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12 de agosto de 2016

Nesse fim de semana de dia dos pais, além de dar um bom abraço e um presentinho, que tal aproveitarem para sair com a família? Felizmente Manaus tem crescido mais em boas opções de lazer e reunimos aqui 3 dicas de eventos para aproveitar com os paizões <3

 

Festival das flores de Holambra

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foto: divulgação

Se seu pai adora plantinhas e/ou cuidar do jardim, leve ele neste festival! Haverá venda de bonsais, suculentas além das plantas ornamentais, todas a partir de R$ 5,50. Também terá shows no fim de semana, área de gastronomia e estacionamento disponível.

 

Quando: 11 a 28 de agosto

Horário: 9 às 21hs

Onde: Praça da Saudade (Centro)

 

Festival Bon-odori

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Você e seu pai gostam de comida japonesa? Nesse sábado vai ter o tradicional festival Bon odori, na escola de japonês Nippaku, com apresentações de dança e pratos típicos japoneses.

Quando: 13 de agosto

Horário: 19 às 23hs

Onde: Nippaku (Rua Teresina, Adrianópolis)

 

1º Feira do Paço

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foto: divulgação/Instituto Amazônia

 

Até o final deste ano haverá Feira no Paço no segundo domingo de cada mês, iniciando agora em agosto 😀 e terá atrações musicais, barraquinhas com boas comidas, teatro, sebo de livros e vinis, artesanato, onde inclusive a Mari aqui do chá estará no stand da @lamanfarita, com bolsas e acessórios lindinhos feitos com muito amor! <3

Quando: 14 de agosto

Horário: a partir das 16h

Onde: Praça Dom Pedro (em frente ao Paço Municipal, Centro)

 

Além desses eventos, tem o Degusta+, que já detalhamos neste post aqui e também promete ser ótimo :)

Bons passeios e feliz dia dos pais!

 





Nós amamos o boom de feiras gastronômicas e culturais que está acontecendo em Manaus, mas vamos combinar uma coisa: a maioria dos eventos voltados pra gastronomia reúne sempre os mesmos restaurantes já consolidados da cidade e não trazem muita novidade pro público em geral. Esse foi o principal motivo de ficarmos super empolgadas com a novidade que, muitos já devem estar sabendo, mas vamos anunciar aqui!
O blog Amais Amenos, em parceria com o Cardume Coworking e a Neotrends, vai realizar nos dias 13 e 14 de agosto a primeira edição (tomara que de muitas!) do Degusta+, uma nova opção de feira gastronômica em Manaus. E, olhem só: o evento é destinado a micro e pequenos empresários do setor de alimentos que normalmente NÃO encontram espaço nas grandes feiras para mostrar seus produtos, e vai atender a um público que curte experimentar novos sabores, por ótimos preços.
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Serão por volta de 12 expositores no Degusta+, com pratos vendidos a R$15, no máximo!(<3) E não vai faltar variedade, pois soubemos que não haverão expositores de especialidades repetidas. Preparem-se pra encontrar desde comida árabe até o tradicional dindin de frutas, passando por cupcakes, sanduíches, comida mexicana e opções sem glúten/sem lactose, que é outra coisa bem bacana pra quem tem restrição alimentar e, normalmente, não encontra opções em Manaus.

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“A ideia é que seja um evento mais intimista e com público menor que a maioria das feiras gastronômicas realizadas na cidade, onde as pessoas se sintam à vontade para levar os amigos, a família e aproveitar uma noite bem agradável”,
explica Karen Mabel, do blog AmaisAmenos.
Também limitamos o preço para que as opções fossem mais populares e todos possam provar o maior número de pratos possível”.
Outras coisas legais sobre o evento é que o Degusta+ oferecerá Espaço Kids, estacionamento livre e atrações musicais. O evento será na sede do Cardume Cowroking, localizada no Conjunto Tiradentes, Aleixo, nos dias 12 e 13/08, das 16h às 22h. E, ah: a entrada é franca! Quem vamos?!





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5 de agosto de 2016

Aqui vai um post de muita crítica à sociedade brasileira, principalmente ao modelo do nosso mercado de trabalho e legislação a respeito da maternidade & famílias. Todos que acompanham essa tag #maedeprimeiraviagem estão cansados de ler que “depois que virei mãe minha vida mudou”, mas devo repetir. Até minha forma de pensar e decidir mudou. Bem, com o passar dos meses eu me vi em um dilema sem saída: ou voltava ao mercado de trabalho e deixava meu filho com uma desconhecida (a que chamam de babá) ou o colocaria numa creche, aos 6 meses.

Foi por “culpa” da introdução alimentar do Bernardo que eu repensei toda minha carreira. Não, eu não vou abandonar nada não, e sim adiar! Aos seis meses se inicia o processo de introdução alimentar dos bebês após a amamentação exclusiva (já fiz um post aqui sobre isso). Esse processo requer muita atenção, carinho e aprendizado por parte dos pais, afinal um bebê só deve comer o mais natural possível, nada de condimentos, temperos, açúcar e sal. Aprendi, então quem faz toda a comida do meu filho sou eu, do meu jeito e, claro, respaldada por nutricionistas e a pediatra.o-WORKING-MOM-facebook

Isso me fez refletir. É justamente nessa fase importantíssima que acabam as licenças-maternidades (no mercado privado as licenças são ainda mais curtas, e a licença paterna não vou nem comentar por ser vergonhosa) e as mães precisam deixar seus filhos com alguém, para voltar ao trabalho. Logo, outra pessoa vai acompanhar de perto seu bebê começar a sentar, chorar com a vinda do primeiro dentinho, dar a comidinha pra ele etc. São momentos preciosos e que só acontecem: 1 vez.

Muitas pessoas podem pensar “nossa que exagero, os bebês são adaptáveis”. Não é exagero, é só procurarmos as diversas pesquisas científicas a respeito da importância da presença dos pais na primeira infância dos filhos (0 – 2 anos). A primeira infância é o estágio onde as mudanças ocorrem mais rapidamente e o bebê precisa perceber que é amado, que tem atenção. Vocês por um acaso já assistiram o documentário Do começo da vida ? Assistam, tem no Netflix.mom-leaving-baby-with-sitter

O que me preocupa é que cada vez mais cedo se colocam bebês em creches ou os deixam com babás cortando vínculos muito frágeis que deveriam ser fortalecidos. Quem conhece a história da babá que é mais respeitada pela criança do que a mãe?

Eu compreendo que muitas mulheres são literalmente sozinhas e tem que se virar para sustentar a casa. Isso é horrível. E exatamente por isso que critico nossa legislação. Ou a mãe volta a trabalhar ou o filho passa fome. O bebê não passa fome mas não cria os laços necessários com a mãe. Esses bebês crescem e se tornam adultos inseguros. Dentre outros exemplos. Em outros casos a opção é da própria mãe de voltar a trabalhar mais cedo.

Tenho inveja das famílias de países nórdicos. As licenças são para A M B O S (pai e mãe) e a média de duração é 1 ano! Um sonho. Sonho distante aqui no Brasil… e nossas famílias são assim configuradas. Como serão essas crianças no futuro? Só o tempo dirá.

 

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3 de agosto de 2016

Várias garotas já me procuraram para fazer perguntas sobre ficar ruiva. Mas um tipo de questionamento em especial me deixa incomodada: o fato de algumas pensarem que NÃO PODEM ser ruivas por não serem “branquinhas”. É muito chato você gostar de uma coisa e ter que ouvir ou pensar que “isso não combina com você”, né?

Resolvi pesquisar referências de mulheres morenas e negras com cabelo ruivo e aí eu entendi tudo. QUASE NÃO EXISTEM imagens delas por aí. Você tem que procurar muito! Como essas pessoas vão se sentir representadas se quando pesquisam um tom X de ruivo só encontram mulheres caucasianas usando eles?! Não rola aquela identificação tipo “essa garota tem meu tom de pele, se nela esse ruivo ficou legal então vou testar ele!”. E isso é uma droga! Cadê a representatividade?!

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Rihanna Rainha | Paloma Bernardi | Nathalie Emmanuel (a Missandei de GoT)

Garimpei foto de famosas – não caucasianas – que já ficaram ruivas e resolvi apelar ao grupo fechado de facebook Amor Acobreado comentando meu incomodo e pedindo que as meninas negras, morenas, amarelas, verdes ou de qualquer outra cor fora brancas se manifestassem deixando fotos suas nos comentários, me autorizando a usar essas fotos como referência em um post.

A chuva de comentários foi maior do que eu esperava e a coisa MAIS BACANA foi ver, entre uma foto e outra, algumas garotas agradecendo porque agora teriam referências pra se espelhar, a troca de elogios, dicas e nomes de tintas e o espaço criado pra que ruivas fora do padrão esteriotipado pudessem compartilhar sua ruivice dentro daquele grupo. Longe de mim achar que EU fiz um favor a elas, mas com certeza ELAS fizeram um favor enorme a VÁRIAS outras garotas que ao procurarem referência de cabelos ruivos poderá, a partir de agora, encontrar nesse post uma paleta com muito mais diversidade.

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Aqui estão algumas das moças que resolveram abraçar a ruivice independente dos estigmas exclusivistas, amaram e toparam ilustrar esse post. Tive o cuidado de perguntar a numeração da tinta e o volume da ox (água oxigenada) usada por cada uma, mas algumas usaram misturas, outras henna (uma pigmentação natural) e houve as que não lembravam!

OBS: Simplesmente amo ruivas black power ou cacheadas! Foi difícil escolher quais usar aqui no post porque apareceram várias nos comentários. Olha que lindas! Cliquem na imagem pra ampliar.

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O mais legal é notar as variações de tons não só de pele mas de ruivos! Tem os castanhos acobreados, os acobreados e laranjinhas e alguns tons de vermelho. Existe um estigma de que ruivo “natural” (os acobreados) só serve para as branquinhas mas isso é MUITO relativo, viu?! Uma das moças que comentou no meu post (o feito lá no grupo que citei) deu uma dica super boa pra quem tá insegura quanto ao ruivo que fica melhor em você: colorimetria. E deixou esse link aqui de referência. Valeu, Marina Nery!

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Eu me usarei de exemplo pra demonstrar que muitas vezes a temperatura da pele influi mais do que a cor da pele em si. Sou branca e, pelo paradigma geral, eu supostamente ficaria bem “com qualquer cor de cabelo”. Mas minha pele é fria (mais pro pálida que pro branquinha de bochechas coradas) então percebam a cara de doente terminal quando fiquei platinada e como fiquei meio amarelada com o ruivo cobre super claro comparado ao mais vermelho, bem mais quente e que criou um maior contraste.

platinada ou ruiva
Essa história de que só é “natural” ruivas de pele branca é, na verdade, um mito bem preconceituoso que vai contra a própria natureza. Sim, existem pessoas de cabelos de fogo em várias etnias, isso não é uma exclusividade das “deusas celtas”, ok? Clique aqui nesse link bem elucidativo e ILUSTRADO que me indicaram. Mas, se estiverem com preguiça, apenas contemplem toda a lindeza dos cabelos ruivos da Sara Tino, outra membro do grupo Amor Acobreado que me cedeu sua imagem pra esse post.

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Espero que isso ajude outras mulheres pelo Brasil a se sentirem menos inseguras para se tornarem ruivas, se for o desejo delas! Se ainda assim ficarem em dúvida as minhas dicas são: 1 – procurar um profissional que tenha experiência em ruivos. a maioria dos salões nacionais são especializados em loiras mas se você acompanhar o instagram dos salões da sua cidade e ver postagem de mulheres que tingiram de ruivo e o resultado ficou legal, já fiquem de olho; 2 – pode começar a transição usando um tom menos radical, mais próximo ao seu natural. eu, por exemplo, comecei com um ruivo acobreado próximo ao castanho e aos poucos fui ousando mais.

Eu tenho uma série de posts aqui no blog só para ruivas que vão desde a dúvida inicial até às cores de roupa que mais combinam com cabelos de fogo e dicas de como evitar desbotamento. Procurem pela tag #sagaruiva aqui na lupinha do blog e sejam felizes.

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