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30 de junho de 2016

Eu já vinha há tempos querendo escrever sobre um dos meus filmes preferidos e, aproveitando o convite das meninas do Chá para escrever novamente para o #quintacult , aliei vontade e inspiração para as dicas de hoje. A inspiração veio do comercial da Heineken que questiona o público sobre o fato de que as mulheres também podem gostar de futebol, (pode ser visto aqui) então as dicas de filmes essa #quintacult levantam um questionamento similar: Já pensou que as mulheres também podem gostar de filmes de luta?

Respondendo essa pergunta, eu, uma mulher, indicarei para vocês dois filmes que simplesmente adoro e que tem a luta (mais especificamente o boxe) como tema.

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O primeiro filme que indico é um grande clássico do gênero: Rocky – Um Lutador, de 1976, que foi o primeiro de uma série de seis filmes protagonizados pelo personagem Rocky Balboa. Os demais são Rocky 2 (1979), Rocky 3 (1982), Rocky 4 (1985), Rocky 5 (1990) e Rocky Balboa (2006). No entanto, pretendo convencê-los a assistir apenas ao primeiro filme (porque este, com certeza, fará com que vejam todos os outros). A história por trás de “Rocky: um lutador” é simplesmente fantástica (principalmente para entendermos o porquê de Silvester Stallone ser o protagonista da série), mas sem me ater aos detalhes por detrás das câmeras, a história do filme é o que realmente me encanta.

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Com um orçamento apertado perceptível, o filme realmente consegue contar uma história humana. É impossível assisti-lo e não ficar tocado. Não é um filme sobre boxe apenas, nem tão pouco um filme de grandes feitos, é um filme de pessoas normais, e acredito ser essa a fórmula ideal do filme: a identificação. Por isso, apesar de ser um filme de boxe, que contem (óbvio) excelentes lutas, a história atinge várias esferas. Rocky (Silvester Stallone) é um cara de origem humilde, que vive numa pobre Philadélfia, trabalha para um agiota e luta boxe no resto do tempo, e que por mais que goste de lutar e viva em um ambiente propenso a violência, é um sujeito de grande coração (awn <3).
Stallone criou um personagem rude porém sensível, onde todo mundo poderia se identificar de alguma forma. Rocky Balboa tem um amigo com dificuldades com o álcool, Paulie (Burt Young),  que o ajuda a ~ficar com sua irmã, Adrian (Talia Shire) (pq amigo que é amigo também é cupido, não é mesmo, rs!), que tem muitas dificuldades com sua timidez.

Os personagens secundários são de extrema importância para o desenvolvimento do protagonista, todos possuem relevância dentro da trama, influenciando diretamente a vida do protagonista.

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No decorrer da história, Rocky tem a chance de lutar com Apollo Creed (Carl Weathers) o campeão mundial dos pesos pesados, que na verdade quer dar um golpe publicitário lutando com um amador para ter uma vitória certa e fácil. O que sai diferente do que ele espera é o fato de Rocky decidir treinar de verdade e de modo intensivo com o ex-lutador Mickey Goldmill (Burgess Meredith), apenas com o objetivo de terminar a luta sem ser nocauteado pelo campeão.

FILMBILD / T: Rocky / Rocky D: Sylvester Stallone, Burgess Meredith R: John G. Avildsen P: USA J: 1976 DA:- Jadis BildID: 424185 Filmstill // HANDOUT / EDITORIAL USE ONLY! / Please note: Fees charged by the agency are for the agencyÃs services only, and do not, nor are they intended to, convey to the user any ownership of Copyright or License in the material. The agency does not claim any ownership including but not limited to Copyright or License in the attached material. By publishing this material you expressly agree to indemnify and to hold the agency and its directors, shareholders and employees harmless from any loss, claims, damages, demands, expenses (including legal fees), or any causes of action or allegation against the agency arising out of or connected in any way with publication of the material.

O treino intensivo, a dedicação, o esforço e a persistência do personagem dá a história um rumo totalmente inesperado e nos traz o ponto alto do filme: a última luta, sendo ela o clímax, onde é gerada toda a expectativa ao redor de Rocky. E é exatamente ao fim da grande luta que é exposto o que faz (na minha opinião) o personagem ser tão interessante, o fato de pouco importar quem ganha ou perde a luta, pois no momento final o destaque é a satisfação pessoal do personagem que se sente completo por ter conseguido os objetivos que buscava e por ter vivido aquilo que ele almejava para si mesmo.

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É por isso que “Rocky: Um lutador” ocupa o topo da minha lista de melhores filmes da vida, pois mesmo sendo um filme de boxe, aborda temas pessoais, com destaque para as discussões entre Rocky e seu técnico Mickey (Burgess Meredith), assim como os momentos românticos entre Stalonne e Talia, ambos em grande atuação.

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De maneira quase unanime, nas críticas que li sobre o filme, Rocky é sempre lembrado por ser um símbolo de superação e determinação. Mas, seguindo a linha chata e “diferentona”, ao contrário do que a maioria pensa, acredito que não deve ser resumido somente a essa fama. Ao se olhar mais de perto, ele é um personagem mais complexo, que sempre travou sua maior luta internamente. Ao mesmo tempo em que não mede esforços em busca de um objetivo, também vive à deriva, sem ter tido sucesso em nada do que fez. Erram aqueles que dizem ser um filme sobre superação, motivação, ânimo e amor. Sim! Amor! <3 À vida, ao esporte e a Adrian, sem necessariamente envolver luta. “Rocky – Um Lutador” levou 3 estatuetas do Oscar:  Melhor Filme, Melhor Diretor (John G. Avildsen), Melhor Edição. E confesso, para mim é SIM um filme de luta, de boxe, com conteúdo. É o meu tipo de filme, que tenho que tirar o chapéu, indicar e dizer: Filmaço!

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Olá mamães e simpatizanres (rs)! O post demorou mas chegou! Tive algumas mudanças na minha vida que me impediram de dedicar-me ao blog mês passado mas o post desse mês é especial pois foi um pedido de mães amigas.

Introdução alimentar. Essas duas palavrinhas nos fazem ter alegria, dúvidas, medos, receios….e por causa disso resolvi procurar quem realmente entende do assunto para falar um pouquinho sobre esse tema que merece muito estudo e atenção das famílias que possuem bebês. Convidei as nutricionistas Renata Dantas e Camila Cyrino que são especializadas na área infantil e fazem parte da equipe Lápis de Maçã – que é um projeto envolvendo cursos e palestras para famílias com bebês e crianças sobre educação nutricional – para responder questões que um dia foram minhas e que tenho certeza que HOJE são de muitas mães e pais.

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1 – A introdução alimentar dos tempos dos nossos pais aos dias de hoje mudou muito. Quais são as principais diferenças, por exemplo dos anos 90 para cá?

A principal diferença está na abordagem da introdução alimentar e na confiança no bebê. Antigamente o bebê era um ser passivo, que “precisava” consumir as papinhas, uma vez que a recomendação na época era iniciar a introdução alimentar aos 4 meses, quando a criança ainda não tem desenvolvimento suficiente para ser ativo no processo, e por isso as refeições muitas vezes eram trituradas ou liquidificadas e até oferecidas na mamadeira, prejudicando a amamentação e colocando o risco do desmame precoce. Além disso, a cultura do suco era bastante presente. Embora não seja mais a recomendação, isso ainda acontece com uma certa frequência, infelizmente. Hoje a recomendação é que a introdução alimentar deve ser iniciada após 6 meses de aleitamento materno exclusivo, baseada na alimentação responsiva, em que o bebê é respeitado e ativo no processo da sua alimentação.

2 – O que é o método BLW?

O BLW é uma abordagem da introdução alimentar focada principalmente na autonomia do bebê. Vem de baby-led weaning, onde o bebê guia a própria alimentação. A função do adulto é ser mediador e supervisor, além de oferecer os alimentos da forma adequada. O restante, quem faz é o bebê. O BLW utiliza os alimentos sólidos pois é a maneira que o bebê consegue agarrar o alimentos para levar à boca, dando grande autonomia no processo. O bebê é colocado a conhecer diferentes cores e texturas, escolher dentre as opções oferecidas o que vai consumir primeiro, além de ter a oportunidade de desenvolver a mastigação desde o início, um item fundamental no processo alimentar. Vale lembrar que não é deixar o bebê comendo sozinho e ir fazer outras coisas, é necessária supervisão sempre.

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3 – Sabemos que as pessoas costumam alimentar seus bebês de acordo com o que o vizinho, o amigo, o parente falou com o discurso “Meu filho comeu e não morreu, então pode dar”. Por que é perigoso propagar essa ideia?

Primeiro porque a ideia é formar indivíduos saudáveis, não sobreviventes. As recomendações profissionais quanto à alimentação infantil são baseadas em estudos e evidências científicas, difundidas por instituições como a Organização Mundial da Saúde, Ministério da Saúde e Sociedade Brasileira de Pediatria, o que dá segurança para serem propostas. Segundo que quando se fala em prevenção, se fala em redução dos riscos: riscos de desenvolver obesidade, diabetes e hipertensão no futuro, riscos no desenvolvimento de alergias e intolerâncias alimentares, riscos de formação de hábitos alimentares prejudiciais. Se o início da alimentação for feito de forma correta, diminuímos estes riscos e temos maior chance de formar indivíduos com qualidade de vida e saúde plena. É importante buscar informações sempre com profissionais habilitados e atualizados.

4- Que alimentos o bebê menor de 1 ano NÃO pode consumir e por quê?

Os alimentos não recomendados no primeiro ano de vida estão ligados ao paladar que está em formação, aos hábitos alimentares, risco de contaminação e ao risco de desenvolver alergias, uma vez que o trato gastrointestinal do bebê ainda está imaturo e pode facilitar a passagem de substâncias no intestino às quais pode haver alguma reação do organismo. Entre os alimentos não recomendados para os menores de 1 ano estão: leite de vaca e seus derivados, açúcar (de qualquer tipo e qualquer alimento que o contenha), sementes oleaginosas, alimentos ultraprocessados (prontos para consumo), frutos do mar, mel, sucos, chás e água de coco, conservas, embutidos e enlatados. A alimentação deve ser o mais natural possível.

5 – Quando inicia a introdução alimentar, como fica a amamentação?

A amamentação continuará em livre demanda, sempre. O leite materno é o principal alimento do bebê no primeiro ano de vida, sendo exclusivo até os 6 meses e recomendado até os 2 anos ou mais. A introdução alimentar é um processo contínuo, não é um momento. É quando o bebê começará a conhecer outros alimentos além do leite materno. A alimentação é complementar, ou seja, ela é adicional ao leite materno, e não substituta.

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6 – Quais benefícios da introdução alimentar manejada de maneira correta?

Os benefícios estão relacionados sobretudo à formação dos hábitos alimentares saudáveis, que o indivíduo leva para a vida inteira, o que influenciará diretamente a sua saúde, como comentado anteriormente. A introdução alimentar faz parte dos primeiros 1000 dias de uma pessoa (270 dias da gestação + primeiros 2 anos de vida), os quais há evidências, se conduzidos de maneira adequada, de serem determinantes para maior desenvolvimento cognitivo, motor e sócio-emocional, maior performance escolar e proteção contra obesidade e doenças não-transmissíveis como hipertensão e diabetes, não sendo possível essa intervenção tão eficaz em qualquer outro momento da vida.

Ou seja pessoal, introdução alimentar é assunto SÉRIO, não podemos dar ouvidos a quem não seja da área de nutrição ou pediatria. Nada de enfiar leite ninho na mamadeira de bebê pois contém leite de vaca viu! Nada de fazer ~receitinha que a vizinha ensinou sem falar com o pediatra. Os benefícios de uma boa alimentação pro bebê refletirão na vida toda.

Se quiser saber mais sobre os cursos e palestras da Lápis de Maçã, clica aqui e dá uma olhada na página delas. Deixarei também: instagram @lapisdemaca e o WhatsApp: 81009416.

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20 de junho de 2016

Já tem um tempo que venho sentindo um desgaste e até porque não dizer, “nojinho” de boa parte das redes sociais.

“Mas como assim Maiara, tu tens um blog e enjoou da internet?! Comassiimmm?!”

Não é que eu tenha enjoado da Internet (nunca! eu amo esse mundão virtual de meudeus hahahaha), mas me sinto saturada de super exposição de tudo, todos a qualquer instante. E percebi que não estou só nesse sentimento! Conversando com amigos e conhecidos, descobri que tem mais pessoas cometendo “pequenos suicídios virtuais”. Trocando em miúdos: deletando conta de instagram, snapchat, facebook, whatsapp eternamente no silencioso e/ou saindo dos 1029391628376 grupos (tenho certeza que você também já quis fazer #aloka e sair de vários deles sem nem dizer tchau!).

Fui perguntar os motivos e eles foram diversos. Muita gente se desgastou demais com amigos, conhecidos e familiares nos últimos meses por conta das opiniões e divergências políticas, outros cansaram das enxurradas de fotos documentando cada instante da vida alheia, uma selfie atrás de outra, avalanche de propagandas, links e mais links de notícias (e quando você pára pra ver, sua barra de rolagem já nem existe mais!), a cada momento algo novo pra ver, ler e comentar.

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Até uns 15 anos atrás o mundo da internet era uma mina de ouro. As informações estavam lá mas você precisava “cavar”, passar horas “catando” os melhores links pra baixar músicas, descobrir na base da tentativa e erro quais os melhores fóruns sobre determinado assunto, o Google ainda não te entregava à distância de um clique milhares de links disponíveis sobre a mesma coisa. Era ralado conseguir informações (e verídicas) sobre qualquer coisa. O máximo de interação com outros ~internautas~ (noooossa, revelando os termos virtuais pré históricos! E de quebra, minha idade) era por meio do ICQ (sdds barulhinhos irritantes), mIRC (sdds “oi, quer tc?” “espera só mais 20 minutos, tá carregando a foto”, chat do UOL (meu deus…o horror hahahahaha), fóruns e blogs (olhem que incrível, se fazia amizades comentando loucamente nos blogs Brasil/mundo afora!).

Não havia celular com câmera, mas quando as câmeras digitais começaram a se popularizar, logo uma rede social virou mania, já dando a dica de que gostamos mesmo de exibir nosso cotidiano pra geral: Fotolog! Quem nunca postou aquela foto estourada de flash com texto de música mais uma frase de indiretinha pra quem quer que seja? Depois veio o Youtube, Orkut, Facebook e o resto é história, ficamos cada vez mais viciados em acompanhar a vida dos outros e receber informações (relevantes ou não) a cada minuto do dia. Há estudos apontando que 93% do tempo conectado é gasto no Facebook. E no Brasil a média de tempo conectado passa de 27 horas por mês, a maior média da América latina (nada pra se orgulhar, galere).

A questão é que chega uma hora que você tá exausto, mau humorado, “de bode” de interagir online e nem sabe direito porque. Amigo(a), você só está cansado também, saturado de tanta notificação. Geralmente o primeiro ímpeto é o do “já chega, vou deletar todas as contas e sumir!”

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Mas isto não funciona tão bem em um mundo onde a internet é essencial, principalmente para assuntos acadêmicos e/ou profissionais, além das relações pessoais. Se você resolver cometer “suicídio virtual”, é capaz que retorne dentro de alguns meses, mesmo que a contragosto, por necessidade. Então como que faz esse tal detox?! Tenho algumas dicas, de coisas que passei a fazer e outras que li/ouvi sobre os processos de detox alheios.

  1. Silencie todos os grupos por um ano – Essa não é irreversível caso você se arrependa ou precise estar atento a algo de trabalho, por exemplo. Então vai lá e silencia sem dó! Tenha disciplina e só leia quando estiver em tempo livre e o que você considerar relevante.
  2. Substitua o feed do Facebook por mensagens motivacionais e lembretes com o Feed eradicator  – ok, essa pode ser bem radical, mas funciona pra quem abre a rede social “só pra ver as notícias” e 3 horas depois ainda tá olhando o feed (você ainda pode ver as notificações, páginas, tudo normal, mas terá que buscar sobre o assunto ou pessoa que lhe interesse). Faça isso e veja como seu tempo vai render e você terá mais assuntos quando vir seus amigos pessoalmente!
  3. Desative o chat do Facebook – Isso não impede que falem com você ou que você converse com os outros, você apenas não aparecerá mais disponível sempre que fizer login, de forma que só as pessoas que realmente queiram/precisem falar com você irão mandar mensagem. Fim da conversa fiada!
  4. Veja seu Instagram/Snapchat só e somente em horário ~realmente~ livre – sim, eu sei que são redes sociais feitas para acompanhar em ”tempo real”, mas justamente por isso elas roubam um tempo precioso do seu dia. Você vai lá ver “só uma fotinha” e acaba passando horas e horas curtindo fotos, adicionando mais perfis interessantes e lá se foi o dia (por isso mesmo eu deixei de usar o Tumblr, apesar de amar muito! Eu não fazia mais nada além de curtir e dar reblog).

No fim das contas é tudo questão de disciplina, organização e bom senso sobre o quê você vai consumir de informação, quem você vai adicionar (se no seu feed não há nada que preste, não é culpa do Mark) e que momento do seu dia é interessante/útil se manter conectado. Conseguindo por isso em prática minimante, se dê um belo parabéns por ter seu tempo de volta! 😀

PS: não fiquem chateados por eu interagir pouco em redes sociais, não dei block e nem unfollow em ninguém, só estou aproveitando melhor a vida offline <3

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O Dia dos Namorados está chegando mas as contas do mês chegaram antes e a situação econômica não está favorável para quase ninguém! Uma boa hora pra investir em criatividade e dar um presente feito por você! Ele será único, cheio de amor e mais econômico, né? Vamos mostrar uma sugestão mas, antes, confira a lista dos materiais necessários aqui embaixo:

1- Materiais

Eles são bem baratinhos e você encontra em qualquer armarinho ou livraria:

  • Tela para pintura R$4,50;
  • Linha de meada para bordado R$ 2,35;
  • Agulha R$2,00 (pacote com 10 unidades);
  • Tesoura (não tenho dúvidas que você tem uma em casa né? haha);
  • Impressão do desenho R$ 1,00.

Totalizando R$ 8,85! Mas vale emprestar a agulha da mãe e imprimir em casa que sai mais em conta ainda.

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2 – Traço do Bordado

Você pode fazer de duas maneiras, uma é passando o desenho para a tela com papel carbono (fica mais fácil) ou recortando o desenho bem rente ao traço e colando na tela com uma fita adesiva. Esse recorte vai facilitar rasgar o papel depois da costura.

3 – Bordando

A linha de meada é composta por várias linhas fininhas. Não precisa desmanchar porque quanto mais grossa a linha for, mais bonito fica. Coloque a linha na agulha e dê um nozinho em uma das pontas. Passe através da tela de traz para frente, fazendo o primeiro ponto. Agora é só lembrar da infância e ir ligando os pontos haha! Para finalizar é só dá um outro nozinho atrás e está pronto!

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Vai dizer que  não é uma opção ótima?! E ainda dá para personalizar colocando os nomes ou me + you com uma tipografia retinha, que vai ficar lindo! Coloque a criatividade para funcionar e espalhe seu amor por aí.

Ah Mari, mas eu gostei desse desenho! Não tem problema, você pode baixar clicando aqui embaixo e imprimir tranquilamente, pois ele está em tamanho A4 e cabe direitinho em uma tela de 20×25.

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Agora é só embalar bem bonito, escrever um bilhete bem fofo e presentear que você ama! <3

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São tempos difíceis para a economia, não dá para negar. Nessas horas toda ajuda para conter despesas ou fazer apostas inteligentes no uso do dinheiro são bem-vindas, né? Por isso resolvemos dividir com vocês o que nós fazemos para economizar, especialmente as coisas que realmente funcionaram e ajudaram a cada uma.

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Dicas da Nâna
Sou uma gastadora compulsiva, adoro comprar roupas, viajar e sair no fim de semana então é bem recorrente meu salário acabar antes do mês. Se você se identificou com isso, talvez algumas das minhas dicas te sirva:

1 –  App de controle de gastos
Tem vários tipos e versões para android e IOs de aplicativos para gerenciar sua economia. Atualmente estou usando o “My Wallet”(IOs) mas já usei o “Controle de gastos” (android). Registro tudo que recebo e tudo que gasto por categoria e dia e assim dá pra ver a porcentagem de dinheiro que gasto com contas, bares, compras etc e ter noção se gastei com muita coisa desnecessária em um mês, pra evitar no próximo.

2 – Não aumento o limite do cartão
Quando fiz meu cartão de crédito eu era universitária e botaram o limite mínimo. Nunca aumentei esse limite. Isso me impede de fazer grandes compras parceladas pelo meu cartão, mas também impede que eu gaste mais do que devo ao mês! O ideal seria o limite do seu cartão deveria ser a metade que sobrar do seu salário (descontando as suas contas fixas). Uma alternativa que uso em caso de grandes compras como passagem é usar o cartão de outra pessoa (e pagar as parcelas direitinho a ela, claro!) ou comprar no boleto em agência de viagem.

3 – Investir ou ter uma conta poupança
Dinheiro na mão é vendaval. Quando me pagam por freelas ou recebo granas extras, coloco correndo na conta poupança que não movimento. Se ficar na conta corrente ou em espécie na minha mão: já era! Graças a isso consegui juntar uma graninha e pude investir em LCI (letras de crédito imobiliário) no Banco do Brasil. Você pode investir valores a partir de R$1.000,00 e o rendimento anual é MUITO maior que na poupança. Se tá na poupança não tenho acesso no débito/crédito = não gasto! Se tá investido, não movimento = e rende!).

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Dicas da Mai

Não sou gastadora compulsiva, pelo contrário, penso e penso no que quero comprar, vejo como está a situação e aí sim faço minhas dívidas (hahah!). No entanto, prefiro gastar com coisas que eu sinta valer a pena ou então algo que eu queira muito (livros e/ou alguma coisa de maquiagem) e pra isso são necessárias algumas medidas:

4 – Pague em dinheiro

Tudo que lhe for possível pagar à vista, pague! Se livre do hábito de parcelar tudo, encher a fatura do cartão de pequenas despesas e “seja o que Deus quiser no próximo mês”. Quando você paga as coisas em dinheiro, vê a conta/carteira esvaziando e se contém mais nos gastos.

5 – Separe o dinheiro da poupança

Assim que receber, separe a quantia que quer guardar, pois se deixar pra guardar apenas o que sobrar no fim do mês, mal e mal você terá moedinhas no bolso!

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Dicas da Mari

Eu sou uma mistura dessas duas, penso, pesquiso, vejo se dar para comprar mas acabo não comprando. Mas se você me chamar para comer pode ter certeza que não penso duas vezes para aceitar. Depois de ver quando eu gastava em saídas para comer com a justificativa “ah! é comida!” ou “eu trabalho tanto, acho que mereço um bom restaurante” resolvi dividir minha renda com essas duas dicas:

6 – Método do envelope

Ele é bem simples, como o nome mesmo diz você precisa de envelopes (eu uso bolsinhas haha) para cada tipo de gasto que você tem. No meu caso separei em alimentação, transporte, lazer e compras do mês (shampoo, sabonete, creme dental, etc), depois de pagar as contas fixas do mês vejo o restante e estipulo um valor x para cada categoria. Depois disso eu tenho a missão de utilizar somente aquele valor para cada coisa, assim faz com que eu evite gastar demais em um e de menos em outra.

7 – Consumo consciente

Isso não significa parar de consumir, mas sim em investir em produtos de qualidade. Isso vale para todas as áreas da vida, desde roupas, cosméticos e até material de limpeza. Você pode atá pagar mais caro a priore, mas economiza em a longo prazo porque não precisa ficar comprando sempre e a ainda ajuda o meio ambiente produzindo menos lixo.

Clica aqui, que tem um post falando sobre o consumo consciente na moda.

Eai, gostou das dicas? Tem mais alguma que você usa e super dá certo? Conta para gente aqui nos comentário porque não tá fácil BRASIL!

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