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3 de agosto de 2016

Várias garotas já me procuraram para fazer perguntas sobre ficar ruiva. Mas um tipo de questionamento em especial me deixa incomodada: o fato de algumas pensarem que NÃO PODEM ser ruivas por não serem “branquinhas”. É muito chato você gostar de uma coisa e ter que ouvir ou pensar que “isso não combina com você”, né?

Resolvi pesquisar referências de mulheres morenas e negras com cabelo ruivo e aí eu entendi tudo. QUASE NÃO EXISTEM imagens delas por aí. Você tem que procurar muito! Como essas pessoas vão se sentir representadas se quando pesquisam um tom X de ruivo só encontram mulheres caucasianas usando eles?! Não rola aquela identificação tipo “essa garota tem meu tom de pele, se nela esse ruivo ficou legal então vou testar ele!”. E isso é uma droga! Cadê a representatividade?!

ruivo pra todas

Rihanna Rainha | Paloma Bernardi | Nathalie Emmanuel (a Missandei de GoT)

Garimpei foto de famosas – não caucasianas – que já ficaram ruivas e resolvi apelar ao grupo fechado de facebook Amor Acobreado comentando meu incomodo e pedindo que as meninas negras, morenas, amarelas, verdes ou de qualquer outra cor fora brancas se manifestassem deixando fotos suas nos comentários, me autorizando a usar essas fotos como referência em um post.

A chuva de comentários foi maior do que eu esperava e a coisa MAIS BACANA foi ver, entre uma foto e outra, algumas garotas agradecendo porque agora teriam referências pra se espelhar, a troca de elogios, dicas e nomes de tintas e o espaço criado pra que ruivas fora do padrão esteriotipado pudessem compartilhar sua ruivice dentro daquele grupo. Longe de mim achar que EU fiz um favor a elas, mas com certeza ELAS fizeram um favor enorme a VÁRIAS outras garotas que ao procurarem referência de cabelos ruivos poderá, a partir de agora, encontrar nesse post uma paleta com muito mais diversidade.

Ruivas Amor Acobreado-01
Aqui estão algumas das moças que resolveram abraçar a ruivice independente dos estigmas exclusivistas, amaram e toparam ilustrar esse post. Tive o cuidado de perguntar a numeração da tinta e o volume da ox (água oxigenada) usada por cada uma, mas algumas usaram misturas, outras henna (uma pigmentação natural) e houve as que não lembravam!

OBS: Simplesmente amo ruivas black power ou cacheadas! Foi difícil escolher quais usar aqui no post porque apareceram várias nos comentários. Olha que lindas! Cliquem na imagem pra ampliar.

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O mais legal é notar as variações de tons não só de pele mas de ruivos! Tem os castanhos acobreados, os acobreados e laranjinhas e alguns tons de vermelho. Existe um estigma de que ruivo “natural” (os acobreados) só serve para as branquinhas mas isso é MUITO relativo, viu?! Uma das moças que comentou no meu post (o feito lá no grupo que citei) deu uma dica super boa pra quem tá insegura quanto ao ruivo que fica melhor em você: colorimetria. E deixou esse link aqui de referência. Valeu, Marina Nery!

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Eu me usarei de exemplo pra demonstrar que muitas vezes a temperatura da pele influi mais do que a cor da pele em si. Sou branca e, pelo paradigma geral, eu supostamente ficaria bem “com qualquer cor de cabelo”. Mas minha pele é fria (mais pro pálida que pro branquinha de bochechas coradas) então percebam a cara de doente terminal quando fiquei platinada e como fiquei meio amarelada com o ruivo cobre super claro comparado ao mais vermelho, bem mais quente e que criou um maior contraste.

platinada ou ruiva
Essa história de que só é “natural” ruivas de pele branca é, na verdade, um mito bem preconceituoso que vai contra a própria natureza. Sim, existem pessoas de cabelos de fogo em várias etnias, isso não é uma exclusividade das “deusas celtas”, ok? Clique aqui nesse link bem elucidativo e ILUSTRADO que me indicaram. Mas, se estiverem com preguiça, apenas contemplem toda a lindeza dos cabelos ruivos da Sara Tino, outra membro do grupo Amor Acobreado que me cedeu sua imagem pra esse post.

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Espero que isso ajude outras mulheres pelo Brasil a se sentirem menos inseguras para se tornarem ruivas, se for o desejo delas! Se ainda assim ficarem em dúvida as minhas dicas são: 1 – procurar um profissional que tenha experiência em ruivos. a maioria dos salões nacionais são especializados em loiras mas se você acompanhar o instagram dos salões da sua cidade e ver postagem de mulheres que tingiram de ruivo e o resultado ficou legal, já fiquem de olho; 2 – pode começar a transição usando um tom menos radical, mais próximo ao seu natural. eu, por exemplo, comecei com um ruivo acobreado próximo ao castanho e aos poucos fui ousando mais.

Eu tenho uma série de posts aqui no blog só para ruivas que vão desde a dúvida inicial até às cores de roupa que mais combinam com cabelos de fogo e dicas de como evitar desbotamento. Procurem pela tag #sagaruiva aqui na lupinha do blog e sejam felizes.

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No inicio desse ano eu já tinha caído de amores pelx Liniker, cantorx super talentosx, que se considera sem gênero e arrasa por aí com a voz rouca, toda uma malemolência, de brincão, barba, batom vermelho e um sorriso encantador <3

Eis que há dois dias um amigo (valeu, Lobo!) me apresenta mais uma bela pérola da música brasileira que também traz a tona debates sobre identidade de gênero, diversidade e originalidade musical: Jaloo, um cantor, DJ e produtor paraense que é pura criatividade em som, cores e movimento! Nos comentários de um dos vídeos dele alguém disse que “se Björk tivesse nascido no Pará”, seria Jaloo e eu acho que não é exagero.

índio meRmo, maninhos!

Ele remixou diversas músicas antes de lançar um álbum, inclusive a “Oblivion”, da Grimes e ainda ganhou elogios da rainha dos esquisitinhos. Nessas vivências como DJ e produtor, conseguiu criar um som original misturando muito sintetizador, indie pop, um pouco de tecnobrega (raízes paraenses, né minha gente! Escutem “Pa-Parará” pra perceber melhor) e ainda arrisco dizer que se você fechar os olhos, lembrará da voz do Caetano quando jovem. As letras praticamente autobiográficas, logo grudam na mente, tanto contando histórias de amor (a linda e triste “Last Dance”) quanto mandando convites pra se jogar (“Vem”!).

Não satisfeito, ainda cria clipes maravilhosos cheios de cores, psicodelia (imaginem se um dia ele faz algum collab com a FKA Twigs?!), como se tivessem saído diretamente de milhares de imagens e gifs do Tumblr. Mas, melhor do que ler uma descrição, vejam vocês mesmos a dica de clipe e música que em dois tempos também estarão cantarolando:

São bons tempos de criatividade musical brasileira, sucesso pro Jaloo, virei fã! O álbum #1, lançado ano passado, já está disponível no Spotify. Escutem e venham aqui contar o que acharam :) baygos!

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30 de junho de 2016

Eu já vinha há tempos querendo escrever sobre um dos meus filmes preferidos e, aproveitando o convite das meninas do Chá para escrever novamente para o #quintacult , aliei vontade e inspiração para as dicas de hoje. A inspiração veio do comercial da Heineken que questiona o público sobre o fato de que as mulheres também podem gostar de futebol, (pode ser visto aqui) então as dicas de filmes essa #quintacult levantam um questionamento similar: Já pensou que as mulheres também podem gostar de filmes de luta?

Respondendo essa pergunta, eu, uma mulher, indicarei para vocês dois filmes que simplesmente adoro e que tem a luta (mais especificamente o boxe) como tema.

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O primeiro filme que indico é um grande clássico do gênero: Rocky – Um Lutador, de 1976, que foi o primeiro de uma série de seis filmes protagonizados pelo personagem Rocky Balboa. Os demais são Rocky 2 (1979), Rocky 3 (1982), Rocky 4 (1985), Rocky 5 (1990) e Rocky Balboa (2006). No entanto, pretendo convencê-los a assistir apenas ao primeiro filme (porque este, com certeza, fará com que vejam todos os outros). A história por trás de “Rocky: um lutador” é simplesmente fantástica (principalmente para entendermos o porquê de Silvester Stallone ser o protagonista da série), mas sem me ater aos detalhes por detrás das câmeras, a história do filme é o que realmente me encanta.

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Com um orçamento apertado perceptível, o filme realmente consegue contar uma história humana. É impossível assisti-lo e não ficar tocado. Não é um filme sobre boxe apenas, nem tão pouco um filme de grandes feitos, é um filme de pessoas normais, e acredito ser essa a fórmula ideal do filme: a identificação. Por isso, apesar de ser um filme de boxe, que contem (óbvio) excelentes lutas, a história atinge várias esferas. Rocky (Silvester Stallone) é um cara de origem humilde, que vive numa pobre Philadélfia, trabalha para um agiota e luta boxe no resto do tempo, e que por mais que goste de lutar e viva em um ambiente propenso a violência, é um sujeito de grande coração (awn <3).
Stallone criou um personagem rude porém sensível, onde todo mundo poderia se identificar de alguma forma. Rocky Balboa tem um amigo com dificuldades com o álcool, Paulie (Burt Young),  que o ajuda a ~ficar com sua irmã, Adrian (Talia Shire) (pq amigo que é amigo também é cupido, não é mesmo, rs!), que tem muitas dificuldades com sua timidez.

Os personagens secundários são de extrema importância para o desenvolvimento do protagonista, todos possuem relevância dentro da trama, influenciando diretamente a vida do protagonista.

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No decorrer da história, Rocky tem a chance de lutar com Apollo Creed (Carl Weathers) o campeão mundial dos pesos pesados, que na verdade quer dar um golpe publicitário lutando com um amador para ter uma vitória certa e fácil. O que sai diferente do que ele espera é o fato de Rocky decidir treinar de verdade e de modo intensivo com o ex-lutador Mickey Goldmill (Burgess Meredith), apenas com o objetivo de terminar a luta sem ser nocauteado pelo campeão.

FILMBILD / T: Rocky / Rocky D: Sylvester Stallone, Burgess Meredith R: John G. Avildsen P: USA J: 1976 DA:- Jadis BildID: 424185 Filmstill // HANDOUT / EDITORIAL USE ONLY! / Please note: Fees charged by the agency are for the agencyÃs services only, and do not, nor are they intended to, convey to the user any ownership of Copyright or License in the material. The agency does not claim any ownership including but not limited to Copyright or License in the attached material. By publishing this material you expressly agree to indemnify and to hold the agency and its directors, shareholders and employees harmless from any loss, claims, damages, demands, expenses (including legal fees), or any causes of action or allegation against the agency arising out of or connected in any way with publication of the material.

O treino intensivo, a dedicação, o esforço e a persistência do personagem dá a história um rumo totalmente inesperado e nos traz o ponto alto do filme: a última luta, sendo ela o clímax, onde é gerada toda a expectativa ao redor de Rocky. E é exatamente ao fim da grande luta que é exposto o que faz (na minha opinião) o personagem ser tão interessante, o fato de pouco importar quem ganha ou perde a luta, pois no momento final o destaque é a satisfação pessoal do personagem que se sente completo por ter conseguido os objetivos que buscava e por ter vivido aquilo que ele almejava para si mesmo.

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É por isso que “Rocky: Um lutador” ocupa o topo da minha lista de melhores filmes da vida, pois mesmo sendo um filme de boxe, aborda temas pessoais, com destaque para as discussões entre Rocky e seu técnico Mickey (Burgess Meredith), assim como os momentos românticos entre Stalonne e Talia, ambos em grande atuação.

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De maneira quase unanime, nas críticas que li sobre o filme, Rocky é sempre lembrado por ser um símbolo de superação e determinação. Mas, seguindo a linha chata e “diferentona”, ao contrário do que a maioria pensa, acredito que não deve ser resumido somente a essa fama. Ao se olhar mais de perto, ele é um personagem mais complexo, que sempre travou sua maior luta internamente. Ao mesmo tempo em que não mede esforços em busca de um objetivo, também vive à deriva, sem ter tido sucesso em nada do que fez. Erram aqueles que dizem ser um filme sobre superação, motivação, ânimo e amor. Sim! Amor! <3 À vida, ao esporte e a Adrian, sem necessariamente envolver luta. “Rocky – Um Lutador” levou 3 estatuetas do Oscar:  Melhor Filme, Melhor Diretor (John G. Avildsen), Melhor Edição. E confesso, para mim é SIM um filme de luta, de boxe, com conteúdo. É o meu tipo de filme, que tenho que tirar o chapéu, indicar e dizer: Filmaço!

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20 de junho de 2016

Já tem um tempo que venho sentindo um desgaste e até porque não dizer, “nojinho” de boa parte das redes sociais.

“Mas como assim Maiara, tu tens um blog e enjoou da internet?! Comassiimmm?!”

Não é que eu tenha enjoado da Internet (nunca! eu amo esse mundão virtual de meudeus hahahaha), mas me sinto saturada de super exposição de tudo, todos a qualquer instante. E percebi que não estou só nesse sentimento! Conversando com amigos e conhecidos, descobri que tem mais pessoas cometendo “pequenos suicídios virtuais”. Trocando em miúdos: deletando conta de instagram, snapchat, facebook, whatsapp eternamente no silencioso e/ou saindo dos 1029391628376 grupos (tenho certeza que você também já quis fazer #aloka e sair de vários deles sem nem dizer tchau!).

Fui perguntar os motivos e eles foram diversos. Muita gente se desgastou demais com amigos, conhecidos e familiares nos últimos meses por conta das opiniões e divergências políticas, outros cansaram das enxurradas de fotos documentando cada instante da vida alheia, uma selfie atrás de outra, avalanche de propagandas, links e mais links de notícias (e quando você pára pra ver, sua barra de rolagem já nem existe mais!), a cada momento algo novo pra ver, ler e comentar.

GoOn

 

Até uns 15 anos atrás o mundo da internet era uma mina de ouro. As informações estavam lá mas você precisava “cavar”, passar horas “catando” os melhores links pra baixar músicas, descobrir na base da tentativa e erro quais os melhores fóruns sobre determinado assunto, o Google ainda não te entregava à distância de um clique milhares de links disponíveis sobre a mesma coisa. Era ralado conseguir informações (e verídicas) sobre qualquer coisa. O máximo de interação com outros ~internautas~ (noooossa, revelando os termos virtuais pré históricos! E de quebra, minha idade) era por meio do ICQ (sdds barulhinhos irritantes), mIRC (sdds “oi, quer tc?” “espera só mais 20 minutos, tá carregando a foto”, chat do UOL (meu deus…o horror hahahahaha), fóruns e blogs (olhem que incrível, se fazia amizades comentando loucamente nos blogs Brasil/mundo afora!).

Não havia celular com câmera, mas quando as câmeras digitais começaram a se popularizar, logo uma rede social virou mania, já dando a dica de que gostamos mesmo de exibir nosso cotidiano pra geral: Fotolog! Quem nunca postou aquela foto estourada de flash com texto de música mais uma frase de indiretinha pra quem quer que seja? Depois veio o Youtube, Orkut, Facebook e o resto é história, ficamos cada vez mais viciados em acompanhar a vida dos outros e receber informações (relevantes ou não) a cada minuto do dia. Há estudos apontando que 93% do tempo conectado é gasto no Facebook. E no Brasil a média de tempo conectado passa de 27 horas por mês, a maior média da América latina (nada pra se orgulhar, galere).

A questão é que chega uma hora que você tá exausto, mau humorado, “de bode” de interagir online e nem sabe direito porque. Amigo(a), você só está cansado também, saturado de tanta notificação. Geralmente o primeiro ímpeto é o do “já chega, vou deletar todas as contas e sumir!”

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Mas isto não funciona tão bem em um mundo onde a internet é essencial, principalmente para assuntos acadêmicos e/ou profissionais, além das relações pessoais. Se você resolver cometer “suicídio virtual”, é capaz que retorne dentro de alguns meses, mesmo que a contragosto, por necessidade. Então como que faz esse tal detox?! Tenho algumas dicas, de coisas que passei a fazer e outras que li/ouvi sobre os processos de detox alheios.

  1. Silencie todos os grupos por um ano – Essa não é irreversível caso você se arrependa ou precise estar atento a algo de trabalho, por exemplo. Então vai lá e silencia sem dó! Tenha disciplina e só leia quando estiver em tempo livre e o que você considerar relevante.
  2. Substitua o feed do Facebook por mensagens motivacionais e lembretes com o Feed eradicator  – ok, essa pode ser bem radical, mas funciona pra quem abre a rede social “só pra ver as notícias” e 3 horas depois ainda tá olhando o feed (você ainda pode ver as notificações, páginas, tudo normal, mas terá que buscar sobre o assunto ou pessoa que lhe interesse). Faça isso e veja como seu tempo vai render e você terá mais assuntos quando vir seus amigos pessoalmente!
  3. Desative o chat do Facebook – Isso não impede que falem com você ou que você converse com os outros, você apenas não aparecerá mais disponível sempre que fizer login, de forma que só as pessoas que realmente queiram/precisem falar com você irão mandar mensagem. Fim da conversa fiada!
  4. Veja seu Instagram/Snapchat só e somente em horário ~realmente~ livre – sim, eu sei que são redes sociais feitas para acompanhar em ”tempo real”, mas justamente por isso elas roubam um tempo precioso do seu dia. Você vai lá ver “só uma fotinha” e acaba passando horas e horas curtindo fotos, adicionando mais perfis interessantes e lá se foi o dia (por isso mesmo eu deixei de usar o Tumblr, apesar de amar muito! Eu não fazia mais nada além de curtir e dar reblog).

No fim das contas é tudo questão de disciplina, organização e bom senso sobre o quê você vai consumir de informação, quem você vai adicionar (se no seu feed não há nada que preste, não é culpa do Mark) e que momento do seu dia é interessante/útil se manter conectado. Conseguindo por isso em prática minimante, se dê um belo parabéns por ter seu tempo de volta! 😀

PS: não fiquem chateados por eu interagir pouco em redes sociais, não dei block e nem unfollow em ninguém, só estou aproveitando melhor a vida offline <3

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São tempos difíceis para a economia, não dá para negar. Nessas horas toda ajuda para conter despesas ou fazer apostas inteligentes no uso do dinheiro são bem-vindas, né? Por isso resolvemos dividir com vocês o que nós fazemos para economizar, especialmente as coisas que realmente funcionaram e ajudaram a cada uma.

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Dicas da Nâna
Sou uma gastadora compulsiva, adoro comprar roupas, viajar e sair no fim de semana então é bem recorrente meu salário acabar antes do mês. Se você se identificou com isso, talvez algumas das minhas dicas te sirva:

1 –  App de controle de gastos
Tem vários tipos e versões para android e IOs de aplicativos para gerenciar sua economia. Atualmente estou usando o “My Wallet”(IOs) mas já usei o “Controle de gastos” (android). Registro tudo que recebo e tudo que gasto por categoria e dia e assim dá pra ver a porcentagem de dinheiro que gasto com contas, bares, compras etc e ter noção se gastei com muita coisa desnecessária em um mês, pra evitar no próximo.

2 – Não aumento o limite do cartão
Quando fiz meu cartão de crédito eu era universitária e botaram o limite mínimo. Nunca aumentei esse limite. Isso me impede de fazer grandes compras parceladas pelo meu cartão, mas também impede que eu gaste mais do que devo ao mês! O ideal seria o limite do seu cartão deveria ser a metade que sobrar do seu salário (descontando as suas contas fixas). Uma alternativa que uso em caso de grandes compras como passagem é usar o cartão de outra pessoa (e pagar as parcelas direitinho a ela, claro!) ou comprar no boleto em agência de viagem.

3 – Investir ou ter uma conta poupança
Dinheiro na mão é vendaval. Quando me pagam por freelas ou recebo granas extras, coloco correndo na conta poupança que não movimento. Se ficar na conta corrente ou em espécie na minha mão: já era! Graças a isso consegui juntar uma graninha e pude investir em LCI (letras de crédito imobiliário) no Banco do Brasil. Você pode investir valores a partir de R$1.000,00 e o rendimento anual é MUITO maior que na poupança. Se tá na poupança não tenho acesso no débito/crédito = não gasto! Se tá investido, não movimento = e rende!).

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Dicas da Mai

Não sou gastadora compulsiva, pelo contrário, penso e penso no que quero comprar, vejo como está a situação e aí sim faço minhas dívidas (hahah!). No entanto, prefiro gastar com coisas que eu sinta valer a pena ou então algo que eu queira muito (livros e/ou alguma coisa de maquiagem) e pra isso são necessárias algumas medidas:

4 – Pague em dinheiro

Tudo que lhe for possível pagar à vista, pague! Se livre do hábito de parcelar tudo, encher a fatura do cartão de pequenas despesas e “seja o que Deus quiser no próximo mês”. Quando você paga as coisas em dinheiro, vê a conta/carteira esvaziando e se contém mais nos gastos.

5 – Separe o dinheiro da poupança

Assim que receber, separe a quantia que quer guardar, pois se deixar pra guardar apenas o que sobrar no fim do mês, mal e mal você terá moedinhas no bolso!

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Dicas da Mari

Eu sou uma mistura dessas duas, penso, pesquiso, vejo se dar para comprar mas acabo não comprando. Mas se você me chamar para comer pode ter certeza que não penso duas vezes para aceitar. Depois de ver quando eu gastava em saídas para comer com a justificativa “ah! é comida!” ou “eu trabalho tanto, acho que mereço um bom restaurante” resolvi dividir minha renda com essas duas dicas:

6 – Método do envelope

Ele é bem simples, como o nome mesmo diz você precisa de envelopes (eu uso bolsinhas haha) para cada tipo de gasto que você tem. No meu caso separei em alimentação, transporte, lazer e compras do mês (shampoo, sabonete, creme dental, etc), depois de pagar as contas fixas do mês vejo o restante e estipulo um valor x para cada categoria. Depois disso eu tenho a missão de utilizar somente aquele valor para cada coisa, assim faz com que eu evite gastar demais em um e de menos em outra.

7 – Consumo consciente

Isso não significa parar de consumir, mas sim em investir em produtos de qualidade. Isso vale para todas as áreas da vida, desde roupas, cosméticos e até material de limpeza. Você pode atá pagar mais caro a priore, mas economiza em a longo prazo porque não precisa ficar comprando sempre e a ainda ajuda o meio ambiente produzindo menos lixo.

Clica aqui, que tem um post falando sobre o consumo consciente na moda.

Eai, gostou das dicas? Tem mais alguma que você usa e super dá certo? Conta para gente aqui nos comentário porque não tá fácil BRASIL!

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O ambiente em que vivemos reflete muito do que somos e quem não gosta de ter o quarto, o escritório ou casa com sua cara, não é mesmo? Nesse post reunimos 5 dicas incríveis de decoração de interiores que vai te ajudar a deixar seu cantinho lindo e aconchegante.

1 – Amplitude vale ouro!
Criar a impressão de um espaço maior é um trunfo enorme em qualquer imóvel! Pra ajudar nisso, ter espaços livres, um pé direito alto e usar truques tons claros e janelas combinadas a espelhos posicionados de modo a refleti-las são algumas das dicas retiradas daqui e que, visivelmente, funcionam! |

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2 – Saiba escolher as cores

Não adianta escolher cores aleatoriamente por preferência pessoal. Segundo a psicodinâmica das cores cada uma delas provoca efeitos e saber combiná-las pra neutralizar ou potencializar os efeitos de umas sobre as outras é fundamental. Os arquitetos e decoradores sabem muito bem disso e dominam o círculo cromático. Vocês sabiam, por exemplo, que o violeta desse sofá foi pensado para balancear o efeito do vermelho? Essa dobradinha de cores quentes + frias é uma das dicas pra equilibrar ambientes e a sugestão veio desse post aqui.

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3 – Aproveite as paredes

Em tempos de cada vez menos espaços, aproveitar cada cm² de uma casa ou apartamento é imprescindível para deixar tudo melhor organizado e às vezes até melhor decorado! Como é o caso de paredes, que muitas vezes deixamos apenas com a pintura, sem imaginar que poderiam ser preenchidas de formas mais criativas. Olhem que interessante a ideia de pintar com tinta preta fosca a parede (e transformá-la num grande quadro negro para escrever com giz) e ainda utilizar caixotes de feira para criar uma horta vertical, identificando cada mudinha, bem útil!

Horta vertical em parede no estilo "quadro negro"

4 – Aproveite a luz natural

A luz natural além de ser essencial para saúde é um dos principais elementos da arquitetura e decoração, revelando formas, texturas e cores do ambiente. Utilizando ela de forma eficiente você consegue reduzir o consumo de energia (o mundo agradece haha) e harmonizar o cômodo pois ela deixa mais agradável, aconchegante e realça a qualidade dos materiais dos móveis e objetos de decoração. Clica aqui para ver mais dicas de como utilizar a luz natural!

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5 – Seja criativo

Em meio a crise econômica que estamos utilizar a criatividade na hora de decoração é fundamental para quem quer mudar o visual da casa sem gastar muito. Vale apostar em reforma dos móveis que você já tem, mudar as coisas de lugar, garimpar em brechós e feiras de artesanato, apostar em alternativas de iluminação. Aqui tem mais dicas de como ser criativo, economizar e deixar a casa com sua cara.

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Depois dessas dicas dá até vontade de sair redecorando a casa não é?! Todas as dicas foram retiradas do site Homify especializado em Design de Interiores, vale muito a pena dar uma conferida 😉

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Não é novidade para ninguém que o Chá adora eventos culturais que levam conhecimento e informação para as pessoas, ainda mais quando se tem expositores do Amazonas.

A campanha “tudo ou nada” de financiamento coletivo (crowdfunding), tem o objetivo de levar três títulos amazonenses inéditos para serem lançados na Bienal Internacional do Livro em São Paulo. Todos os títulos serão lançados no estande da Lendari, selo editorial dedicado à literatura fantástica, realismo mágico e ficção científica. Não é incrível?

O espaço no evento já está assegurado: no fim de 2015, o selo Lendari assinou contrato com a Câmara Brasileira do Livro (CBL) para ocupar estande próprio na Travessa Literária, setor da Bienal reservado para autores, editoras e títulos independentes. Na ocasião, também será relançada a antologia Quando a selva sussurra: contos amazônicos.

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Os três títulos da campanha são assinados por novas promessas da literatura amazonense: Mário Bentes, Jan Santos e Leila Plácido. Enquanto os dois primeiros já possuem títulos lançados, a terceira vai estrear no mercado.

Os livros já estão prontos, restando, literalmente, colocá-los no papel e a campanha de financiamento coletivo, visa obter apenas os recursos necessários para imprimir entre 200 e 300 exemplares de cada livro, em tiragens específicas para o lançamento no estande da Lendari na Bienal de São Paulo.

Além da impressão, a campanha de participação dos novos autores amazonenses em um dos maiores eventos literários do mundo é uma forma de inserir o nome do Amazonas e de Manaus no circuito da literatura mundial. Para esta 24ª edição, estão confirmadas as participações de nada menos que 186 autores nacionais e 22 estrangeiros.

Nos dez dias de evento, deverão visitar o Pavilhão de Exposições do Parque Anhembi aproximadamente 720 mil pessoas de todo o país, que organizam caravanas anuais para conhecer de perto seus autores preferidos e ter a oportunidade de estar frente a frente com novos nomes da literatura.

No total, a CBL estima que 70 países estarão representados, entre eles França, Índia, China, Alemanha, Suíça, Canadá, Japão e Angola. Serão 1,5 mil horas de programação com 300 expositores, sendo 750 selos, e mais de 400 atrações em nove espaços culturais. É neste cenário rico, plural e diversificado que desejam expor a nova literatura amazonense.

Achou legal e quer saber como ajudar? Clique aqui, e saiba de todos os detalhes desse evento!



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Dia desses navegando pelas sugestões do Spotify me veio do ~nada~ a lembrança de uma banda que eu não escutava há séculos e adorava: O Jardim das horas (antigo “O quarto das cinzas”).

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Joguei na busca e lá estava o primeiro álbum, O quarto das cinzas, disponível para ouvir! <3

Matei saudades e fui vasculhar a internet atrás de notícias dessa banda cearense (dá pra perceber um pouquinho do sotaque na meio reggae “Caminhando com a bondade”) maravilinda que mistura downtempo, trip-hop com música brasileira. Sério, é como se fosse Portishead meets Céu hahaha, coisa linda de ver/ouvir! O som experimental junto à doçura da voz (e beleza) da Laya Lopes e letras inteligentes fazem o conjunto da obra ser tão bonito que eu tô até agora sem entender o porquê de ter esquecido dessa pérola musical (nisso que dá a pessoa ficar anos ouvindo metal e post rock haha).
Nos últimos anos o Jardim das horas esteve fazendo vários shows em circuitos alternativos pelo país e lançaram álbum novo, “Homem moderno” que pode ser conferido no site deles aqui.

Ficam aqui duas das minhas músicas prediletas pra vocês se apaixonarem também:

Viciante

Priscas eras

E eu nunca ia pensar em juntar o som do Radiohead com Chico Buarque, mas eles sim! I might be wrong + Construção = “I might be Construção”, no mínimo um som curioso:

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Período de férias é praia, sal, areia, piscina, rio, igarapé, cachoeira, sol! Só coisa boa, mas depois de um tempinho nossos cabelos vão se cansando dessa vida de curtição e começam a ficar aquele aspecto, digamos, não muito glamouroso: ressecado pedindo pelo amor de todos os santos uma hidratação.

cabelo-ressecado

Bom, eu não sou muito rata de salão de beleza. Normalmente ando com meus cabelos ao natural, e prefiro fazer hidratação em casa com produtos naturais que normalmente eu tenho, e eis que hoje vou compartilhar a minha dica mágica pra vocês ficarem com cabelos lindos e de sereia: óleo de côco!<3

Sim, quem me conhece sabe que sou quase como uma embaixadora do óleo de côco, haha! Ou seja, uso para diversas coisas e vou falar da minha experiência com esse divo da natureza e melhor amigo do meu cabelo. É fácil de fazer, acessível e dá um ótimo resultado; eu uso a cada quinze dias, mais ou menos.

O óleo de côco tem um ótimo poder de hidratação pois é rico em ácidos graxos e vitaminas que agem na parte interna do fio do cabelo, mas como tudo na vida, deve ser usado da maneira e com a quantidade correta senão o efeito desejado não surge. Ultimamente tem ficado famoso este óleozinho, mas também tem surgido algumas dúvidas em relação a como utilizá-lo, e por isso vou tentar ajudar com minha experiência.

oleo-de-coco

Antes da descrição da hidratação vamos fazer algumas observações:

* Faça essa hidratação com o cabelo seco e sem tê-lo lavado neste dia;
* Se, após a hidratação, o seu cabelo ficar com aspecto úmido e oleoso é porque você deixou resíduos do óleo no fio, deixando-o pesado;
* Após a aplicação, lava-se o cabelo uma ou duas vezes dependendo do seu tipo de cabelo. Como o meu cabelo é grande e com muito volume eu preciso lavar 2x para conseguir tirar o óleo de toda a extenção do cabelo. Para pessoas com cabelo oleoso também é altamente recomendável lavar 2x com shampoo (por precaução melhor todo mundo lavar 2x haha);
* O tempo que você passa com o óleo no cabelo também influencia na hidratação, pois o fio absorve o óleo (e por isso hidrata), porém também não adianta querer deixar 24h. Se controla, miga!
* Algumas pessoas aquecem o óleo de côco para que ele fique líquido, pois em temperaturas mais baixas ele se torna pastoso; bom, preciso nem explicar que em Manaus HellCity não precisa pois ele fica em seu estado naturalmente líquido (a não ser que vc guarde na geladeira);

Mas vamos ao que interessa!
O que precisa? Basicamente óleo de côco e cabelo (importante esse item!). Mas uma touca (ou toalha) também é útil pra abafar e acelerar o processo.
Observação: Preferencialmente use o óleo de côco extra virgem (se for prensado a frio, melhor ainda)
Quanto de óleo usar? Depende do tamanho do cabelo. Cabelos grandes podem precisar de umas 5 colheres de sopa; para os pequenos, umas 3 serão suficiente. Também não é crime passar um pouco mais, só é preciso ficar atento pra tirar todo o óleo do fio ao final da hidratação.
Onde achar o óleo? Facilmente achado em farmácias, mercados ou ainda em empórios de produtos naturais.
Qual o valor? A faixa de preço é de 20-30 reais o vidro com 200ml/300ml.

Como fazer a hidratação?
-Aplique a quantidade de óleo por toda a extensão do fio, exceto na raiz (principalmente quem tem cabelo oleoso), massageando bem. Depois prenda-o.
-Você pode colocar uma touca plástica para abafar, ou uma toalha úmida. Permaneça algum tempo (pelo menos 15-20min), e após isso lave o cabelo normalmente.

OBS: Será muito bom se vc puder passar uma hora com o óleo no fio. Eu normalmente passo no cabelo nos finais de semana e vou fazer algum trabalho manual, ler um livro, lavar uma louça, ver um episódio de uma série, enfim…fique um tempinho com ele na cabeça para que o fio do cabelo tenha tempo de absorver o óleo. Muitas pessoas costumam fazer essa hidratação de noite, dormir com o óleo no cabelo e lavar na manhã seguinte.
OBS2: Certifique-se de que o cabelo não está oleoso, ou seja, que não tem nenhum vestígio do óleo nele. Se ainda tiver, lave novamente de modo a tirar todo o excesso do produto.

coconut oil

-Após isso, seque normalmente com o secador ou ao natural. E pode sair por aí ostentando cabelos lindos, sedosos e hidratados como se você tivesse num comercial da L’Oreal, porque afinal: você vale muito, hehe!

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14 de janeiro de 2016

Para a primeira #quintacult do ano eu escolhi um filme que me deixou extremamente LOUCA para compartilhar e indicar, principalmente porque ele me fez refletir MUITO. E nada melhor do que uma história fictícia com um enredo bem surreal, mas que traz uma lição incrivelmente significante para nossa vida: como lidarmos com o tempo e com o amor/carinho/respeito pelas pessoas ao nosso redor. Chega de filosofia da Klyo e vamos ao que interessa.

Quero que após você ler minha “dica”, saia correndo para assistir “About Time”, que é o título original do filme, mas que foi traduzido no Brasil como “Questão de Tempo”.

Sem Título-1
O filme aparenta ser uma comédia romântica, mas que para mim foge do romantismo e embarca num drama que te leva a pensar em muitas relações suas com as pessoas (e pensar em relações amorosas fica a cargo do expectador). O filme é do diretor Richard Curtis (o mesmo de “Um lugar chamado Notting Hill” e “Simplesmente amor”, dois filmes que eu adoro).

A história gira em torno do personagem britânico Tim Lake (Domhnall Gleeson), que recebe a revelação de um segredo do seu pai (Bill Nighy) ao completar 21 anos: todos os homens de sua família têm o poder de voltar no tempo e viver novamente algum momento específico do passado. E viver esse momento de uma forma completamente diferente de como ele foi vivido antes.

Por mais que no início o personagem encare a notícia com um pouco de deboche, isso faz com que o assunto “viagem no tempo” seja visto de forma mais simplista e não como algo extraordinário (como geralmente é mostrado nos filmes). E então quando Tim tenta voltar no tempo pela primeira vez e consegue, ele começa a acreditar na história do pai. Ainda assim o filme continua passando a ideia de que o poder de viajar no tempo só é uma característica normal da família Lake, e não uma anormalidade, assim não se torna o FOCO principal do filme, você se fixa de verdade na história.

Tim começa suas viagens no tempo, sempre com a esperança de encontrar o amor da sua vida. Até que ele finalmente conhece Mary (Rachel McAdams), e como é de se esperar, algumas viagens ao tempo acabam mudando o curso dos acontecimentos. E o personagem acaba tendo que mudar várias vezes alguns acontecimentos do passado, e faz de tudo para que dê certo com Mary.

E, mesmo que se a história se foque (a priori) no romance do casal, como eu disse acima, não senti tanto o tom de romantismo. Por mais que o casal receba a maior atenção do enredo, outros aspectos da vida do protagonista também são levados em consideração, sua relação com o homem que o hospeda em sua casa, seu amor e admiração pela irmã mais nova e sua relação com o pai (que para mim é a melhor parte do filme).


About Time

Entre várias voltas no tempo, a história se desenrola nos levando a cada momento a uma reflexão diferente sobre o que fazemos com cada pequeno instante de nossas vidas, afinal, NÓS não podemos voltar no tempo para consertar nada e nem para reviver um bom momento. Mas não vou contar mais, pois não quero dar spoilers.

Só sei que é um filme que vale a pena ser assistido, principalmente por abordar diversos assuntos, como o tempo, família, felicidade, o valor dos detalhes, dos momentos. Uma verdadeira lição de vida.

“Questão de Tempo” é um filme encantador e nos passa uma lição ainda mais encantadora! Assisti o filme com a minha mãe no primeiro dia do ano e ficamos por uns 5 minutos caladas (com lágrimas – para não dizer litros – nos olhos) e fiquei com uma vontade absurda de aproveitar a vida, reviver bons momentos com a minha avó que já faleceu, provar novamente comidas, estar de volta numa festa que não aproveitei direito, dar um sorriso num momento de mau humor, prestar mais atenção nos pequenos detalhes, amar as pessoas que temos por perto e viver intensamente cada dia. Mas, principalmente, que nós possamos viver bem sem que precisemos voltar no passado para consertar ou viver direito.

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A conclusão final do personagem é surpreendente. E nos permite perceber algo que parece tão clichê mas que quase ninguém reflete sobre: a graça e a emoção da vida está justamente no fato de só termos uma chance e de vivermos cada momento de maneira única.

Então eu espero que você (assim como eu) assista o filme e reflita sobre mil momentos e maneiras de vivê-los.

Ah, e como eu também sou uma APAIXONADA por trilhas sonoras, até nisso o filme me ganhou, com a música de principal referência ao casal, numa versão super linda.

 

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