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Esse post não tem o menor intuito de ser polêmico ou desrespeitoso. Estou avisando de antemão para que você abra sua mente para ler o que vou contar aqui de forma imparcial e com toda a empatia possível. Ok? Ok! Vamos lá?

O assunto é antigo: padrões de beleza. Coloquei no plural porque eles mudam ao longo das décadas e todos nós sabemos que na década de 60 o ícone de beleza era a curvilínea Marilyn Monroe (diva eterna) e haviam até propagandas para mulheres magras ganharem peso e “ficarem atraentes”.

anti-magreza

Na década de 80 iniciou-se uma obsessão pelos corpos atléticos ao ritmo de I Wanna Get Physical (essa música gruda na cabeça cuidado! haha) e a partir de aí, também, as modelos das passarelas começaram a virar ícone máximo de beleza. A magreza passou a ser venerada, foi um giro de 360º!

anos 80

O grande problema dos padrões de beleza é: QUANDO uma sociedade se LIMITA a eles e as pessoas acreditam que só podem se considerar bonitas se os atenderem, o que não é verdade! O nome “padrão” de beleza por si só é controverso. Padrão remete a algo padronizado, seriado, repetido muitas vezes. E os padrões de beleza não são isso, não são a média de beleza das pessoas daquela época nem o tipo físico que existe em maior escala. Ou seja, um padrão de beleza é, na verdade, um “ideal” de beleza. E como todo ideal NÃO é algo não tão facilmente alcançável, muito menos comum.

Na última década, em paralelo ao ideal de magreza, surgiu um outro: o de corpo sarado, musculoso, definido. Hoje as panicats são referência de muitas mulheres que frequentam academias em busca do corpo que consideram perfeito. É certo? É errado? Não importa! É, TAMBÉM, o ideal de beleza de uma geração. Mas “ideal “mesmo seria se todos os corpos fossem considerados bonitos, né?

panicats

Agora vamos ao que me motivou a escrever esse post. Muitas pessoas, revoltadas (com TODA razão) a imposição de UM padrão específico de corpo acabam pesando a mão na hora de argumentar e, sem querer, fazem aquilo que elas reclamam sofrer: body shaming – que é basicamente desmerecer ou ridicularizar alguém pelo seu corpo. Com o pretexto de contestar a necessidade de ser magra para ser aceita(o), essas pessoas acabam atacando quem é, naturalmente, magro! Não foram essas pessoas que inventaram o padrão que você quer combater e elas não são desgraçadas só porque se encaixam nele acidentalmente (ou a custo de muita disciplina, dieta e qualquer outra coisa dentro do limite do saudável e da vontade pessoal delas).

offended

Quando você usa os termos “mulheres normais” ou “mulheres reais” para se referir a mulheres que NÃO são super magras ou magras você está dizendo para várias adolescentes magricelas, que são chamadas de Olivia Palito na escola e zoadas na faculdade pela falta de curvas que: “Olha só, vocês não são normais. Vocês não podem ser consideradas mulheres de verdade e engulam todo o bullying que sofrerem COM RAZÃO por isso.” Tá certo? Não tá certo não, cara. Não tá certo, mesmo.

magrelas famosas-01

Na época da escola a história era outra! Na vida real quem é magrela MESMO não recebe tantos elogios assim…

As pessoas veem as modelos da Victoria Secrets e assumem que aquela glória é reservada a todas (e somente) as mulheres super magras quando na vida real, no dia a dia, esse glamour em torno da magreza que se vê em revistas de moda e passarelas não se aplica. Pra quem é magrela mesmo e não é famosa, modelo ou tem um rosto maravilhoso, só fica a parte chata de ouvir piadinhas desagradáveis, ter que comprar roupa em sessão infantil e gastar o dobro mandando apertar na costureira.

Eu sou magrela desde que me entendo por gente e tentava engordar há uns 10 anos pra me “sentir normal” até perceber que minha magreza não era uma doença que eu precisava combater. Aliás, sempre esteve tudo muito bem nos meus exames e na minha saúde então queria registrar que nem toda garota magricela tem transtorno alimentar ou “tá precisando de um hamburguer”. Inclusive a maioria das que conheci comiam além de média e queriam engotdar, por odiar só achar roupas na sessão infantil e não ter um corpo tão curvilíneo quanto esperam que uma brasileira tenha!

Parem de atacar uns aos outros!!

Parem de atacar uns aos outros!!

Protestem contra a imposição de UM único padrão. Tá certo! Mas lembrem-se que ninguém deve ser desmerecido por estar FORA e NEM por estar DENTRO dele, ok? Existem pessoas de todos os pesos, formas, alturas, cores e tipos. Todo mundo pode construir seu próprio ideal de beleza que respeite seu corpo, sua saúde e sua identidade. Não é porque você é gordinha que você é um ET. Não é porque você é magrinha que você é irreal. Todo mundo deve ser aceito e ninguém precisa desmerecer ninguém pra validar sua auto-estima.

Encerro esclarecendo que ninguém deveria se sentir mal pelo seu BIOTIPO, sua genética, seu corpo natural. Se você quer mudar algo nele, mude! O importante é fazer isso para se sentir bem com você e não para atender as expectativas que você pensa que os outros ou a sociedade criaram. VOCÊ é de verdade, de carne e osso. Tanto faz se é mais carne ou mais osso, você é real e pronto!

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O diy dessa semana é pura fofura! Sempre tive vontade de testar aqueles tutoriais de pintura de frascos de vidro derramando tinta na área interna, em vez de pintar por fora! O efeito parecia bem melhor porque mantinha o brilho externo do vidro, então a cor parecia esmaltada.

Parece simples mas testei e vou contar pra vocês as dificuldades e truques para contorná-las! Primeiro vamos aos materiais, você vai precisar de:

– Potes de vidro, do tamanho de quiser;
– Tinta acrílica vitral e
– Muito jornal ou papel para proteger a mesa!

materiais

O primeiro passo é lavar bem os potes e assegurar que estão bem secos por dentro, senão a tinta não pega! Se o vidro estiver sujo por fora, vai aparecer após a pintura pois a tinta só cobrirá o vidro por dentro, é bom lembrar!

1

Proteja a área onde vai trabalhar com papel ou jornal e comece a despejar a tinta dentro do frasco, inclinando o mesmo para facilitar. Na medida que for despejando a tinta na “boca” do frasco, vá girando ele para que você despeje tinta igualmente em toda a parte de cima e já o cubra direitinho. Depois é só girar, abaixar, levantar o frasco até que a tinta tenha se derramado por todas as áreas de dentro e preenchido todo o vidro.

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Após isso, incline novamente o frasco em direção ao potinho de tinta, para que o excesso caia nele e seja reaproveitado! É normal cair um pouco de tinta fora, ainda mais se o potinho de tinta for pequeno como o meu! Mas fazendo isso deu para usar o mesmo potinho para a pintura de dois frascos médios!

Terminou? Coloque os potes de cabeça para baixo sobre o jornal, para que o restante do excesso escorra. Essa tinta seca muito rápido então se você não pintar de forma homogena e tentar consertar depois, a pintura parecerá cheia de remendos!

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Outro detalhe: essa tinta GRUDA mesmo na pele! Não recomendo para quem tem alergia a tinta acrílica! Demora um pouco a sair, tive que lavar as mãos uma dezena de vezes, intercalando o uso de alcool em gel para que a tinta grudada saísse aos poucos. Então fica a dica: usem luvas de borracha, dessas de lavar louça, caso não queiram estragar as unhas ou parecer que voltaram para o jardim de infância.

Além dos potinhos eu fiz algumas nuuvenzinhas de algodão que até já tínhamos mostrado no instagram do Chá (você não nos segue? clica aqui!) . É simples fazer, usei bolinhas de isopor, barbante, palitos, cola de isopor e algodão.

nuvensPrimeiro enrolei o barbante no palito (de algodão doce, aparentemente) deixando uma margem de um dedo livre de barbante na parte de cima, a mais afiada. Para fixar bem as pontas do barbante, usei colca de isopor, também! Em seguida, finquei a bola de isopor no palito e passei cola sobre ela para grudar a primeira parte do algodão, que eu já tinha separado, esticado um pouco e medido. Daí foi só colar dois tufinhos menores de algodão nos lados, usando a própria cola e pronto!

final

Olha o resultado dos dois juntos! E aí, gostaram? Se fizerem em casa não esqueçam de nos mostrar!

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Quem viu o cassino montado no Grand Palais no desfile de alta-costura de outono-inverno 2015/16 da Chanel com participação especial nas mesas de roletas da Julianne Moore, Kristen Stewart, Rita Ora, Lily Rose Deep e G-Dragon?

Fiquei impressionada com a construção em 3D sem costura dos primeiros looks e a exuberância dos bordados, casa de abelha e plinssados dos vestidos.

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Por trás dessas peças há uma equipe que faz um trabalho handmade incrível, o que torna cada peça única. Quer saber como tudo é feito? Clica no play e confere!

Vai dizer que não é lindo? Para quem gosta de ver o processo criativo das peças no canal do YouTube da marca tem vários making of para ficar babando.

Eai, o que vocês acharam dessa coleção?

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17 de julho de 2015

Muita gente tem alguma camiseta jogada por aí sem usar mas com o intuito de fazer algum DIY (algum dia, eventualmente, quem sabe hahaha), né não?

Pois eu tinha uma dessas que estava guardada há anos. Resolvi fazer um tutorial bem simples e prático pra transformar essa camisa em uma pequena bolsa de pano, que eu pudesse levar coisas pequenas quando saísse. E o melhor é que vocês nem precisam saber costurar pra fazer uma bolsa! 😀

Vamos lá à lista de materiais:

materiais

– Camisa

– Tesoura

– Giz

passo 1

Inicialmente, corte as mangas da camisa, transformando numa regata. Após isso, faça um arco abaixo da gola com o giz, demarcando onde será o novo corte. Quanto mais fundo for o arco, maior a profundidade de abertura da sua bolsa 😉 em seguida basta cortar onde está marcado.

passo 2

O segundo passo é marcar próximo à barra da camisa uma nova linha na horizontal para poder fazer cortes em tiras. É importante também cortar as tiras em largura parecida para não haver maior dificuldade na hora de fechar o fundo da bolsa.

passo 3

E finalmente o passo que livra a cara de todo mundo que não sabe costurar! 😛 parece complicado mas não é:

1. inicialmente separe as tiras em três duplas (1 dupla = 1 tira da parte da frente da camisa + 1 tira da parte de trás);

2. amarre a tira da frente com a de trás;

3. depois amarre a 1a tira de cima com a 2a tira de baixo e a 2a tira de cima com a 3a de baixo;

4. vá intercalando os nós dessa forma (como se estivesse fazendo uma trança) e bem amarrados, para que o fundo não tenha “buracos”.

final

E é isso gente, só isso mesmo! Prontíssima a bolsinha de tecido 😉 essa técnica pra fazer o fundo também serve bem pra criar algumas customizações em camisetas, fazer um tipo diferente de franjas em tecido…enfim, o que importa é a criatividade!

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15 de julho de 2015

Já ouviu falar de Acro Yoga? É uma prática que integra a sabedoria do Yoga tradicional com elementos de acrobacia e massagem Thai. É dinâmica e divertida de se praticar, agrega interação com o outro, confiança, companheirismo e superação de medos e desafios.

acroyoga Essa prática divide-se (e complementa-se) em duas fases: solar e lunar. A fase Solar é a fase com base e voador sempre ativos testando o poder das acrobacias. A fase Lunar é onde entra a massagem thai e posturas com viés mais relaxante. A massagem Thai atua com as linhas de força do corpo (linha dos ossos) de quem faz a massagem e o relaxamento.

Diferente do Yoga tradicional, a Acro é feita em trios, onde um participante serve de ‘base’, outro de ‘voador’ e há ainda um terceiro membro, que é o ‘cuidador’ que fica auxiliando os participantes a fazerem as acrobacias com segurança e auxilia para que a prática seja segura, proporcionando assim um espaço maior pra entrega dos participantes. O cuidador é o vai te dar segurança pra você fechar o olho e se entregar, e: voar sem medo de cair <3

Aqui em Manaus Hell City, tem um grupo de Acro Yoga que se reúne para praticar e eu e a Nana fomos lá vermos ~qualé, e adivinhem? Adoramos!
Eu, como yoguini, sou suspeita pra falar mas acho que é a perfeita união de duas coisas super legais e divertidas, gostei muito da prática e nem vi o tempo passar! Vou com certeza incluir essa atividades na vida e pretendo ir pra mais encontros.

cha na yoga
As práticas do grupo acontecem às sextas, a partir das 16:00 até às 18:00, no gramado da FEFF (Mini-campus, UFAM). Além dessa prática regular, o grupo com frequência organiza saídas “extras” fora da Ufam, como foi a que eu participei no CSU; semana passada foi na Ponta Negra, etc. Pra ficar por dentro dessas saídas extras, ou mesmo pra entrar em contato com o grupo, só curtir e ficar de olho na Fanpage deles  ou no grupo no Facebook, só clicar em cima dos respectivos!

Pra explicar melhor pra vocês como começou essa iniciativa aqui na nossa cidade, chamamos dois integrante do grupo, o Saulo Monte e a Lorena Lima pra falar sobre a experiência deles com a acroyoga e a criação do grupo aqui na cidade, o Acro Yoga Manaus.

As meninas do AcroYoga Manaus sempre lindas: Lorena como voadora e Sarah na base.

As meninas lindas do AcroYoga Manaus! Lorena Lima como voadora e Sarah Dorneles na base.

“Tudo começou quando uma querida amiga de Brasília (Sarah Dorneles) veio nos visitar em Manaus convidando-nos pra AcroYoga. Ela marcou duas aulas, passou alguns exercícios de confiança e nos introduziu à prática. Além da atividade física que eu tava necessitada, o que nos seduziu mesmo foi o propósito da atividade, a filosofia. A entrega, a responsabilidade, o cuidar do outro. Ver o outro como espelho de si, de nós mesmos. Então logo depois, ela foi embora e nós continuamos a prática e criamos o grupo aqui na cidade.

No começo, um amigo com prática de yoga conduzia o grupo, mas este precisou se mudar e o Saulo assumiu o grupo.”, explica Lorena que pratica acro desde dezembro passado.

Saulo Monte como voador e Sarah Dorneles na base

Saulo Monte como voador e Sarah Dorneles na base

“Procuramos sempre pesquisar novas coisas e tive a oportunidade de participar da Imersão Lunar em AcroYoga que ocorreu em Brasília durante três dias e foi muito boa e intensa;  lá descobrimos a massagem Thai, que é uma parte fundamental da prática e um momento muito bonito. Na Imersão Lunar o foco é na parte terapêutica, mas se trabalha os outros aspectos também. ‘ explica Saulo, que atualmente conduz as práticas do grupo e também pratica acro há 7 meses.

E aí, se empolgou pra conhecer a prática e sair voando pelos ares? Só chegar e quem sabe não nos encontraremos lá?

Beijos e muita energia boa! Hari Om!

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Pula a fogueira iaiá Pula a fogueira ioiô Cuidado para não se queimar Pois essa fogueira já queimou o meu amor festa-junina

Eita nós, que o mês de junho acabou, porém a época de festas juninas, julhinas e agostinas ainda está no começo! Adoro esse prazo estendido, realmente um mês seria pouco pro meu coração apaixonado por festas juninas e, principalmente, pelas comidas da época hehehe!

oxe

(Foto retirada do perfil do bar)

Nessa onda junina me chamaram pra ir no Ôxe Bar & Petiscos Nordestinos pois este estava com novo cardápio durante o mês de junho & julho, justamente adaptado especialmente pra temática corrente. Adorei a ideia e fui lá fazer esse esforço em nome do blog (o que eu não faço por vocês!). Eu já conhecia o lugar, mas quando fui estava com o cardápio normal (sem ser o junino) e eu já havia gostado muito. Principalmente pela temática nordestina da decoração do local que é bem legal e original, o som ambiente muito agradável. Os funcionários também foram muito atenciosos e educados (ponto que conta muito pra mim em um local), o que é algo já conhecidamente difícil e valorizado em estabelecimentos manauaras.
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Quanto aos comes & bebes, vamos primeiros aos bebes hehe. Amei eles venderem Antarctica Original, sério! É minha cerveja preferida e ultimamente quase todo bar ~temático~ que eu vou só vende long neck (Heineken Budweiser, Itaipava, etc) e raramente tem Original, só mesmo bares de bairro (amo/sou!), então: ponto positivo! Os drinks também são muito bons. Os caipirões de fruta são deliciosos e grandes como o nome promete, são 500ml! Ainda tem a (maravilhosa) caipirinha de vinho que eu recomendo a todos, e muitos outros drinks excelentes.

(Fotos tirados do perfil do bar)

(Fotos retiradas do perfil do bar)

Quanto aos pratos, são todos em forma de petiscos, que é mesmo a proposta do local, então é recomendável pedir mais de um pra ficarem satisfeitos. Tem muita coisa boa e tipicamente nordestina como pamonha, milho cozido, pratos com carne seca, caldinho de feijão, etc. A cozinha é um pouco pequena, então dependendo do horário e da lotação os pedidos podem demorar um pouco a chegar, o que pode se tornar um ponto negativo. A dica é ou chegar cedo ou pedir todos os pratos e bebidas que preferirem logo de uma vez, pro caso da demanda aumentar e demorar mais que o normal. Ainda quanto aos pratos, eu senti falta de outros pratos temáticos tipo macaxeira cozida, bolo de macaxeira, quentão, mingau, essas coisas. Mas acho que a ideia foi adaptar o cardápio que eles já tinham com uma pegada caipira e não colocar pratos caipiras em si, pelo menos foi o que eu entendi.

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Quantos aos pontos negativos: quase todos os pratos continham carne, o que é certamente um problema pra quem não quer comer carne vermelha. Até a pamonha que eu quis pedir, só tinha com carne seca na massa, o que fez com que eu desistisse do pedido. E a grande maioria das coisas são fritas, acho que uma sugestão é que possam também aumentar a quantidade de pratos cozidos. A localidade do bar eu achei ótima (na Jacira Reis, subindo a Bola das Letras), e super fácil de achar, é bem na avenida mesmo e um local bem conhecido do público da cidade, se tiver dúvida é só olhar no mapa que eles tem na fan page deles, só clicar aqui.

Espero que vocês tenham gostado das ponderações, e assim que forem lá nos conte o que achou aah, e pode convidar também hehehe

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