainda, precisa de uma tesoura, o abadá/blusa e só! A ideia é fazer cortes na blusa e depois uma dobradura simples, nada do outro mundo. Esse corte dá pra ser feito na parte que você quiser da blusa; eu particularmente uso mais nas laterais e nas costas, mas coloque sua imaginação em ação!
Comece contando faixas/tiras na parte escolhida. Tente não cortar tiras muito grossas senão o detalhe não fica muito aparente.
Isso por si só já fica legal, a parte de trás ou das laterais todas em faixas. Fica legal pra usar com top, pois fica um detalhe simples e ao mesmo tempo bem perceptível.

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Se quiser continuar e fazer a dobradura, comece pela parte debaixo. Sempre colocando a faixa debaixo e passar por debaixo do próximo, e assim sucessivamente. Quando chegar na última faixa que você cortou, corte-a e amarre com a faixa anterior a fim de que sua dobradura não solte toda.
Simples e mais barato, impossível, né!

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Curtiram as customizações? Se também tiverem suas próprias dicas, compartilhem conosco! <3



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3 de fevereiro de 2016

Sei que uma cidade vale a pena ser visitada quando vou embora querendo ficar. É o caso da capital do Rio Grande do Norte e, por isso, me senti no dever de compartilhar o que vi e ouvi de lá com vocês!

A CIDADE
É pequena, não tem nem metade dos habitantes de Manaus mas as possibilidades são enormes e ela respira turismo! Parece que todo mundo ali está pronto pra te receber! A maioria dos taxistas foram gente boa, as pessoas davam dicas certas e legais e foi fácil andar de ônibus quando necessário.

AEROPORTO
Construíram um aeroporto em outra cidade. SIM, eles tinham um dentro e essa nova obra foi controversa (politicagem) mas no próprio aeroporto existem serviços de van para te levar onde quer que você esteja hospedado por um valor fixo por pessoa. Uns R$40. De taxi daria o triplo.

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Dá uma olhadinha na quantidade de hotel e pousada aí na Ponta Negra!

PONTA NEGRA
O bairro em que eu me hospedei foi esse. EXCELENTE IDEIA. É um mar de hoteis, pousadas, hostels e perto de vários restaurantes, casas de artesanato, barzinhos e afins. Bairro pra turista, mesmo! Além de ter praia pertinho, claro.

Mas chega de enrolar e vamos à lista dos locais que visitei e dos que queria ter visitado mas não deu tempo, então terei que voltar lá (oh, que sacrifício!) Primeiro os restaurantes que valem ser ressaltados.

O que o lugar tem de bonito a comida tem de gostosa!

O que o lugar tem de bonito a comida tem de gostosa!

CAMARÕES
Que lugar! É um restaurante famoso, especializado em… adivinha? E tem mais de uma unidade. Pratos fartíssimos, garcons incríveis, ambiente elegante e tratamento sensacional… não é barato mas vale mais do que cobra!

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CASA DE TAIPA
Decoração rústica, comida regional, ambiente aberto e menu especializado em cuzcuz e tapioca. Pense num povo que leva a sério esse lance de especialidade da casa! Um cardápio todinho “só disso“. Achei um amorzinho o lugar.

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CURVA DO VENTO
A cada 2 pessoas que eu conversei, 3 recomendaram a pizza de lá. Estavam todos certos. Pizza sensacional! O ambiente tem um quê de intimista com pouca luz e vive lotado. O atendimento demora um pouco mas vale a espera.

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O nome certo deveria ser: MINA DE OURO!

MINA D’AGUA
Amo comida mineira e apesar disso não ter nada a ver com Natal, achamos esse restaurante perdido no meio da cidade e MEU DEUS, melhor almoço! Garçons gente finíssimas, comida sensacional no formato self-service, mesa de doces típicos pra sobremesa com direito a chef fazendo misturas e dando explicações sobre cada tipo de doce de leite e nos fazendo degustar de graça. Antes de sair rolando de tanto comer, um garçon ainda nos ofereceu cafezinho acompanhado de rapadura. Quase não vou embora mais!

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TU É DOIDO, É? Olha o tamanho disso!

FOGO E CHAMA (faltou ir!)
Todo mundo indicou mas não deu tempo. Um lugar cujo buffet reune carnes nobres, saladas, frutos do mar e comida japonesa, merece ser destacado, né?  Obs: eles pegam e deixam hóspedes no Hotel, é só ligar agendando! Tem lá no site deles.

Agora vamos falar de praia! O clima do planeta tá tão louco que choveu a maioria das vezes que fui à praia. Olha que Natal é ensolarada o ano todo e em janeiro é verão. Mesmo assim deu pra dar uns mergulhos!

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PRAIA DE PONTA NEGRA/DOS ARTISTAS
Existe uma regra geral de que: quanto mais longe, melhores e mais lindas as praias. Essas duas praias ficam na capital, então não são as melhores, mas quando o dinheiro pro taxi acabar ou a gasolina pesar, quebram um galho

Pipa é linda até sem sol!

Pipa é linda até sem sol!

PRAIA DE PIPA
A mais linda, diferentona, distantezona (leva umas horinhas de Natal até lá) e badalada. Passei pouco tempo e estava nublado mas a paisagem vale a pena, as ruas são todas em pedras e nos advertiram que a noite é boa! É um lugar ótimo para se hospedar por um fim de semana, por exemplo.

Olha que lindeza Maracajau! Pena que não deu pra ir :(

Olha que lindeza Maracajaú! Pena que não deu pra ir :(

MARACAJAÚ (faltou ir)
Meu amigo, que frustração não ter achado espaço no cronograma pra essa lugar! As fotos de lá são paradisíacas e dá para fazer mergulho! É um passeio obrigatório e tá incluso em todo roteiro das agências de turismo por lá.

Nem só de sol se vive! Apesar de cidades com praia seguirem um padrão de “dormirem cedo“ e as festas e bares fecharem lá pelas 2 da manhã, dá pra se divertir antes disso. Mas SAIA CEDO! Vou te passar as dicas!

Forró com turista: tem hora da quadrilha!

Forró com turista: tem hora da quadrilha!

FORRÓ COM TURISTA
Tem banda, um cantor que faz vezes de animador, muitas mesas pra quem quer sentar e dançarinos que tiram as pessoas para dançar! É um lugar família, as músicas são bem típicas e o local é um antigo presidio onde também funcionam galerias de artesanato! Tem uma van que te pega no hotel e leva de volta, se você combinar antecipadamente e pagar uma taxa!

(Foto: Larinha R. Dantas)

(Foto: Larinha R. Dantas)

ATELIÊ BAR E PETISCARIA
Ao contrário do anterior esse lugar só é conhecido pelos “nativos“. Sempre bom pegar dicas com quem mora na cidade, né?! Fui bater lá após o Forró com Turista me expulsar gentilmente cerca de 2h da manhã. É pequeno, sem luxos, meio underground mas toca MPB, samba e clássicos animados e dançantes. A entrada era barata, as bebidas também e o público jovem. Eu curti!

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TAVERNA PUB
Um lugar com tema medieval em formato de castelo e com decoração interna condizente merece atenção. Entrada cara, cerveja cara mas abre segunda-feira, sabe?! Quando você tá de férias quer programação pra semana toda, então valeu a pena ir. Tem atrações musicais bacanas a noite toda, também. Aprovei!

FORRÓ PÉ DE SERRA (faltou ir)
Sou odiada por mim mesma e minhas amigas por ter lido errado o flyer com os dias de funcionamento. Só abre quarta, sexta e sábado mas eu jurava que abria aos domingos então deixamos pra ir esse dia e… pois é! Todo mundo conhece, forma fila pra entrar e a fama é ótima. Nos arredores há vários restaurantes e bares, inclusive o “Curva do Vento” e “Tavera Pub” são quase na mesma rua.

Para encerrar, vou falar dos dois passeios que acho obrigatórios ao visitar Natal!

Procurando o sol!

Procurando o sol!

PASSEIO DE BUG
Não dá pra ir a Natal sem fazer esse passeio pelo litoral norte e derrapagens nas dunas. Tem vários bugueiros na cidade e você com certeza cruzará com muitos desses carrinhos pelas ruas. AMEI! COM EMOÇÃO, SEMPRE! (até quando pedimos sem hahahaha).

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isso tudo é apenas UMA PARTE da copa do cajueiro monstro!

MAIOR CAJUEIRO DO MUNDO
No caminho para Pipa, parada obrigatória. Tem explicação dos guias, degustação de suco de caju, feirinha de artesanato ao lado e vários hectares para se apreciar uma árvore que está no livro dos recordes. Cobram entrada, mas é barato!

Esse post ficou longo que só a peste mas eu tentei resumir de uma forma prática de ler e espero ter despertado a curiosidade de quem ainda não foi a essa cidade. Viajar é uma coisa maravilhosa mesmo e a gente aprende muito com isso, né?

O "Espanta-urso" disse que eu sou bonita e tirou uma selfie com meu celular!

O “Espanta-urso” disse que eu sou bonita e tirou uma selfie com meu celular!

Aprendi que em Natal todo mundo é “boy“ mesmo não sendo magia! Aliás, não precisa nem ser homem para ser chamado de boy. Até mulher é boy. Peguete é “boyzinha“, no diminutivo, carinhoso! E que sotaque gostoso! Se você acha que sotaque nordestino é tudo igual, tá precisando apurar esses ouvidos!

Natal… que saudade! Você me conquistou! Se as passagens praí não fossem tão caras, entraria no meu roteiro “preciso visitar todo ano“ assim como o Rio de Janeiro entrou. Mas um dia eu volto, hein? Olha, que eu volto!

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Olá moças e moços que acompanham o blog, sentiram saudades dessa que vos fala? Se sim, OK. Se não, OK também HAHAHA. Vamos lá, no post anterior falei sobre a minha experiência de grávida e recebi muitos feedbacks. Fico feliz que tenham se identificado! Já hoje falarei da minha experiência de new mom nesses primeiros meses do meu filho, da dinâmica da minha nova vida, dos estresses, das alegrias, das tristezas… So let’s start.

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• As mudanças na dinâmica do dia a dia
Sempre ouvimos falar que um bebê muda tudo e é a puríssima verdade. Tudo mudou. Os bebês, principalmente recém-nascidos, necessitam de 100% de atenção e por esse motivo eu decidi ficar na casa dos meus pais durante esse período até me mudar. FOI UMA SÁBIA DECISÃO. Sou muito nova, nunca participei de roda de mães, a maternidade nunca foi um sonho, então eu não tinha muito jeito pra nada. “Ah mas quando você tiver seu filho vai ter jeito sim” Mentira, mana! Até hoje eu carrego ele meio troncho mas nem ele e nem eu nos importamos. Estar na casa dos meus pais foi positivo pelo fato de eles terem experiência e ajudarem nas horas de aperto, mas também foi ruim por conta da privacidade e dos pitacos que sempre dão (com boa intenção) e acabam atrapalhando a nossa forma de lidar com a criança. Minha família foi ótima comigo mas creio que na hora de educar um filho o melhor mesmo é ficar só você, seu marido e seu filho (ou só as mães, ou só os pais, ou só os avós, depende de quem cria e como e a estrutura familiar).

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• O Bebê
Bebezinhos são seres misteriosos. Cada um responde aos estímulos de uma forma. É essa minha conclusão depois de ouvir experiências de trocentas mães me aconselhando o que devia fazer (na famigerada hora do aperto). Não existe regra. “Ah choro assim é porque tem fome” “Ah se tá assim é porque quer colo” “Ah isso e isso e isso” . Percebi que as regras não funcionaram muito bem com a minha cria e assim nós (eu e meu marido) aos poucos tivemos que decifrar nossa esfinge em forma de bebê. Seu bebê é único. O meu, no caso, deu trabalho para dormir bem a noite e com as cólicas…ai, as cólicas! O sono nós resolvemos criando uma rotina, dica não só da pediatra mas também da leitura “A encantadora de bebês” que foi uma mão na roda para nós! As cólicas infelizmente duram, geralmente até os 3 meses, é normal sim e seu bebê vai ter isso. Existem diversas crendices para passar a dor, mas é sempre bom ouvir o que o pediatra vai dizer e receitar.

• Eu (mãe)
Os 3 primeiros meses parecem que duraram três anos. Foram intensos e cheios de aprendizado. Ainda não me sinto preparada para criar o bebê, mas acredito que essa sensação percorra a vida toda para muitas mulheres…talvez seja a pressão que cai em cima das mães de serem perfeitas, sorridentes e bem humoradas, afinal um filho é tudo na vida, né? Mas o que as pessoas esquecem é que uma pessoa é feita de diversas facetas. Existe eu mãe, existe eu esposa, existe eu filha, eu amiga, eu irmã, etc. Não somos apenas uma só. E não devemos nos anular. Precisamos de um tempinho para respirar durante essa fase e é para isso que carinhosamente tive ajuda das minhas irmãs e mãe, para poderem ficar com o bebê para eu poder comprar algo pra mim no shopping ou jantar com meu marido. EI, É SAUDÁVEL E RECOMENDÁVEL TER TEMPO PARA SI NESSA FASE, NÃO SE ENCLAUSURE, PEÇA AJUDA! SOMOS HUMANAS. Amo meu filho com todas as forças mas também me amo e sei que preciso me cuidar, ter vaidade, tomar um banho para relaxar…apesar de não acontecer com muita frequência. As tarefas aqui são divididas igualmente. Não existe aqui folga pra nenhum (eu e marido) ambos nos ajudamos. E isso faz a diferença. Isso te ajuda a ter forças e gás para dar mais de si. É assim que são as coisas.

E vocês que já foram mães, como foi essa fase?

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Período de férias é praia, sal, areia, piscina, rio, igarapé, cachoeira, sol! Só coisa boa, mas depois de um tempinho nossos cabelos vão se cansando dessa vida de curtição e começam a ficar aquele aspecto, digamos, não muito glamouroso: ressecado pedindo pelo amor de todos os santos uma hidratação.

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Bom, eu não sou muito rata de salão de beleza. Normalmente ando com meus cabelos ao natural, e prefiro fazer hidratação em casa com produtos naturais que normalmente eu tenho, e eis que hoje vou compartilhar a minha dica mágica pra vocês ficarem com cabelos lindos e de sereia: óleo de côco!<3

Sim, quem me conhece sabe que sou quase como uma embaixadora do óleo de côco, haha! Ou seja, uso para diversas coisas e vou falar da minha experiência com esse divo da natureza e melhor amigo do meu cabelo. É fácil de fazer, acessível e dá um ótimo resultado; eu uso a cada quinze dias, mais ou menos.

O óleo de côco tem um ótimo poder de hidratação pois é rico em ácidos graxos e vitaminas que agem na parte interna do fio do cabelo, mas como tudo na vida, deve ser usado da maneira e com a quantidade correta senão o efeito desejado não surge. Ultimamente tem ficado famoso este óleozinho, mas também tem surgido algumas dúvidas em relação a como utilizá-lo, e por isso vou tentar ajudar com minha experiência.

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Antes da descrição da hidratação vamos fazer algumas observações:

* Faça essa hidratação com o cabelo seco e sem tê-lo lavado neste dia;
* Se, após a hidratação, o seu cabelo ficar com aspecto úmido e oleoso é porque você deixou resíduos do óleo no fio, deixando-o pesado;
* Após a aplicação, lava-se o cabelo uma ou duas vezes dependendo do seu tipo de cabelo. Como o meu cabelo é grande e com muito volume eu preciso lavar 2x para conseguir tirar o óleo de toda a extenção do cabelo. Para pessoas com cabelo oleoso também é altamente recomendável lavar 2x com shampoo (por precaução melhor todo mundo lavar 2x haha);
* O tempo que você passa com o óleo no cabelo também influencia na hidratação, pois o fio absorve o óleo (e por isso hidrata), porém também não adianta querer deixar 24h. Se controla, miga!
* Algumas pessoas aquecem o óleo de côco para que ele fique líquido, pois em temperaturas mais baixas ele se torna pastoso; bom, preciso nem explicar que em Manaus HellCity não precisa pois ele fica em seu estado naturalmente líquido (a não ser que vc guarde na geladeira);

Mas vamos ao que interessa!
O que precisa? Basicamente óleo de côco e cabelo (importante esse item!). Mas uma touca (ou toalha) também é útil pra abafar e acelerar o processo.
Observação: Preferencialmente use o óleo de côco extra virgem (se for prensado a frio, melhor ainda)
Quanto de óleo usar? Depende do tamanho do cabelo. Cabelos grandes podem precisar de umas 5 colheres de sopa; para os pequenos, umas 3 serão suficiente. Também não é crime passar um pouco mais, só é preciso ficar atento pra tirar todo o óleo do fio ao final da hidratação.
Onde achar o óleo? Facilmente achado em farmácias, mercados ou ainda em empórios de produtos naturais.
Qual o valor? A faixa de preço é de 20-30 reais o vidro com 200ml/300ml.

Como fazer a hidratação?
-Aplique a quantidade de óleo por toda a extensão do fio, exceto na raiz (principalmente quem tem cabelo oleoso), massageando bem. Depois prenda-o.
-Você pode colocar uma touca plástica para abafar, ou uma toalha úmida. Permaneça algum tempo (pelo menos 15-20min), e após isso lave o cabelo normalmente.

OBS: Será muito bom se vc puder passar uma hora com o óleo no fio. Eu normalmente passo no cabelo nos finais de semana e vou fazer algum trabalho manual, ler um livro, lavar uma louça, ver um episódio de uma série, enfim…fique um tempinho com ele na cabeça para que o fio do cabelo tenha tempo de absorver o óleo. Muitas pessoas costumam fazer essa hidratação de noite, dormir com o óleo no cabelo e lavar na manhã seguinte.
OBS2: Certifique-se de que o cabelo não está oleoso, ou seja, que não tem nenhum vestígio do óleo nele. Se ainda tiver, lave novamente de modo a tirar todo o excesso do produto.

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-Após isso, seque normalmente com o secador ou ao natural. E pode sair por aí ostentando cabelos lindos, sedosos e hidratados como se você tivesse num comercial da L’Oreal, porque afinal: você vale muito, hehe!

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14 de janeiro de 2016

Para a primeira #quintacult do ano eu escolhi um filme que me deixou extremamente LOUCA para compartilhar e indicar, principalmente porque ele me fez refletir MUITO. E nada melhor do que uma história fictícia com um enredo bem surreal, mas que traz uma lição incrivelmente significante para nossa vida: como lidarmos com o tempo e com o amor/carinho/respeito pelas pessoas ao nosso redor. Chega de filosofia da Klyo e vamos ao que interessa.

Quero que após você ler minha “dica”, saia correndo para assistir “About Time”, que é o título original do filme, mas que foi traduzido no Brasil como “Questão de Tempo”.

Sem Título-1
O filme aparenta ser uma comédia romântica, mas que para mim foge do romantismo e embarca num drama que te leva a pensar em muitas relações suas com as pessoas (e pensar em relações amorosas fica a cargo do expectador). O filme é do diretor Richard Curtis (o mesmo de “Um lugar chamado Notting Hill” e “Simplesmente amor”, dois filmes que eu adoro).

A história gira em torno do personagem britânico Tim Lake (Domhnall Gleeson), que recebe a revelação de um segredo do seu pai (Bill Nighy) ao completar 21 anos: todos os homens de sua família têm o poder de voltar no tempo e viver novamente algum momento específico do passado. E viver esse momento de uma forma completamente diferente de como ele foi vivido antes.

Por mais que no início o personagem encare a notícia com um pouco de deboche, isso faz com que o assunto “viagem no tempo” seja visto de forma mais simplista e não como algo extraordinário (como geralmente é mostrado nos filmes). E então quando Tim tenta voltar no tempo pela primeira vez e consegue, ele começa a acreditar na história do pai. Ainda assim o filme continua passando a ideia de que o poder de viajar no tempo só é uma característica normal da família Lake, e não uma anormalidade, assim não se torna o FOCO principal do filme, você se fixa de verdade na história.

Tim começa suas viagens no tempo, sempre com a esperança de encontrar o amor da sua vida. Até que ele finalmente conhece Mary (Rachel McAdams), e como é de se esperar, algumas viagens ao tempo acabam mudando o curso dos acontecimentos. E o personagem acaba tendo que mudar várias vezes alguns acontecimentos do passado, e faz de tudo para que dê certo com Mary.

E, mesmo que se a história se foque (a priori) no romance do casal, como eu disse acima, não senti tanto o tom de romantismo. Por mais que o casal receba a maior atenção do enredo, outros aspectos da vida do protagonista também são levados em consideração, sua relação com o homem que o hospeda em sua casa, seu amor e admiração pela irmã mais nova e sua relação com o pai (que para mim é a melhor parte do filme).


About Time

Entre várias voltas no tempo, a história se desenrola nos levando a cada momento a uma reflexão diferente sobre o que fazemos com cada pequeno instante de nossas vidas, afinal, NÓS não podemos voltar no tempo para consertar nada e nem para reviver um bom momento. Mas não vou contar mais, pois não quero dar spoilers.

Só sei que é um filme que vale a pena ser assistido, principalmente por abordar diversos assuntos, como o tempo, família, felicidade, o valor dos detalhes, dos momentos. Uma verdadeira lição de vida.

“Questão de Tempo” é um filme encantador e nos passa uma lição ainda mais encantadora! Assisti o filme com a minha mãe no primeiro dia do ano e ficamos por uns 5 minutos caladas (com lágrimas – para não dizer litros – nos olhos) e fiquei com uma vontade absurda de aproveitar a vida, reviver bons momentos com a minha avó que já faleceu, provar novamente comidas, estar de volta numa festa que não aproveitei direito, dar um sorriso num momento de mau humor, prestar mais atenção nos pequenos detalhes, amar as pessoas que temos por perto e viver intensamente cada dia. Mas, principalmente, que nós possamos viver bem sem que precisemos voltar no passado para consertar ou viver direito.

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A conclusão final do personagem é surpreendente. E nos permite perceber algo que parece tão clichê mas que quase ninguém reflete sobre: a graça e a emoção da vida está justamente no fato de só termos uma chance e de vivermos cada momento de maneira única.

Então eu espero que você (assim como eu) assista o filme e reflita sobre mil momentos e maneiras de vivê-los.

Ah, e como eu também sou uma APAIXONADA por trilhas sonoras, até nisso o filme me ganhou, com a música de principal referência ao casal, numa versão super linda.

 

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