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[NOTA OFICIAL: esse post é um ponto de vista particular baseado numa experiência pessoal intransferível, foi autorizado pelo Ministério do TURISMO – essa parte é brincadeira- e não tem a menor pretensão de ser tomado com verdade absoluta! ]

São Paulo não é unanimidade. Tem quem ame pelas opções culturais, gastronômicas e oportunidades e tem quem odeie pelo trânsito, quantidade absurda de pessoas, violência, poluição e blábláblá outros problemas de grandes metrópoles.

Eu, nortista por parte de pai e nordestina por parte de mãe, acostumada a viajar de barco por rios cercados de árvores e visitar praias lindíssimas nas férias, nunca tive muita curiosidades pela “selva de pedra”. Conheci SP por acaso, indo a um evento da minha área que só acontece lá (Pixel Show). A 1a impressão foi ok! Curti poder usar camadas de roupa e andar de metrô mas já tinha ressalvas quanto aos paulistas por ter azar de conhecer a pedância de alguns que vieram de lá trabalhar por aqui. Isso se agravou com a infeliz coincidência de várias pessoas me darem informações erradas nessa viagem. “Eu nunca moraria aqui! Essa galera não é nada receptiva e parece que a cidade vai te engolir”, pensei.

A 2a ida à SP foi esse ano. A turnê de uma das bandas da minha adolescência (Maroon 5) viria ao Brasil e eu tinha que ir! Escolhi SP pois número de voos e promoções para lá são maiores. Cinco anos depois me hospedei nas mesmas imediações da 1a vez e São Paulo me parecia a mesma mas eu, certamente, tinha mudado! Amei de cara! Andei arrastando nossas malas pela Av. Paulista e passei por dezenas de pessoas preocupadas com suas próprias vidas enquanto eu imaginava de onde eles vinham e o que faziam. Chegamos ao Hostel e foi outro amor (repasso a indicação que me fizeram: The Hostel Paulista). Um dos muitos lugares legais e escondidos na cidade. “Quero morar aqui!”, pensei baixinho no primeiro dia.

20160316_162858Após ir à Exposição do Chaves, umas das coisas que eu “TINHA que fazer em SP!”

MITOS E VERDADES
Antes de viajar, pedi dicas do que fazer por São Paulo e quais lugares visitar, pra ter algum roteiro. Não segui nem 1/3 das dicas porque levaria uns 5 anos pra ter tempo e dinheiro pra tudo que me indicaram! São Paulo tem mesmo muitas opções culturais, culinárias e pessoas de todo tipo mas descobrimos que algumas das coisas que eu pensava eram mitos e outras verdades surgiram.

São Paulo dorme sim!
Era terça-feira à noite, percorremos a Augusta (pois “você TEM que ir lá”*) e, como não vimos nada atrativo aberto, fizemos o taxi parar em uma hamburgueria. A ideia era comer e pensar no que fazer mas o barman avisou “não acreditem nesse lance de que SP não dorme, porque dorme sim! Hoje é terça, não vai ter muita coisa aberta por aqui!”. Nos entreolhamos decepcionadas. Até pesquisamos uma outra opção de festa que funcionaria terça mas não era perto dali. Desistimos e migramos para o boteco ao lado mais tarde. (se você pensou “ah, vocês foram ao lugar errado, X, Y e Z estariam abertos”, da próxima vez me dá carona até esses lugares!!)

É. Dá pra fazer amizade!
Já ouvi, de gente que foi morar, estudar ou trabalhar lá mas está acostumado com a calorosidade manaura, o discurso de que é difícil fazer amizades em SP. Por sorte eu e minha amiga fomos criadas no Pólo Industrial de Manaus e desenvolvemos a habilidade de virar amigas de infância de quase qualquer pessoa. Ficamos amigas do barman, do garçom e da gerente do local que salvaram nossa noite! (obs: antes que nos julguem, o barman era casado e o garçom era gay, ok?! simpatia não é o mesmo que dar mole!)

Os melhores ‘paulistas’ nem são paulistas!
“Não tenho nada contra paulistas, até tenho amigos que são” hahaha mas eu sou o tipo de pessoa que gosta de conversar com o taxista, com a dona da lanchonete e com barmans e garçons. 90% dessas pessoas vieram de outras cidades! Assim como, sei lá, 70% do total das que conhecemos por lá. Achar um Paulista “legítimo” é raro! Mas as pessoas que DECIDEM viver lá com certeza contribuem e muito pro índice de simpatia, força de vontade e diversidade de São Paulo. Um cheiro pra todos os “paulistas por osmose”.

Paulistas não são uó, só tinha conhecido os errados!
Dessa vez não tenho nenhuma crítica! Todas as vezes que pedimos informação, pararam prontamente pra dar. No metrô, antes mesmo de abrirmos a boca um senhorzinho viu nossa cara de perdidas e explicou “tem que subir por aqui mesmo para chegar a tal canto!”. Dentro de um vagão lotado não tínhamos onde nos apoiar e um rapaz falou “pode segurar no meu braço pra não cair” virando nossa salvação e NÃO, não era cantada!! Era gentileza!! Quando tentávamos chegar ao apê de um amiga, um casal de meia idade nos viu paradas na rua e interviu usando a internet dos próprios celulares pra nos ajudar a achar, porque a nossa estava horrível. Enquanto tentávamos pegar um táxi à noite, um homem observou, do outro lado da rua, fez um deles parar e gritou “EI, TEM UM AQUI!”. Gente?! Quanto amor!!! (talvez nossas caras de cachorro de feira de adoção tenham nos ajudado, mas adorei o tratamento!)

Você não “tem que ir” lá, não!
Lugares que TODO MUNDO sugere podem ser ciladas. Principalmente se forem dica de turista pra turista. Sempre peça dicas de quem MORA no lugar. A Augusta, a Galeria do Rock e outros lugares “todo mundo vai” não são, nem de longe, o suprassumo que pintam. Eu fui aos dois, inclusive voltei 2x à Augusta e comprei um baby body irado pro meu sobrinho na Galeria mas certamente tem coisas mais legais e anti-tetânicas (?) pra se fazer em São Paulo. Ao menos presenciei momentos culturais como “aqui é uma casa de strip” (antes de entrar, achando ser boate) e correria porque “olha o rapa!!” com direito a polícia perseguindo camelôs.

Poderia escrever vários parágrafos sobre esse amor à segunda vista a SP mas tenho um sério compromisso com textos fáceis e gostosos de ler E/OU estou com uma preguiça enorme de revisar esse post 300 vezes, como sempre faço quando escrevo muito. O importante é registrar que dentro de São Paulo existem várias cidades que você pode filtrar pelos seus interesses e preferências então, se você já conheceu e não gostou, talvez você tenha ido aos lugares errados pra você. Tenta de novo! Eu, agora que amo, tô aceitando vaga de emprego, proposta de casamento ou qualquer coisa que me garanta permanência em SP! Devolve meu coração, cidade!!!

 

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23 de fevereiro de 2016

Que a crise tá aí e tá puxado pra todo mundo, a gente já sabe, porém também não vamos deixar isso esfriar (muito) os planos de curtir a maravilhosa experiência que é viajar, visse?

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Sim, porque as pessoas tem uma visão de que precisa de milhares de dinheiros pra viajar e isso não é lá uma verdade absoluta, convenhamos!  É tudo uma questão de adaptações, já dizia meu velho amigo Darwin :)

Depois do post da Nana “Manual para viagens curtas“, sai agora o segundo da série: Manual para viagens (curtas ou não) com grana curta. #realidades #crise #nãotáfácil

Vou usar minha experiência pessoal (grana curta é meu sobrenome!) para dar idéias de substituições, alterações, adaptações e outros ões que nos façam ter uma boa viagem, mesmo em tempos difíceis. Porque a grana pode ser pouca, mas a diversão não, hein!

 

Esqueça os hotéis!
É isso. Adicione uma letra no hotel e eis sua solução: hostel! Também chamado de albergue. A maioria já conhece ou ouviu falar, mas é o tipo de acomodação de dormitórios compartilhados; tipicamente de preços mais acessíveis, alta rotatividade de hóspedes e grande interação entre eles (essa é a melhor parte). Normalmente os quartos são de 4/6 pessoas, e eles tem áreas de interação (tipo varanda ou sala, etc) e também disponibilizam cozinha e geladeira pra os usuários (e às vezes lavanderia também).
Você acaba sempre conhecendo um monte de gente legal, faz amizade, interage bastante (ótimo pra quem viaja sozinho também) e de quebra economiza uma grana!

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Vá menos em restaurantes e mais em mercados!
Ainda mais pra quem tá hospedado em hostel, vale muito a pena passar em um supermercado e fazer compras rápidas de coisas básicas para refeições intermediárias (ou até mesmo as principais, dependendo dos dotes culinários) pois é possível fazer uma etiqueta de identificação e guardar na geladeira tranquilamente. Dá pra comprar coisas pra sanduba, iogurtes, frutas, etc!
Na hora de sair, programe seus lanchinhos, leve tudo já pronto na bolsa. Sua saúde e seu bolso agradecem.

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Faça menos passeios com agências de turismo e mais passeios independentes!
Eu sei, agências de turismo são ótimas e são uma mão na roda para todos, mas toda essa conveniência tem um preço e nem sempre vale a pena.
Quer vê? Ouve essa! Eu fiz uma viagem recentemente pra Porto de Galinhas (#sdd Nordeste!) e um dos passeios mais vendidos é pra praia de Maracaípe, daí eu fui ver os preços dos pacotes e estavam meio salgados pro meu bolso. Resolvi não ir (e também avoada que sou esqueci de pesquisar sobre) e no último dia descobri que tinha um busão que fazia o mesmo trecho por…12 reais! E pior, descobri que uma galera do hostel tinha ido no dia anterior, fuen.
Eu perdi essa oportunidade, mas fica aqui a lição desta triste fábula para que esse tipo de coisa não ocorra com vocês. Pesquisem, perguntem! Como dizia papai “quem não se comunica se estrumbica”. De preferência perguntem pra própria galera turista mesmo, os hóspedes do hostel, por exemplo.

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Faça parcerias inteligentes!
Vale para a vida, para os negócios e para as viagens também. Dito que parceria é formação de grupos de indivíduos com interesses comuns, porque não fazê-las nas viagens? hehe
Viajar é bom, mas dividir custos é melhor ainda. A não ser que você esteja numa viagem já com um grupo de pessoas, ou com o boy ou girl magia [e quer ficar ~alone~ com o(a) respectivo(a)] arranjar uma parceria é deveras uma alternativa inteligente para baixar custos.
Quer fazer um passeio? Chame um colega do hostel e já racha metade do valor. Quer almoçar mas as opções não estão agradando e quer curtir um restaurante pra variar? Chama aquela amiga que tá no mesmo dormitório! Pergunte se alguém do hostel não está indo pro aeroporto no mesmo horário que você e já racha o táxi, e por aí vai…

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Bom, nessa vida de economias há todo um universo, mas espero que essas dicas possam ajudam a começar um planejamento de futuras viagens que caibam no bolso, afinal, viajar é preciso! E, reitero meu pensamento inicial: não deixe sua grana pouca esfriar (muito) os planos de curtir a maravilhosa experiência que é viajar, visse?

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3 de fevereiro de 2016

Sei que uma cidade vale a pena ser visitada quando vou embora querendo ficar. É o caso da capital do Rio Grande do Norte e, por isso, me senti no dever de compartilhar o que vi e ouvi de lá com vocês!

A CIDADE
É pequena, não tem nem metade dos habitantes de Manaus mas as possibilidades são enormes e ela respira turismo! Parece que todo mundo ali está pronto pra te receber! A maioria dos taxistas foram gente boa, as pessoas davam dicas certas e legais e foi fácil andar de ônibus quando necessário.

AEROPORTO
Construíram um aeroporto em outra cidade. SIM, eles tinham um dentro e essa nova obra foi controversa (politicagem) mas no próprio aeroporto existem serviços de van para te levar onde quer que você esteja hospedado por um valor fixo por pessoa. Uns R$40. De taxi daria o triplo.

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Dá uma olhadinha na quantidade de hotel e pousada aí na Ponta Negra!

PONTA NEGRA
O bairro em que eu me hospedei foi esse. EXCELENTE IDEIA. É um mar de hoteis, pousadas, hostels e perto de vários restaurantes, casas de artesanato, barzinhos e afins. Bairro pra turista, mesmo! Além de ter praia pertinho, claro.

Mas chega de enrolar e vamos à lista dos locais que visitei e dos que queria ter visitado mas não deu tempo, então terei que voltar lá (oh, que sacrifício!) Primeiro os restaurantes que valem ser ressaltados.

O que o lugar tem de bonito a comida tem de gostosa!

O que o lugar tem de bonito a comida tem de gostosa!

CAMARÕES
Que lugar! É um restaurante famoso, especializado em… adivinha? E tem mais de uma unidade. Pratos fartíssimos, garcons incríveis, ambiente elegante e tratamento sensacional… não é barato mas vale mais do que cobra!

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CASA DE TAIPA
Decoração rústica, comida regional, ambiente aberto e menu especializado em cuzcuz e tapioca. Pense num povo que leva a sério esse lance de especialidade da casa! Um cardápio todinho “só disso“. Achei um amorzinho o lugar.

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CURVA DO VENTO
A cada 2 pessoas que eu conversei, 3 recomendaram a pizza de lá. Estavam todos certos. Pizza sensacional! O ambiente tem um quê de intimista com pouca luz e vive lotado. O atendimento demora um pouco mas vale a espera.

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O nome certo deveria ser: MINA DE OURO!

MINA D’AGUA
Amo comida mineira e apesar disso não ter nada a ver com Natal, achamos esse restaurante perdido no meio da cidade e MEU DEUS, melhor almoço! Garçons gente finíssimas, comida sensacional no formato self-service, mesa de doces típicos pra sobremesa com direito a chef fazendo misturas e dando explicações sobre cada tipo de doce de leite e nos fazendo degustar de graça. Antes de sair rolando de tanto comer, um garçon ainda nos ofereceu cafezinho acompanhado de rapadura. Quase não vou embora mais!

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TU É DOIDO, É? Olha o tamanho disso!

FOGO E CHAMA (faltou ir!)
Todo mundo indicou mas não deu tempo. Um lugar cujo buffet reune carnes nobres, saladas, frutos do mar e comida japonesa, merece ser destacado, né?  Obs: eles pegam e deixam hóspedes no Hotel, é só ligar agendando! Tem lá no site deles.

Agora vamos falar de praia! O clima do planeta tá tão louco que choveu a maioria das vezes que fui à praia. Olha que Natal é ensolarada o ano todo e em janeiro é verão. Mesmo assim deu pra dar uns mergulhos!

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PRAIA DE PONTA NEGRA/DOS ARTISTAS
Existe uma regra geral de que: quanto mais longe, melhores e mais lindas as praias. Essas duas praias ficam na capital, então não são as melhores, mas quando o dinheiro pro taxi acabar ou a gasolina pesar, quebram um galho

Pipa é linda até sem sol!

Pipa é linda até sem sol!

PRAIA DE PIPA
A mais linda, diferentona, distantezona (leva umas horinhas de Natal até lá) e badalada. Passei pouco tempo e estava nublado mas a paisagem vale a pena, as ruas são todas em pedras e nos advertiram que a noite é boa! É um lugar ótimo para se hospedar por um fim de semana, por exemplo.

Olha que lindeza Maracajau! Pena que não deu pra ir :(

Olha que lindeza Maracajaú! Pena que não deu pra ir :(

MARACAJAÚ (faltou ir)
Meu amigo, que frustração não ter achado espaço no cronograma pra essa lugar! As fotos de lá são paradisíacas e dá para fazer mergulho! É um passeio obrigatório e tá incluso em todo roteiro das agências de turismo por lá.

Nem só de sol se vive! Apesar de cidades com praia seguirem um padrão de “dormirem cedo“ e as festas e bares fecharem lá pelas 2 da manhã, dá pra se divertir antes disso. Mas SAIA CEDO! Vou te passar as dicas!

Forró com turista: tem hora da quadrilha!

Forró com turista: tem hora da quadrilha!

FORRÓ COM TURISTA
Tem banda, um cantor que faz vezes de animador, muitas mesas pra quem quer sentar e dançarinos que tiram as pessoas para dançar! É um lugar família, as músicas são bem típicas e o local é um antigo presidio onde também funcionam galerias de artesanato! Tem uma van que te pega no hotel e leva de volta, se você combinar antecipadamente e pagar uma taxa!

(Foto: Larinha R. Dantas)

(Foto: Larinha R. Dantas)

ATELIÊ BAR E PETISCARIA
Ao contrário do anterior esse lugar só é conhecido pelos “nativos“. Sempre bom pegar dicas com quem mora na cidade, né?! Fui bater lá após o Forró com Turista me expulsar gentilmente cerca de 2h da manhã. É pequeno, sem luxos, meio underground mas toca MPB, samba e clássicos animados e dançantes. A entrada era barata, as bebidas também e o público jovem. Eu curti!

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TAVERNA PUB
Um lugar com tema medieval em formato de castelo e com decoração interna condizente merece atenção. Entrada cara, cerveja cara mas abre segunda-feira, sabe?! Quando você tá de férias quer programação pra semana toda, então valeu a pena ir. Tem atrações musicais bacanas a noite toda, também. Aprovei!

FORRÓ PÉ DE SERRA (faltou ir)
Sou odiada por mim mesma e minhas amigas por ter lido errado o flyer com os dias de funcionamento. Só abre quarta, sexta e sábado mas eu jurava que abria aos domingos então deixamos pra ir esse dia e… pois é! Todo mundo conhece, forma fila pra entrar e a fama é ótima. Nos arredores há vários restaurantes e bares, inclusive o “Curva do Vento” e “Tavera Pub” são quase na mesma rua.

Para encerrar, vou falar dos dois passeios que acho obrigatórios ao visitar Natal!

Procurando o sol!

Procurando o sol!

PASSEIO DE BUG
Não dá pra ir a Natal sem fazer esse passeio pelo litoral norte e derrapagens nas dunas. Tem vários bugueiros na cidade e você com certeza cruzará com muitos desses carrinhos pelas ruas. AMEI! COM EMOÇÃO, SEMPRE! (até quando pedimos sem hahahaha).

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isso tudo é apenas UMA PARTE da copa do cajueiro monstro!

MAIOR CAJUEIRO DO MUNDO
No caminho para Pipa, parada obrigatória. Tem explicação dos guias, degustação de suco de caju, feirinha de artesanato ao lado e vários hectares para se apreciar uma árvore que está no livro dos recordes. Cobram entrada, mas é barato!

Esse post ficou longo que só a peste mas eu tentei resumir de uma forma prática de ler e espero ter despertado a curiosidade de quem ainda não foi a essa cidade. Viajar é uma coisa maravilhosa mesmo e a gente aprende muito com isso, né?

O "Espanta-urso" disse que eu sou bonita e tirou uma selfie com meu celular!

O “Espanta-urso” disse que eu sou bonita e tirou uma selfie com meu celular!

Aprendi que em Natal todo mundo é “boy“ mesmo não sendo magia! Aliás, não precisa nem ser homem para ser chamado de boy. Até mulher é boy. Peguete é “boyzinha“, no diminutivo, carinhoso! E que sotaque gostoso! Se você acha que sotaque nordestino é tudo igual, tá precisando apurar esses ouvidos!

Natal… que saudade! Você me conquistou! Se as passagens praí não fossem tão caras, entraria no meu roteiro “preciso visitar todo ano“ assim como o Rio de Janeiro entrou. Mas um dia eu volto, hein? Olha, que eu volto!

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5 de novembro de 2015

Quem não tem a flexibilidade de viajar várias vezes ao ano e fica preso a um mês de ferias pré-definido costuma passar o ano inteiro esperando por ele para finalmente relaxar. A espera parece eterna! Mas nós podemos burlar isso!

Viajar no feriado é uma saída mas, sejamos realistas: as filas de aeroportos estão maiores, estradas mais engarrafadas e preços mais altos. Então, quer escapar da rotina sem estresse e sem comprometer o bolso por vários meses? Viaje em um fim de semana aleatório! De preferência na madrugada de quinta pra sexta!

É automático pensar “poxa, mal dá pra curtir, é pouco tempo…” mas eu resolvi me aventurar na ideia e me dei um fim de semana no Rio de Janeiro, chegando 6ª de manhã e partindo domingo a tarde. Agora vou dividir as dicas com vocês!

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Escolha bem esse voo, queridinha!
Na ânsia por comprar passagens baratas e usar só milhas, você pode se enrolar! Eu, por exemplo, comprei uma passagem com conexão em Guarulhos e fui de ônibus até Congonhas pegar o outro voo ao Rio. Prefira pagar um pouco mais em voos com poucas ou nenhuma conexão, pois vai valer a pena! Você só tem o fim de semana e não quer chegar ao destino já cansado, né?  Aliás, se tiver conexão, certifique-se de que o tempo entre os voos será razoável porque se o primeiro atrasar, ainda dará tempo de pegar o segundo sem correria. Já pensou perder o voo e ter que reagendar seu embarque? Lá se foi um dia ou, pior, o fim de semana todo, sem contar os gastos extras não programados! Que morte horrível de um sonho!


Não transforme a bagagem em um problema.
Tá arrumando a mala e é homem? Não esqueça as meias! É mulher? Coloque tudo que acha que vai precisar e tire a metade!! Brincadeira, muitas de nós somos práticas na hora de fazer as malas e é assim que devemos ser em viagens curtas. Leve o NECESSÁRIO. Em excesso só roupa íntima, ok? Chapinha e secador ocupam espaço e tempo. Recorra a tranças embutidas, coques altos, rabo de cavalo, creme anti frizz ou o secador perebento do hotel. Leve peças faceis de combinar, jeans e cores neutras. E, dica de ouro: prefira malas pequenas que de para levar como bagagem de mão. Esperando a mala que despachei no primeiro voo eu quase perdi a conexão pro segundo! Nos voos seguintes não despachei mais, levei no avião. Se fosse uma mala gigante eu não poderia fazer isso.

 

Planeje MUITO ou não planeje NADA
Se você é metódico e gosta de programar as 24h do dia em viagens para obter 100% de aproveitamento,(se trate e aprenda a relaxar!)pesquise bem todos os locais que quer visitar, cheque se estarão abertos naquele dia, se aceitam cartão e carteirinha de estudante e quanto tempo gastará lá e no deslocamento. Se você não é bom em planejamento: NÃO FAÇA. Evite a frustração! Podem acontecer imprevistos, o estadio não estar aberto a visitas, estar frio no “dia da praia” e o restaurante que você quer ir estar fechado (não que isso tenha acontecido comigo…) então esteja aberto a ideias e pronto pra qualquer coisa! Inclusive nada. As vezes o improviso sai melhor do que a encomenda! Relaxe, oras.

 

Não sejam bestas!
Essa regra é uma indireta pra mim, que sou muito lesa e afobada, me perco em metros por não ter noção espacial, passo o dia fora sem lembrar de levar o carregador do celular, não confiro o pacote de internet do celular antes de viajar e lembro de levar chapinha mas esqueço de levar meias. Então a dica é basicamente: não seja a Mayana. Faça melhor que isso e esteja certo de que não importa quantos check lists você fez antes da viagem, vai acabar esquecendo alguma coisa. Apenas torça pra não ser algo muito importante.


Antecipe despesas
São só 3 dias, 2 diárias de hotel! A vantagem é que você pode ostentar ficando num lugar maravilhoso sem ter que vender o rim! Mas, para isso dar certo, reserve o hotel com antecedência e, se possível, pague antes de ir! Está sem roupa de praia ou sem casaco de frio? Precisa renovar a mala? Tudo que você puder comprar ou pagar no mês anterior ao da viagem, melhor! Assim você diliu as despesas e vai acabar nem sentindo impacto no orçamento. O mundo não é dos espertos, é dos preparados! (pareceu funk mas é filosofia! #MCmayana)

Aproveito para deixar esse link old-but-gold que todo viajante deveria ver uma vez na vida. É só clicar e soltar uns “como não pensei nisso antes?”. De nada! CLICA AQUI!

Espero ter ajudado alguém com esse post e inspirado você que está aí trancado num escritório ou entediado com a vida a procurar passagens para o próximo melhor fim de semana do ano, que pode ser qualquer um em qualquer canto 😉

Tripulação, portas em automático e até a próxima!

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Até então achava que as praias de nenhuma região do país se comparavam às do interior de Recife e Maceió, mas Florianópolis concentra tantas praias incríveis que me fez rever esse conceito. Tem as praias do leste da ilha (fui na maioria), do norte (fui em algumas) e sul (não deu tempo!) e vou falar sobre minhas preferidas dentre elas! Obs: o fato de o dia anoitecer quase 19h e haver uma proximidade razoável de uma praia a outra ajudou muito na hora de visitar varias por dia!

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Me apaixonei pelo visual da Joaquina e Praia Mole (leste). Na Joaquina o mar é agitado, tem muitas ondas e é point dos surfistas. Não entrei na água (#medinho) mas tirei foto. Já a Praia Mole é o point da galera jovem por ter uns barzinhos na beira-mar. Logo após o portal de entrada tem um restaurente/bar com atendimento bacana que disponibiliza cadeiras e guarda-sois sem cobrar nada.

norte

Em um dia visitamos a sequência: praia do Santinho, dos Ingleses, Lagoinha e praia Brava (norte). O ceu estava meio nublado, a água tava fria demais para mergulhos mas foi bom visitar todas! A Lagoinha foi minha preferida, bem mais movimentada que as demais e com restaurantes legais. Almoçamos lá e partimos para a Brava, que é meio afastada e não tem como entrar, vide o nome!

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Além das praias, outro passeio obrigatório a quem vai pra Floripa são os de escuna. Existem vários barcos temáticos que fazem esse passeio, saindo da praia de Canasvieiras (norte). Durante o passeio os tripulantes são convidados a dançar músicas coreografadas, fazemos parada turística em um forte e outra para almoço e na volta ainda paramos para uma mergulho “em alto mar”. Pode render muitos vídeos divertidos e fotos bonitas. Vale a pena!

Agora vamos para a parte noturna! Gente, estranhei muito o fato dos lugares não abrirem no início da semana e os que abriam fechavam BEM cedo. Disseram que em baixa temporada não é tão agitada por lá mas mesmo assim deu para conhecer lugares bem diferentes e legais.

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DeRaiz Samba & Forró, conhecido como “Forró das Dunas” nos foi recomendado por um garçon da praia, quando pedimos dica de lugar aberto em dia de semana por lá. A casa se descreve no site com a frase “samba de altíssimo nível para todas as classes sociais” e aposta na simplicidade, então abra sua mente, ponha seu chinelo e saião e pode esperar porque vão te tirar pra dançar várias vezes (achei isso legal, aqui em Manaus os homens quase nunca fazem isso – sem segundas intenções).

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O Black Swan é um pub MUITO bacana. Tentamos ir na segunda e terça mas já estava fechando às 23h. Na quinta fechou às 2h da manhã e achamos engraçado porque tocou um sinal e todas as luzes se acenderam! Me senti numa matinê hahaha mas a banda da noite tocou rockabilly e o pub tem três ambientes, sendo um o salão onde a banda fica, mais adiante um lugar com mesas, bar e tvs e ainda uma área aberta com mais mesas, bem distribuídas. Gostei bastante e voltaria. O pub abre a tarde e é um bom lugar para ver jogos. Dá pra saber os horários de funcionamento aqui no site.

casa de noca

Casa de Noca é um lugar de gente paz & amor, pé no chão, que curte dançar juntinho, ouvir música brasileira e sentir calor humano sem ter que montar num salto e fazer make. A estrutura é simples, rústica mas o fotógrafo de lá faz cliques incríveis, olha os álbuns do facebook. Confesso que fui com grandes expectativas pois pelas fotos parecia um “Rio Scenarium” (boate carioca que amei de paixão) mas na prática parece uma amostra em pequena escala dele.

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Fields ~O Sertanejo da Magia~ (sim, isso faz parte do nome hahaha) é uma balada sertaneja de luxo do qual Sorocaba (da dupla sertaneja Fernando & Sorocaba) é um dos sócios. Dica: os preços de entrada e bebidas não são muito atrativos mas você pode colocar seu nome na lista do site e pagar a entrada promocional pra economizar. Fomos na quarta para conhecer e acabamos voltando na sexta para prestigiar o aniversário de um amigo que fizemos na viagem (sim! haha). A boate tem uma estrutura super boa, dois andares, sendo o de cima só camarotes e um banheiro enorme, cheio de espelhos e uma poltrona diva e sim estou citando isso pois para mulheres isso importa muito!

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1007 Boite Chik é uma balada alternativa com música diversificada (dancei The Killers, Britney e É o Tchan) e é gay friendly, apesar de isso não significar ser uma balada gay, de acordo com héteros que encontrei lá e disseram ir por gostar da descontração, dos drinks baratos e por ser uma alternativa pra quem não é fã de samba e sertanejo. Tem uns 543 andares para baixo (mentira, são uns 4… sei lá, me perdi!) e dá pra se divertir bem! A área de fumantes é no andar superior e tem uma vista linda. Obs: vai muita gente BEM nova, me senti titia lá. Dica: descobri (só agora) que você pode pagar menos na entrada deixando o nome com as comissárias (como chamam as hosters da casa).

Não deu pra mostrar aqui tudo que fiz e vi em Floripa, se não  o post ficaria gigantesco. Mas espero ter conseguido transmitir bem o que citei aqui resumidamente. Existem vários outros lugares para se visitar em Florianópolis (tipo Jurerê Internacional e suas baladas famosas e o sul da ilha) mas que não deu tempo de ir, dessa vez. Então… terei que voltar lá ;D
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Tava devendo posts sobre minha viagem à Santa Catarina, então resolvi arregaçar as mangas e escrevê-los nesse período onde muitos estão viajando ou sonhando com a próxima viagem. Sempre quis conhecer Floripa então me uni a duas amigas com o mesmo desejo e começamos a planejar.

Os primeiros conselhos que nos deram foram: 1- aluguem um carro e 2 – aproveitem para conhecer cidades próximas. Seguimos ambos. Desembarcamos em Florianópolis, alugamos um carro no aeroporto (caso vá em alta temporada é bom reservar com antecedência, pois  podem esgotar) e partimos rumo a Balneário Camboriú. O trajeto demora um pouco mas é só seguir essas dicas para pegar a estrada que dá tudo certo ;D EM B.C. ficamos num Hotel chamado Palmas Executivo que não deixou a desejar e tinha uma café da manhã incrível! Conselho 3: táxi é uma coisa MUITO concorrida e rara nos interiores de SC. Se você não alugar um carro, prepare-se para esperar um milagre (sério!).

No fim do dia pegamos uma Van particular até o Beto Carrero World, onde aconteceria um dos maiores festivais de música eletrônica da América Latina: O Dream Valley. Compramos ingresso para o 2º dia do festival porque queríamos viver essa experiência, já que estaríamos ali perto e nunca havíamos ido a um festival desse gênero. Vale muito a pena pra quem curte música eletrônica (não era nosso caso, mas ok), é super bem organizado, com estrutura de mini praça de alimentação, muita segurança, dezenas de banheiros químicos, muita gente jovem e até uns doidos fantasiados hahaha.

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Na manhã seguinte fomos ao Parque Unipraias onde se concentram atrações turísticas obrigatórias de Balneário Camboriú. Compramos ingresso para o bondinho, que nos leva até o meio do morro de Mata Atlântica da onde se tem uma vista incrível de Balneário. Lá você pode comprar ingresso para o Yoohoo – uma espécie de trenó com velocidade que dá a volta no morro ou para o ZipRider – uma tirolesa mutcho louca, que foi o que escolhemos porque tava muito caro ir em tudo e ainda teríamos que pagar o estacionamento privado do parque que foi uma pequena facada (#sincera). Fica o conselho 4: se você tem carteirinha de estudante, não esqueça de levar! Os valores de ingressos em atrações turísticas podem ser altos!

bondinho

Depois de sobreviver a descida de até 60km/h no ZipRider, fomos comemorar o fato de estarmos vivas (papo, é bem seguro!) na praia de Laranjeiras, que é ali perto e faz parte da rota desse passeio. A praia é linda e super preparada para receber turistas. Tem banca de revista, drogaria, loja de biquini e restaurantes. Almoçamos um prato chamado “Sequência do Camarão”, que vinha camarão DE TODO JEITO POSSÍVEL e estava maravilhoso, obrigada!

laranjeiras

Na orla da Avenida Atlântica tinham alguns “barcos piratas” para passeio mas preferimos esperar para ir em um em Floripa, que nos foi indicado. Não deixa de ser uma opção para quem vai a Balneário e quer fazer o máximo de coisas num só dia de viagem! Preferimos tirar o resto do dia para passar por outras praias na estrada da cidade. Uma que é super indicada pelos moradores de lá é a praia do Estaleiro. É preciso estacionar o carro numa curva da estrada e descer a pé um caminho meio íngreme mas vale a pena o esforço. Foi uma das praias mais lindas que conhecemos em SC!

estaleirinho

Em nosso último dia em B.C. voltamos a Penha, o município onde fica o Beto Carrero World (#cultura), para passar o dia no Parque, já que durante o Dream Valley as atrações estavam fechadas, claro! Pra quem vai de carro: lá também tem estacionamento privado pago. Separa os trocados!

beto carrero 1

Nos divertimos muito porque é o tipo de parque que não foi feito só para crianças. Tem zoológico, algumas montanhas-russas, elevador, trilha (você anda pra caramba!) torre, atrações aquáticas nas quais você se molha hahaha (tava quente!) e atrações com horários marcados ao longo dia como um desfile de personagens, tipo aquele da Disney, sabe? Também tem uma boa praça de alimentação cheia de opções sob uma estrutura que simula tenda de circo, que tem um carrossel lindo no meio!

beto carrero

No fim do dia buscamos nossas malas no guarda-volumes do hotel e pegamos a estrada novamente, rumo a Florianópolis. Curiosidade: o sol se põe perto das 20h por lá (pelo menos em novembro, quando fomos) então dá pra aproveitar bem o dia! 

Ah, mal vejo a hora de escrever sobre a segunda parte da viagem! Os próximos posts serão sobre as praias de Florianópolis e a vida noturna. GNT devia me contratar no lugar do Bruno de Luca!

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8 de dezembro de 2014

A expressão “pegar a estrada” é quase sempre associada ao sentimento de liberdade, aventura e a desbravar novos horizontes. Na prática, existem questões menos atrativas como longas horas dirigindo (no caso dos motoristas), necessidade de atenção redobrada se está em estradas que não conhece ou não tem costume de usar, além das questões mecânicas e custos, tipo o preço da ga$olina.

Eu já viajei de Maceió para Recife de estrada e recentemente viajei com amigas por Floripa e arredores, então vou dar minhas impressões de iniciante/carona em estradas e convidei um amigo experiente no assunto para colaborar nesse post. O Evandro adora dirigir, cresceu rodeado de parentes em oficinas mecânicas e a família inteira respira carros. Saiu de SP para morar numa cidade que faz divisa com PR, MS e SP e, como tem família e negócios em SP, está sempre na estrada. Vamos às dicas!

dica

1 – Monte uma playlist
Parece besteira mas vale lembrar que algumas horas num lugar fechado (carro) podem se tornar uma eternidade entediante. Trate de selecionar músicas animadas, que você – e outros passageiros, de preferência – goste ou que tenham a cara da estrada! O Spotify tem umas seleções pré-prontas que podem resolver, dependendo do seu gosto. Pra quem viajará com criança, o Evandro, que é pai, deu a dica de um aparelho de DVD portátil. Ele já está especialista em Galinha Pintadinha, Mickey Mouse, Peppa Pig, Dora Aventureira…

2 – Trace o percurso antes de sair
Nem toda estrada é super bem sinalizada, nem todo carro tem GPS e nem todo mundo é bom de seguir mapas físicos. Então nessas horas agradecemos a tecnologia que nos proporciona Google Maps e outros apps como o Waze, onde basta você colocar o endereço de destino que ele te mostra o trajeto, tempo estimado de duração e te orienta ao longo do caminho todo. MAS é bom lembrar que sinal de internet pode não existir em alguns pontos do trajeto então, por mais que esses apps funcionem sem internet você precisará dela inicialmente para enviar sua localização e a do destino. Então é simples: coloca lá o endereço e inicia o trajeto no app antes de sair, que não tem erro!

3 – Faça registros.
Ter uma máquina fotográfica sempre em mãos é uma dica que os dois dariam! Você nunca sabe o que vai encontrar e mesmo que saiba, sempre tem chance de ser surpreendido. Além disso a estrada te dá uma liberdade única, porque “você pode parar o carro onde quiser, em paisagens que talvez você nunca mais passe, presenciar um pôr do sol ou um luar inexplicável e único” by: Evandro.

paisagens

 4 – Siga as regras e seja prevenido!
O Evandro fez questão de ressaltar essa parte, que muita gente acha besteira, mas não dá pra ignorar: “Verificar pneus, palhetas do pára-brisa, óleo, água, extintor, estepe, chaves, faróis, lanternas, freio, e sempre levar um pouco de dinheiro em espécie, pra um pedágio, um pneu que fura, pois ainda existem lugares que não aceitam cartões e imprevistos acontecem.”. Além disso recomendou obedecer religiosamente as placas de cuidado com animais  e outras sinalizações, porque os valores das multas por infrações não estão baixos! Para concluir, a regra de ouro: NUNCA TENHA PRESSA.

 5 – Prepare o corpo!
Além da medida óbvia e esperável de não ingerir bebidas alcoólicas antes de pegar a estrada – alô, bom senso! – é importante lembrar de não comer nada muito pesado nem diferente do que você está acostumado. O Evandro recomendou cancelar aquela feijoada! Serão horas de viagem e você não quer passá-las com desconforto, né? Outra dica do Evandro é fazer paradas para descanso, se hidratar e ter sempre um condutor extra em caso de viagens muito longas. Dirigir com sono é perigosíssimo!

6 – Os vidros do carro

Viajar com um ventinho batendo no rosto é bom demais, né? Mas lembre de abrir todos os vidros do carro ou pelo menos um de cada lado para que o vento circule (entra e saia). Se ficar só um vidro aberto, é como se o carro estivesse sendo empurrado! Então ou é tudo aberto ou o ar condicionado ligado! Segundo o Evandro “não adiantar viajar com os vidros abertos pra não usar o ar condicionado por questão de economia, pois estudos apontaram que o consumo é o mesmo devido a pressão que o ar exerce sobre o carro.”

7 – Faça paradas e amigos

Se a viagem for muito longa, não tem jeito: você terá que fazer pequenas paradas, nem que seja para abastecer e usar o banheiro. Para tornar a experiência de suas viagens mais agradáveis, o Evandro costuma fazer amizades em postos de gasolina, segundo ele “As paradas em postos de combustíveis são na maioria das vezes muito interessantes: sempre saio com novas amizades, trocas de experiências, ou por menor que seja o contato com o outro, você ouve um “boa viagem, vá com Deus” sincero de um estranho.”

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13 de agosto de 2014

Hey Phynos!

Como vocês sabem Marizinha aqui foi para a Região dos Lagos do Rio de Janeiro e hoje eu vim contar como foi meu dia em Rio das Ostras.

Como contei para vocês, eu fiquei hospedada em Macaé (Olha aqui como foi em Macaé!), para ir em Rio das Ostras só precisei pegar um ônibus que custa R$6,00. Sim! Só isso de uma cidade para outra! Como o tempo foi curto, revolvi conhecer a Praia da Baleia que é a praia mais badalada da cidade.

 orla

A orla é linda, cheia de árvores floridas, pessoas caminhando, andando de longboard e fazendo atividade física. Tem até uma mini academia ao ar livre, onde tentei fazer um tico de exercício mas a moça sedentária aqui não conseguiu haha!

praça

Chegando no final da orla você encontra a praça da Baleia. Lá vende a melhor pipoca doce que comi na minha vida! Além, claro, de ter uma escultura de uma baleia gigante linda que é muito disputada para fotos.

pedra

Atrás da praça, você tem acesso à Pedra da Baleia. Subindo lá, você encontra uma das vistas mais bonitas da cidade. Vendo aquela imensidão de água e o barulho do vento você percebe o quanto Deus é maravilhoso. Dá pra ir caminhando até a pontinha da pedra, mas não me arrisquei porque tenho um certo medo de altura e água.

ponte

A ponte da Baleia fica na outra ponta da praia, ver o pôr do sol de lá é incrível. As famílias se encontram na ponte para pescar e fiquei encantada com as crianças todas empacotadas devido ao frio, felizes da vida porque pegaram um peixinho.

Queria ter tido mais tempo para conhecer Rio das Ostras. Sem dúvidas é uma cidade que eu pretendo voltar e aproveitar mais.

No próximo post conto para vocês o que aprontei no Rio de Janeiro!

Beijos e queijos!

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4 de agosto de 2014

De volta ao Rio de Janeiros depois de 6 anos, resolvi desbravar uma pequena parte da Região dos Lagos e matar a saudade.

Ir para região dos lagos é extremamente fácil. Saí do aeroporto às 23h direto para Rodoviária Rio Claro. Por questão de 10 minutos perdi o último ônibus do dia para Macaé (cidade onde fiquei hospedada) e peguei o ônibus das 02h, que custou R$61 já com a taxa de embarque.

Lagoa 01Macaé é uma cidade petroleira de um povo muito hospitaleiro. Lá se faz tudo a pé por ser tudo bem perto, para ir a algum lugar mais longe é só pegar o ônibus público que custa apenas R$1, gente! Pasmem! R$1 dinheiro apenas!

Praia dos Cavaleiros

Considerada uma das praias mais famosas de Macaé, tem uma faixa de areia clara e mar azul esverdeado que nos convida a um mergulho. Mas como eu fui em julho, mês de inverno, só consegui molhar o pé na água gelada.

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Na orla da Praia dos Cavaleiros se concentra os bares mais badalados da cidade. Durante o dia conheci o Durval. Lugar super aconchegante, que tem uma vista linda para o mar e serve o melhor pastel de camarão que já comi na vida.

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Sueste

Também localizado na Praia dos Cavaleiros, o Sueste é um restaurante de fusão de várias cozinhas. Desde cozinha mexicana, passando por frutos do mar até a tailandesa. O bolinho de bacalhau é divino e eles tem uma boa carta de vinhos. Além de ter um ambiente bem romântico.

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Passarela Esmalteria

Viajei sem a intenção de fazer compras e sim de conhecer lugares novos. Mas quando viu a Passarela, Marizinha aqui ficou louca! A variedade de esmaltes é sensacional e o preço melhor ainda. Queria trazer todos para casa, mas fiz algumas escolhas legais que mostrarei em outro post com mais detalhes.

Sobre Macaé é isso gente! No próximo post mostro para vocês o que fiz em Rio das Ostras!

Beijos e queijos!

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