Home Sobre o Blog Quem somos Contato Midia Kit Categorias


dicas-2 category image
23 de fevereiro de 2017

Olá a todxs, a ~pedidos escreverei alguns (sim, me aguentem!) posts sobre coletor menstrual, vulgo copinho; porém, antes de mais nada gostaria de avisar que teremos: sangue

Leona: que mulher!!!

Leona: que mulher!!!

Apenas um aviso no caso de alguém ter algum problema com informações e conversas (calma, miga, não criemos pânico pois não terão ibagens escatológicas or something…) a respeito desses imensos (aproximadamente) 70ml de sangue perdidos pelas mulheres mensalmente. Dito isso, vamos primeiramente explicar o que é, segundamente vamos responder algumas indagações mais comuns.

Favor assistam esse maravilhoso vídeo (só clicar na imagem)

O QUE É ISSO, MANA?

O coletor menstrual é um “copinho” de silicone que substitui o uso de absorventes menstruais usuais (externos e internos) e, embora seja uma criação antiga, só nos últimos anos que tem tido um crescimento no número de adeptas, mas ainda sim é motivo de estranheza pra maioria das mulheres.
Ele foi criado em 1908, mas era bem diferente do que conhecemos hoje. Daí em 1937 uma mulher (iluminada!) chamada Leona Chalmers adaptou a criação primitiva para uma versão mais próxima do que usamos hoje em dia. Serei eternamente grata, miga!

a evolução do coletor

Obviamente o copinho deu uma modificada e modernizada de 37 pra cá, mas a ideia central ainda é a mesma desde o início: coletar o sangue menstrual. Ele é feito de silicone cirúrgico (ou elastômeto termoplástico para os íntimos) hipoalergênico e antibacteriano, e por isso não irrita a mucosa, ou seja, quem tem alergia aos absorventes convencionais, camisinha, etc pode ficar tranquila!

anatomia do copinho
Entre as minas que usam o que mais se ouve é o adjetivo: “libertador“. E porque é mesmo, pensa que liberdade poder usar a roupa que vc quiser e não se privar de atividade nenhuma (a não ser que vc queira) com medo de vazamento no seu período menstrual. É tribom!
Embora não exita um tipo de absorvente (aliás não existe nada no mundo) que seja O melhor para todas as mulheres do mundo, penso que o coletor é uma ótima alternativa aos métodos habituais para a maioria das mulheres,  e contribui muito pro bem-estar individual das meninas, e de quebra o planeta agradece!

DÚVIDAS FREQUENTES

# Não é caro?
É muito mais vantagem, creia, mulher! Vamos pensar aqui com a gente acompanhando seguinte raciocínio: suponhamos que cada mulher menstrue, em média, 4 dias. A recomendação para absorventes externos é que se troque a cada 4 horas, logo são 6 absorventes por dia, totalizando uns 24 absorventes externos, em média, por ciclo (recomendação dos ginecologistas para uma higiene saudável e sem risco de infecções). Isso por mês. Tendo cada ano 12 meses, logo dá aprox 288 absorventes por ano (36 caixinhas com 8). Se adotarmos que a primeira menstruação normalmente ocorre entre os 11-13 anos e a menopausa aos 50, vamos ter uma média 12 mil absorventes usados por cada mina ao longo da sua vida.

E levando em conta que temos 1.75 bilhões de mulheres em idade reprodutiva no mundo, pensemos a quantidade de absorventes (façam a conta e me falem pois minha cabeça deu bug nos 12mil, sou de biológicas rs).Vamos supor que uma caixinha de 8 absorventes custe uns 3 reais X 36 dá uns 108 reais em um único ano, pelo menos. E depois de tanta conta (eu juro que acabou pois estou: cansada!) venho vos informar que a média de valor de um coletor é 80 reais e ele tem uma alta durabilidade (depende mais dos seus cuidados com ele, na verdade, mas de 5 a 10 anos). Logo…

Pensando nas brusinhas que vô comprar com o dinheiro que sobrará

# Ele ajuda a diminuir/aumentar o fluxo?
Não, manas. O fluxo da nossa menstruação é regulado por fatores internos e hormonais. O que acontece é que a gente normalmente não tem muita noção dos nossos ciclos biológicos (menstruais, então…) um exemplo disso é que a gente acha que sangra litros e quando começa a usar o copinho vê que não é bem assim…é bem pouquinho, na verdade, mas no absorvente externo se espalha na superfície do mesmo e parece que estamos em hemorragia. Então, não é que o fluxo diminui, geralmente somos nós que entendemos melhor nosso ciclo.


Adiciona-se a isso que o coletor coleta (por isso o nome, dã) o sangue direto da saída do colo do útero, ou seja, antes dele chegar no canal vaginal, logo o caminho do sangue menstrual é ‘encurtado‘. Então, normalmente o tempo que esse sangue que é liberado levaria para terminar de percorrer o canal vaginal e vir, literalmente, ao mundo externo é diminuído (pois ele não precisa fazer esse trajeto pois foi ~capturado antes), o que dá a impressão que diminui o ciclo ou fluxo. Não diminui o fluxo, você que passa a se entender melhor, quer coisa mais maravilhosa que isso?

# Não fede?
Essa foi uma das coisas com a qual eu mais me admirei, pois descobri que nosso sangue menstrual não fede nada, nadica mesmo. Nós somos convencida pelos outros, outras e por nós mesmas que a menstruação é uma coisa nojenta, horrível, que fede etc, mas na verdade não é nada disso. O odor ocorre quando o sangue entra em contato com o ar e coagula (apodrece), o que acontece dentro do absorvente interno (e não dentro da gente), e isso não acontece no coletor pois ele segura o sangue antes que entre em contato com o ar (por conta do vácuo criado por ele).

# Ah, mas vou ter que tocar em sangue, que nojo! Urgh!
Miga, uma coisa é certa: você vai precisar se tocar. E nessa última dúvida entra também o ponto do porquê que os coletores não são tão populares e divulgados na mídia, e motivo pelo qual enfrentam tanto preconceito e ‘torcidas de nariz’ pelas mulheres: a gente tem que entrar em contato com o próprio corpo, e nós não fomos educadas pra isso.

Como o coletor fica no canal vaginal, logo abaixo do colo do útero, é preciso dobrá-lo e introduzi-lo com os seus próprios dedos. Isso é um tabu. O que mais se ouve é:

“Mas vai ficar dentro de mim?”
“Mas tem que colocar o dedo lá dentro?”
“Ai, prefiro não, não gosto de nada lá dentro” (tá bom… duvido!)
“Isso deve fazer mal”

A mulher tocar em seu próprio corpo, conhecê-lo, aceitá-lo ainda é uma dificuldade na nossa sociedade. Falar das necessidades e dos ciclos do corpo feminino (que por séculos fomos ensinadas a esconder, a odiar, a disfarçar) ainda é uma dificuldade, mesmo com tanta informação na mídia. Esse empoderamento e percepção do nosso próprio corpo feminino e da nossa natureza mais profunda é difícil e se dá individualmente de modo bem lento.

O bom é que, em se tratando do coletor, normalmente, a impressão ruim dessas afirmativas acima geralmente se modifica depois do primeiro uso ou da simples conversa, até pela internet, com outras mulheres que já usam coletor.
Pensamos que devemos todas apoiar todo e qualquer iniciativa que vise a dar mais liberdade e opção de escolha para a mulher, lembrando e respeitando sempre a individualidade de cada corpo, cada história. Lembremos que quanto mais alternativas tivermos, melhor. Portanto, é hora de olharmos com mais carinho para nossos corpos, nossos ciclos, nossa menstruação, ou seja: para nós mesmas.

vaidecopinho cópia

OBS: Imagens retiradas do infográfico sobre Coletor Menstrual desenvolvido por Scarlet Nivea Santos Figueiredo (UFES), clique aqui pra baixar. Obrigada a todas que criam e ajudam a divulgar esse tipo de material enriquecedor.

assinaturas 2015-02





opiniao-2 category image
13 de fevereiro de 2017

Esses dias estava pensando no quanto nós, mulheres, somos moldadas a determinados comportamentos. Se você é mulher, sabe que desde que assinava Capricho 10 anos (!) atrás já se sentia feia ou deslocada por não ser tão perfeita quanto “aquelas mulheres da revista”. Se você é homem, certamente já teve no seu círculo de amizades ou relações uma garota linda, porém insatisfeita. “Ela só pode tá de sacanagem em se achar feia!“. Pior que não tá. A baixa-estima feminina vende maquiagem, produtos de beleza, procedimentos estéticos, revistas, shakes… é bem lucrativa. Se você é mulher, você é ensinada que nunca está boa o bastante, sempre dá pra “melhorar uma coisinha“.

"O que eu quero ser quando eu crescer? Bonita."

“O que eu quero ser quando eu crescer? Bonita.”

Nos meus pensamentos veio uma relação direta entre esse inconsciente coletivo feminino  “não sou bonita o bastante” e o fato de a gente se incomodar tanto com mulheres que aparentam ser confiantes e bem resolvidas. Excesso de auto-estima é uma afronta pra quem aprendeu a dançar conforme a música e se sentir constantemente digna de reparos. Sabe aquela menina que sempre posta selfie? “SE ACHA, NÉ? AFF“. E a que foi pra uma formatura e não para de postar foto da make e do look pela semana seguinte inteira? “Que saco, todo mundo já viu que tu tava gata!“. Quem nunca comentou mentalmente essas demonstrações – ao nosso ver excessivas – de auto-estima nas redes sociais?

jealous

Então, perdidas no limbo entre o não se diminua tanto mas também não infle demais, já notei que muitas mulheres buscam justificativas ou disfarçam na hora de demonstrar que tão se sentindo bonitas. Já viu alguma amiga postando uma selfie na qual ela está evidentemente bonita mas na legenda escreve algo engraçado, pra “despistar” e não parecer que tá se achando? Ou aquela conhecida que casou e tava belíssima de noiva e pede “desculpa” por postar “de novo” uma foto do grande dia. Cada foto dessas parece uma requisição “Peço licença pra demonstrar meu auto-amor e apreciar a minha própria beleza.”

Por que nós, que nos identificamos tanto com a dor de não sermos perfeitas como nos sugerem ser, nos incomodamos mais com a menina “que se acha” do que nos compadecemos com todas as outras que tem certeza que não são boas o bastante? Não passa pela nossa cabeça a motivação oculta daquela fulana em ser ultraexpor em roupas sensuais e estar sempre maquiada ou o fato de 79 “lindas” comentados passarem batido ao ponto que um mero comentário maldoso tenha potencial pra acabar com dia dela… Garanto que até a mais linda beldade cybernética se acha feia, tem dias ruins ou gostaria de mudar alguma coisa em si mesma, porque ela passou pela mesma “catequeze” midiática/social que você.

Blue Swimsuit self portrait

Blue Swimsuit self portrait

Fica aqui o apelo pra pararmos de nos justificar por estarmos nos sentindo bem e ressignificarmos a antipatia que nutrimos por mulheres que demonstrem estar fazendo exatamente o que deveríamos nos treinar a fazer: se achando maravilhosas pra caralho. Fala pra amiga que ela “tá bonita pra cacete”. Dá amei na foto. Comenta que “adorou o novo corte”. Deixa todas essas mulheres saberem que alguém mais viu beleza nelas. A gente já ouve, lê e vê coisas demais que nos dizem o contrário.

assinaturas 2015-03





 

Fiquei bastante chocada com a repercussão em uma rede social da foto de uma atriz e seu esposo. Na foto ambos estavam num evento mais formal e a atriz usava um vestido (lindo) e mais justo, mas nada muito colado. Nos comentários algumas pessoas elogiavam o casal e as roupas, porém dentre os elogios surgiram vááááárias críticas ao corpo da atriz. Por quê? A atriz em questão tem uma filha de, no máximo, 3 meses e nós mães (pais e qualquer um com bom senso) sabemos que quando uma mulher tem um bebê seu corpo se transforma desde a gravidez até depois de nascer. Diante de tantas transformações, os corpos das mulheres respondem cada um de uma forma.

how-to-love-postbaby-body-2160X1200

Após o parto a mulher passa por uma fase de 3 a 6 semanas chamada “puerpério”. Essa fase é o momento que o corpo tem para aos poucos voltar ao funcionamento normal como antes da gravidez. O útero se contrai até voltar ao mesmo lugarzinho de onde estava, o inchaço da retenção de líquido da gravidez aos poucos vai embora, os pontos da laceração (em caso de parto normal) ou episotomia caem, etc. Não acham que são muitas mudanças em um tempo tão curto?

Depois dessa fase a mulher é liberada para voltar às atividades rotineiras: caminhar, correr, dirigir, etc. Porém, a mulher ainda pode se sentir insatisfeita com seu corpo nessa fase por dois motivos:

1) Cada corpo tem seu tempo, ou seja, às vezes alguns corpos reagem de forma mais lenta às mudanças;
2) A pressão social (que, para mim, é recente) de que os corpos voltem a ser como antes, as famosas “mamãe saradas/esbeltas”.

Concordo que, todos nós devemos cuidar dos nossos corpos, nos preocupar com nossa alimentação e praticar exercícios físicos. Todavia, discordo dessa pressão que nós (mães) sofremos depois de termos filhos para estarmos em forma logo, como se o corpo torneado fosse uma prioridade no momento. E muitas vezes: não é!

gallery-1445540397-12106935-976657675724500-1849015337981230302-n

Não é pois: a vida muda completamente quando se tem filhos. As prioridades mudam, pois existe um ser agora que depende muito dos cuidados que só nós, os pais, podemos dar a eles <3 Se acaso os pais não tem ajuda dos familiares ou de babás as coisas ficam mais difíceis ainda. O cansaço da nova rotina é sem igual. E no fundo tudo que queremos é uma boa noite de sono sem sermos interrompidos #Ihaveadream

Então não é injusto e sem sentido cobrarmos das mulheres esse tipo de coisa? Ao invés disso sou a favor das pessoas falarem “Ei, você não quer sair com seu marido? Eu fico com o bebê!”. Sdds vale-night! hahaha #Ihaveadream2

ppseries-6-of-125-1024x685

Não estou criticando quem está em forma depois do parto, pois cada corpo é um corpo, e até porque “estar em forma” é um conceito muito amplo e diverso para cada pessoa. Estou questionando tão somente quem cobra isso das mães (mesmo que veladamente) e as fazem passar, às vezes, por constrangimentos desnecessários (que aliás é uma super falta de gentileza e educação, convenhamos).

Eu mesma passei mais de um ano sem usar um biquíni com medo dos julgamentos e agora vejo que fiz bobagem. Pra quê isso, gente? Sejam(os) livres! Cuidem de suas crias sem neuroses!

Meu filho já tem um ano, meu peso voltou ao normal mas meu corpo não é o mesmo e nunca mais será, e tá tudo bem, sabe? Eu hoje amo meu corpo com toda a história que ele carrega e me sinto orgulhosa por ter meu filhote nas páginas do meu corpo.

fotos-post-parto-madres-tras-parir-jade-beall-13

Ame seu corpo e toda a história que ele já passou. Respeite isso. Não se cobre tanto. Beleza é muito mais do que o que mostra a capa de uma revista, miga!

Um abração a todas as mamães lindas e seus filhos lindos e seus corpos tão lindos e imensos de luz que não cabem (nem precisam, nem nunca caberão) nos padrões da sociedade. Criamos o nosso próprio, então. Os padrões de nos amarmos como somos e com tudo o que temos (e não temos)! <3

assinaturas 2015-06

 

Fotos: The Bodies Of Mothers’ Book (por Jade Beall) ; The Honest Body Project, e 4th Trimester Bodies Project.





opiniao-2 category image
6 de fevereiro de 2017

Não tem jeito fácil de começar esse post que certamente é o mais pessoal meu que haverá aqui no Chá, vocês sabem que eu não sou de falar muito de mim em canto algum (um tantinhozinho-inho a mais no Twitter, talvez, haha).

Já tem um tempo que o sumiço aqui é maior do que o que eu gostaria e mais duradouro do que imaginava. Há meses eu dizia pra mim mesma que “é só uma fase ruim, a disposição volta”, mas no fim das contas, não tem muito essa de fase ruim como justificativa pra não fazer algo. Só as pessoas próximas sabem, mas eu passei por muitas e péssimas nos últimos anos…resumindo muito bem resumido, absolutamente todos os planos (pessoais e profissionais) que fiz desde sempre pra minha vida “deram ruim”, além de momentos tristes/difíceis na família, certezas antigas completamente desfeitas, tudo durante a existência do Chá.

No entanto, eu nunca estive mais em paz comigo quanto agora e nem mais agradecida por tudo que aconteceu e que me deixou mais forte e mais auto consciente. Uns acontecimentos assim, ocorrendo de forma seguida (e em alguns momentos até simultaneamente) mexem nas estruturas de qualquer um e deixam umas lições profundas em quem esteja disposto a aprender. E eu me dispus.

Depois do turbilhão a gente respira, olha em volta e recolhe os cacos, cola os pedaços, se refaz por inteiro. O tempo que leva não importa muito, importa é que no meio desse processo sobram só os valores que ainda te mantém em pé. As pessoas e coisas que te são mais caras. A lista de necessidades que parecia não ter fim, diminui vertiginosamente depois que você não tem “nada” e enxerga que na real nem precisava de tanto assim pra se sentir satisfeito. Com isso, as prioridades mudam…e as minhas em relação ao blog e à algumas coisas na minha vida mudaram numa volta de 360º e é por isso mesmo que resolvi escrever fechando mais um ciclo em meio a outros tantos.

Foram muitos momentos preciosos vividos com essas serumaninhas serelepes chamadas Mayana, Marianna e Natália <3

 

Fazendo jus ao nome do blog

Fazendo jus ao nome do blog

O dia que fizemos uma festinha (uma daS, né!) toda DIY e meu quintal virou cenário de Tumblr/Pinterest <3

O dia que fizemos uma festinha (uma daS, né!) toda DIY e meu quintal virou cenário de Tumblr/Pinterest <3

IMG-20150809-WA0062

IMG-20150926-WA0004

Sendo gente grande e partilhando dicas, #dizque

Vocês praticamente não nos viram juntas em eventos glamourosos por aí, mas se procurar em bar… (foto sem produção e fora de foco mesmo porque eu quero é mostrar a vida real haha)

Várias amizades iniciadas e retomadas com “ei, eu adoro ler o Chá!”, umas amizades que eu nunca nem ia imaginar ter com umas blogueiras (se eu for citar de uma por uma, vai dar briga, cês sabem quem são <3) e blogueiros lindos (Oi, André <3), trocentos ~eventos e festinhas~ pra morrer de rir com esse povo animado e que me tiravam dos momentos de bad e da minha toca (a muito custo, verdade seja dita) e por quem eu vou sempre torcer pra que brilhem cada vez mais.

IMG-20150118-WA0013

Metade das bonitas porque é missão impossível reunir todas!

IMG-20160213-WA0024

~góticos do rio negro~

Eu também fico muito feliz de ter ajudado a escrever a história do Chá e termos ido na contramão de muitas coisas em tempos de “sigo de volta”/ “instablogs”/”digital influencers”, webcelebridades de 50 mil seguidores do dia pra noite – e ficarmos satisfeitas em pagar o preço por insistir em conteúdo próprio e autenticidade.

Por fim, a vida é feita de ciclos e ainda bem que é assim. Cada fim anuncia um recomeço, com novas possibilidades no que quer que seja. O novo por vezes assusta, mas é libertador reconhecer o ponto de encerramento de algo e ter coragem de encarar recomeços. Depois de muito me observar, concluí que cheguei nesse fase e que minhas necessidades me levam para outros rumos. Por isso fica aqui meu muito obrigada a todo mundo que trocou ideias comigo ao longo dos posts, aos que me fizeram boas críticas, sugestões, elogios, foi uma ótima aventura! 😉

eWaXfP3x6blByMYo_-LlSxbrhdL0liEZnx4XGWia_fU

ps: Não estranhem me ver eventualmente no feed de fotos do Chá porque né, as amizades seguem muito além da vida online, #grazadels!

assinatura mai