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14 de julho de 2016

No post anterior falei sobre o filme Rocky Balboa, um dos meus preferidos na relação “mulher também curte filme de luta”. O segundo filme da lista também envolve luta e boxe, e se enquadra na minha mesma categoria de: filme com porrada e conteúdo. Carregado um pouco mais de sangue, Nocaute (2015) é protagonizado por Jake Gyllenhaal (ator de “O Abutre” – filme já indicado por mim aqui no #Quintacult).

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A performance de Jake Gyllenhaal emociona tanto quanto surpreende. O filme é considerado em algumas críticas como o Rocky do novo milênio. E a comparação entre as duas produções acaba sendo inevitável, pois assim em Rocky, o foco de Nocaute também é o boxe aliado a superação. O protagonista Billy Hope (Jake Gyllenhaal), é campeão da categoria Peso Médio Júnior dos EUA, tem um estilo brutal de lutar e possuí um golpe de esquerda que deixa seus adversários, literalmente, nocauteados. No entanto, uma tragédia (que acontece bem do estilo que eu gosto, já que alguns filmes pecam por romantizar muito o enredo) dá o tom humano a história e coloca em risco não só a carreira do protagonista, mas a relação dele com a filha. E mesmo com todo o teor dramático, o enredo se desenvolve sem nos levar a escorrer lágrimas fáceis, já que isso tornaria o filme bem piegas.

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E, por mais que superação seja uma premissa básica de quase todo longa sobre boxeadores, onde dar a volta por cima é a única saída para o lutador, Nocaute não é exceção à regra. No entanto merece meu respeito por ser uma história diferente das já contadas até hoje. Longe de superar Rocky Balboa, tem vários elementos tão excelentes quanto. As cenas de luta são perfeitas, e aqui vale destacar toda maravilha física de Jake Gyllenhaal. As lutas têm bastante sangue, olhos estourados, são bem coreografadas, e as sequências em que Billy Hope está dentro do ringue realmente impressionam. O que realmente destaca-se no filme é justamente o “a mais” tão peculiar do clássico de Balboa, o fato de que o filme não se prende somente a luta e ao boxe em si, pois a relação do personagem com a mulher Maureen, interpretada por Rachel McAdams, com o treinador Tick Wills (Forest Whitaker, brilhando mesmo em papel coadjuvante) e principalmente com sua filha Leila (Oona Laurence, de 13 anos), elevam o filme a uma categoria superior.

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Após a tragédia e destruído emocionalmente, o lutador vai sair em busca de proporcionar à sua filha o mínimo que um pai deve oferecer. E foi nesse momento que o filme me ganhou, pois vemos a relação de Billy com a sua filha ser destruída e reconstruída novamente, numa atmosfera muito próxima a alguns casos que eu já ouvi falar da prima de uma amiga. A relação deles é das mais belas, intensas e emocionantes, e o desfecho, mesmo sendo em tese óbvio, consegue atingir o público que dificilmente ficará sem se emocionar.

O final também é bastante tradicional (comparado aos filmes deste gênero). A luta tem uma sequência muito bem produzida, é carregada de ação, de drama e de superação e ela unida a construção da relação do lutador com a filha, já faz valer assistir ao filme. Nocaute não deixa de ser um tradicional filme de boxe que possui luta e superação. Mas por ser carregado no drama e com atuações tocantes, tornou-se um dos filmes interessantes da minha lista (classificado entre aqueles que possuem como tema os ringues de luta), que merece ser indicado.

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No inicio desse ano eu já tinha caído de amores pelx Liniker, cantorx super talentosx, que se considera sem gênero e arrasa por aí com a voz rouca, toda uma malemolência, de brincão, barba, batom vermelho e um sorriso encantador <3

Eis que há dois dias um amigo (valeu, Lobo!) me apresenta mais uma bela pérola da música brasileira que também traz a tona debates sobre identidade de gênero, diversidade e originalidade musical: Jaloo, um cantor, DJ e produtor paraense que é pura criatividade em som, cores e movimento! Nos comentários de um dos vídeos dele alguém disse que “se Björk tivesse nascido no Pará”, seria Jaloo e eu acho que não é exagero.

índio meRmo, maninhos!

Ele remixou diversas músicas antes de lançar um álbum, inclusive a “Oblivion”, da Grimes e ainda ganhou elogios da rainha dos esquisitinhos. Nessas vivências como DJ e produtor, conseguiu criar um som original misturando muito sintetizador, indie pop, um pouco de tecnobrega (raízes paraenses, né minha gente! Escutem “Pa-Parará” pra perceber melhor) e ainda arrisco dizer que se você fechar os olhos, lembrará da voz do Caetano quando jovem. As letras praticamente autobiográficas, logo grudam na mente, tanto contando histórias de amor (a linda e triste “Last Dance”) quanto mandando convites pra se jogar (“Vem”!).

Não satisfeito, ainda cria clipes maravilhosos cheios de cores, psicodelia (imaginem se um dia ele faz algum collab com a FKA Twigs?!), como se tivessem saído diretamente de milhares de imagens e gifs do Tumblr. Mas, melhor do que ler uma descrição, vejam vocês mesmos a dica de clipe e música que em dois tempos também estarão cantarolando:

São bons tempos de criatividade musical brasileira, sucesso pro Jaloo, virei fã! O álbum #1, lançado ano passado, já está disponível no Spotify. Escutem e venham aqui contar o que acharam :) baygos!

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1 de julho de 2016

Junho já acabou mas nós sabemos que você não foi convidado pra tantas festas juninas quanto gostaria. No Brasil  tudo atrasa -ou se prolonga- então os convites para festas juLinas já já surgirão e você, é claro, passou mais um ano sem comprar uma camisa xadrez nova e não sabe o que usar. Mas, CALMA! Estamos aqui pra isso!

Dica 1: bora esquecer um pouco o xadrez? Tá mais batido que carro de cego! Existem outras estampas no mundo! E qualquer  estampa colorida remete à festa junina. Tem estampas florais, estampas de doces, bandeirinhas, triangulos, beijinhos. Basta que o tamanho dos padrões seja pequeno! Se combinar com um cintinho em tom terra é sucesso na certa.

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Não tem nada florido no guarda-roupa? OK! Então vamos aos DIY para transformar aquelas peças de roupa que você JÁ TEM em casa em looks juninos. Você só vai precisar comprar retalhos de chita (tecido super baratinho) ou qualquer outro tecido com estampas coloridas, além de ter que usar tesoura e cola pra tecido (caso não saiba costurar);

1 – Faça um molde imitando rendado e recorte uma tira inteira de tecido seguindo esse padrão, deixando uma margem de 4 dedos na parte de cima;
2 – Cole a parte de cima por dentro da saia, aplicando a cola para tecido de modo a barra ficar com o efeito rendado mas sem aparecer a ponta de cima nem danificar a saia por fora;

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3 – Recorte duas tiras de tecido iguais de 4 dedos de largura cada para criar suspensórios. Você pode costurar 2 botões na frente e 2 botões atrás da saia e fazer pequenas aberturas nas pontas dos suspensórios para abotoá-los à saia e deixar o look mais seguro! (não fiz isso porque não deu tempo! hahahah)

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Observem que a paleta de cores desse look inclui um salmão (que em mim pareceu nude hahaha) e cor de vinho. Funcionaram como background já que o destaque foi todo para a estampa colorida! A mistura de cropped + suspensórios é uma aposta menos convencional mas que fica bem junina! Viu que dá pra usar peças neutras e lisas do seu armário, né?

Além dos croppeds, outra tendência que pode ser explorada é o all jeans. Na verdade a ideia é usar peças do seu armário com cores neutras ou que harmonizem bem com as estampas que você vai usar. E jeans não tem erro, né? Tudo combina com jeans!

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Aplicar retalhos em calças não é novidade mas é bem prático. Além de espalhar retalhos pela calça, grudei nas regiões dos bolsos. A cola pra tecido não danifica tanto, dá para tirar os retalhos depois, mas se você não quiser nenhuma marquinha no seu jeans a dica é costurar. Nem que seja fazer um ponto com linha e agulha em cada ponta do retalho.

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Além da calça, poderia ter colado retalhos nos bolsos da camisa! Mas optei por fazer uma gravata borboleta (ou laço, como queiram interpretar! hahaha). Também poderia ter feito uma faixa de cabelo, tranquilamente, mas esse conceito de roupa pode ser adaptado para um visual masculino, então preferi não incluir muitos acessórios!

Agora vou mostrar os looks no geral só porque amei essas fotos tiradas pela linda da Indiara Gomes que fazem parte de uma matéria pro G1 AM sobre dicas de look pra festas juninas. Para ler a matérias e minhas dicas na íntegra é só clicar aqui.

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Olha a cobraaaaaaaaa! ÊEEEEEEE! É mentiraaaaaa…. pera, conheço aquela ali! É verdade!

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Espero que tenham curtido as dicas! Se você odiou tudo, achou brega e quer me bater por ter perdido tempo lendo esse post PERALÁ! Não precisa fazer nada disso, bastar comprar uns fitilhos coloridos, fazer umas tranças embutidas com eles ou apenas amarrar como laço em rabos de cabelo ou nas clássicas 2 trancinhas de caipira.

assinaturas 2015-03



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